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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Equinócio do Outono 2026- Celebrado o dia igual à noite nos Templos-do-Sol - Chãs- Foz Côa- Ao nascer e ao pôr do sol com momentos de poesia e de alegria - Além de uma singela homenagem à memória de Azeredo Perdigão e sua esposa Maria Madalena Perdigão - Rostos saudosos e emblemáticos da Fundação Gulbenkian

(ainda estamos a editar mais imagens e videos)


Equinócio do Outono 2026- Celebrado o dia igual à noite nos Templos-do-Sol - Chãs- Foz Côa- Ao nascer e ao pôr do sol com momentos de poesia e de alegria - Além de  uma singela homenagem à memória de Azeredo Perdigão e sua esposa Maria Madalena Perdigão - Rostos saudosos e emblemáticos da Fundação Gulbenkian

 um dos 


(estamos a editar) 





Chãs- Foz Côa. Não há só gravuras! A herança megalítica e castreja, não deve ser ignorada. Manhã vivida por pequeno mas expressivo grupo de cidadãos, num dos majestos
os alinhamentos sagrados com os equinócios e solstícios, que se erguem no Maciço de Tambores e Mancheia, nas proximidade do Castro Curral da Pedra. Onde termina a Meseta Ibérica e começa o reino xisto

Monumental herança megalítica, inserida na cosmologia pré-histórica e à arqueoastronomia, sobranceira ao Vale da Ribeira Centeeira, que se ergue no vasto planalto do maciço granítico dos Tambores, mancheia e Quebras - já conhecida pelo Stonehenge Português- Herdeira da maior revolução na história da humanidade: que assinala a transição de comunidades nómadas de caçadores, recolectores para sociedades sedentárias baseadas na agricultura, pastorícia e metalurgia


Ruinas dos Castro do Curral da Pedra, que podem ser vistas num dos pontos mais proeminentes e amplos da margem direita do Vale da Ribeira Centeeira, que, avaliar pelas referências descritas na inquirições de Dom Dinis, ter-se-á chamado de povoação de Izeda - Nome derivado de Ísis (ou Isidis, na sua forma latina) tida originalmente como a deusa da maternidade, da magia, da cura e da proteção

Junto ao Castro do Curral da Pedra 

Castro do Curral da Pedra -Memória votada ao abandono 

A herança megalítica e castreja representa duas das etapas mais fascinantes e marcantes da Pré-História e da Proto-História da Península Ibérica, moldando a paisagem e a identidade cultural, especialmente em Portugal. Embora pertençam a épocas diferentes, ambas refletem a relação profunda dos povos antigos com o território, a religião e a arquitetura em pedra.
As tradicionais celebrações dos equinócios e solstícios, que. decorrem desde há mais de duas décadas com ou sem apoios da autarquia e do municípios, com pena nossa, do espírito voluntarioso dos mais ativos apoiantes e colaboradores, ainda não entraram. em definitivo no agendamento das efemérides a ter em conta pelas entidades locais e do concelho, pese o facto de ali já termos contado com as presenças dos seus autarcas e de várias personalidades, nomeadamente, até o Bispo Emérito de S. Tomé e Príncipe, Dom Manuel dos Santos.
Achamos que o facto de não serem iniciativas ou eventos organizados pela autarquia e município, mas por ação voluntariosa de cidadãos, tal não deveria justificar alheamento e desatenção: pois compete inteiramente às autarquias e aos municípios estarem atentos e apoiarem as iniciativas culturais, desportivas ou recreativas dos seus cidadãos. Em Portugal, a proximidade destas entidades com as populações locais faz com que o poder local seja o principal motor de desenvolvimento, descentralização e democratização cultural.
NOSSO AGRADECIMENTOS E ABRAÇO AMIGO - Aos participantes na celebração do inicio da estação outonal, que vai prolongar-se por 89 dias, até à chegada do solstício de inverno, em 21 de dezembro, às 20:50.
Além do Dr José Lebreiro, Engº Pedro Daniel e Adriano Ferreira, habituais colaboradores, pudemos contar com a presença da esposa e o neto de Agostinho Soares, que se encontra hospitalizado na cidade da Guarda, ao qual desejamos melhoras e uma rápida recuperação, bem como outros bons amigos: sim, da Lurdes e do Rafael; de José Tavares e da Paula Luz e do Gabriel Bandarra~ Da parte de António Lourenço, ex-autarca desta freguesia, atualmente a residir em Viseu outro dos nossos habituais e ativos colaboradores, informou-nos não poder estar presente, visto ter agendada para este dia uma consulta médica da parte de um familiar

