
Operação Fúria Épica ao Irão” congeminada por Trump e Netanyahu conduz à instabilidade e não à paz. Depois da invasão à Venezuela, ameaças à Gronelândia e de anteriores invasões: Afeganistão, Iraque e da Líbia, na mira do petróleo Do expansionismo imperialista– Que lições democratas se poderão esperar de tão descaradas agressões ? A paz não se constrói com armas mas com diálogo e respeito pelas crenças, culturas, identidades.
Mas que raio têm os americanos (e os dirigentes europeus seus satélites) de se envolver em questões internas de outros países?...É no Iraque, na Líbia, em toda a parte: agora no Irão Obviamente, que, enquanto eles gastam milhões despejando bombas e fomentando os ódios e extremismos, a sabedoria chinesa vai espalhando por todo o mundo os seus bazares e assenhorando-se da economia mundial, sem todavia dar um tiro.
EUA e Arábia Saudita assinam acordo de armas no valor de 127 mil milhões de euros Assinado na primeira paragem da digressão de Trump pelos países do Golfo, o acordo prevê que Washington forneça a Riade “equipamento de guerra de última geração” em troca de um investimento saudita de 20 mil milhões de dólares no sector da inteligência artificial dos EUA.
A denominada Operação "Fúria Épica",lançada na madrugada de Sábado, por EUA e Israel, contra o Irão, dizem os seus ditadores que irá durar o tempo "que for necessário". ·Referem noticias, ter provocado mais de 200 mortos e que o Irão respondeu com ataques contra Israel e vários países do Golfo com bases norte-americanas. Com afirmações de que os principais dirigentes do país estão vivos, incluindo o ayatollah Ali Khamenei, que se encontra em parte incerta.
SABE-SE QUANDO A GUERRA COMEÇA E NUNCA QUANDO ACABA_Deus nos proteja de ínvios e criminosos ataques, perpetrados por tão descarada hipocrisia e cumplicidade, contra a Humanidade!
Não bastou a invasão de Bagdade e do Iraque, iniciada a 20 de março de 2003 por uma coligação liderada pelos Estados Unidos (com apoio britânico) amplamente considerada um ato ilegal à luz do direito internacional e uma "guerra de agressão" não autorizada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. ...
A Cimeira das Lajes (16 de março de 2003), realizada na Base Aérea das Lajes, Açores, na qual George W. Bush, Tony Blair, José María Aznar e o anfitrião Durão Barroso formalizaram o ultimato a Saddam Hussein, lançando a invasão do Iraque sem o apoio explícito da ONU
Do Iraque ao Irão: Depois da Cimeira das Lajes, autorizar a destruição do Iraque, a pretexto de eliminar armas de destruição em massa (ADM) e possíveis programas nucleares, alegação que nunca se confirmou após investigações, aí está outra ferroada liberal selvagem:
Rangel admite que EUA podem usar Lajes para ataque sem avisar Portugal. Aceita ir nos desatinos perigosos de um Trampa: -América está longe das reações imprevisíveis aos ataques de um louco, tem as costas protegidas . E, Portugal, como toa a Europa mais próxima e sujeita a ser retaliada
E agora? O Governo português condena igualmente os ataques considerados injustificáveis atribuídos ao Irão contra países vizinhos da região,
Em Espanha, Pedro Sánchez disse que rejeita "a ação militar unilateral dos EUA e Israel". Por sua vez, Reino Unido, França e Alemanha condenam conjuntamente a retaliação do Irão. Costa e Von der Leyen "preocupados
O Secretário-Geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã neste sábado (28). O chefe da ONU afirmou que o uso da força pelos dois aliados e a retaliação iraniana em toda a região, “prejudicam a paz e a segurança internacional
Os presidente da Comissão Europeia e do Conselho Europeu expressaram também este sábado “grande preocupação” após os ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, apelando à “máxima contenção” e à salvaguarda da segurança regional e nuclear (siga aqui tudo sobre os ataques, ao minuto).


Como é possível, que num país, com a dimensão dos EUA, onde naturalmente não faltarão homens de saber, quer nas academias, quer até na vida social, politica, cultural, cientifica e económica, se elege um Donald Trump? Claro que através da fraude dos votos e da manipulação e alienação da opinião publica pelos órgãos sob controlo do grande capital. É que não se descortina que, na crista daquela amarelada trunfa, haja o mínimo de sensatez e de competência para o desempenho de tão altas responsabilidades, senão a tentação irresistível para o perigoso belicismo mercenário e a esperteza para o golpismo desenfreado, servindo interesses particulares ou de grupos.

A esperá-lo, ao fundo das escadas do avião presidencial, estava o rei saudita Salman bin Abdulazi rodeado da sua corte, com vista assinar um acordo de US $ 110 bilhões para a venda de armas de vários tipos dos Estados Unidos para a Arábia Saudita, negócio este que lhe valeu ser amedalhado com um luzente cordão de ouro ao pescoço
Trump partirá, no final de domingo, para dois dias em Israel - em Tel Aviv, Jerusalém e Belém. A seguir será em Roma e no Vaticano - em 24 de maio, para se encontrar com o Papa Francis e o Presidente da República Sergio Mattarella - e em Bruxelas