Diversos investigadores têm-se debruçado sobre o estudo dos dois monumentos megalíticos: - Um apontado aos Equinócios e o outro ao Solstício de Verão. Desde o historiador Prof. Adriano Vasco Rodrigues, que foi quem primeiro classificou a Pedra da Cabeleira de Nossa Senhora, como local de culto ou de sacrifícios, remontando ao período "da transição do paleolítico para o neolítico", ao arqueólogo Prof. António Sá Coixão, outro dos historiadores e investigadores que, à semelhança de Vasco Rodrigues, tem desenvolvido um trabalho notabilíssimo nos concelhos de Foz Côa e Mêda.
Monumental herança megalítica, inserida na cosmologia pré-histórica e à arqueoastronomia, sobranceira ao Vale da Ribeira Centeeira, que se ergue no vasto planalto do maciço granítico dos Tambores, mancheia e Quebras - já conhecida pelo Stonehenge Português- Herdeira da maior revolução na história da humanidade: que assinala a transição de comunidades nómadas de caçadores, recolectores para sociedades sedentárias baseadas na agricultura, pastorícia e metalurgia
Que já mereceu destaque através de notícias divulgadas nacional e internacionalmente. Além da imprensa regional e de várias reportagens televisiva, bem como de um grupo de membros da Associação da Imprensa Estrangeira, em Portugal
Não esquecendo, naturalmente, as observações do astrónomo Máximo Ferreira. que já ali se deslocou por duas vezes, assim como da arqueóloga Mila Simões e dos arqueólogos João Zilhão e António Martinho Batista, que visitaram o Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nª Srªa, antes de se saber que a sua gruta era atravessada pelo sol, bem como das escavações levadas a cabo nas Quebradas, por António Faustino de Carvalho, onde foram encontrados interessantes artefatos pré-históricos. E, mais tarde, nas proximidades, pude deparar-me com um curioso e trabalhado amuleto em osso, que cedi para estudo à arqueóloga Carlos Magalhães, mas que me informou não saber onde se encontra.
Outro presença, que não podemos também esquecer foi a de Tom Graves: o radiestesista e escritor inglês, vindo "Eu sou a Luz do Mundo, diz o Senhor" expressamente da Austrália, onde reside, para ali confirmar a sua teoria de que «Em toda a parte existe uma intersecção entre as pessoas e o lugar – e o lugar também tem as suas escolhas.» E, no fundo, cremos ter sido também,
Nos templos do Sol, saudamos os ciclos da Natureza, com momentos de poesia, iluminados pelo esplendor solar e por sons musicais, sempre que nos é possível, mas também honramos e recordamos personalidade de reconhecido mérito, que não devem se esquecidas - Da região, no país ou do estrangeiro
O monumental megálito do Olho de Hórus, conhecido por Pedra da Cabeleira de Nª Srª, está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar -Situa-se num pardo ermo de um impressionante afloramento granítico, conhecido por Tambores, numa vasta área de abundantes vestígios pré-históricos, entre os quais avulta o Castro do Curral da Pedra
Local mágico, pleno de história e de misticismo, dos tais lugares da terra onde a beleza e o esplendor solar podem repetir-se à mesma hora e com a mesma imagem contemplativa de há vários milénios pelos povos que habitaram a área: longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares
Nesta celebração foi recordada a memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian, bem como de sua esposa Madalena Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da Gulbenkian - Uma das maiores e mais importantes fundações da Europa e do mundo
E também do poeta, escritor, dramaturgo, jornalista e advogado, Manuel Daniel, - Imagem e a voz de um rosto que não podemos deixar de recordar: os bons momentos de diálogo, que tivemos o prazer de partilhar com a sua simpatia, sensibilidade e saber - Sem dúvida, um admirável exemplo de labor e de tenacidade, de apaixonado pelas letras e de sentido e dedicação ao bem comum
Bem como de outros poetas: Bispo Dom Manuel dos Santos, que nos deu o prazer da sua presença no equinócio do Outono de 2015, - E também de Manuel Alegre, David Mourão Ferreira . Jorge Vicente e de Maria da Assunção Carqueja Rodrigues, esposa do Prof e arqueólogo Adriano Vasco Rodrigues, a quem devemos o primeiro estado sobre o santuário rupestre da Pedra da Cabeleira, e que também nos honrou com a sua presença, num destes nossos eventos, que decorrem desde 2002

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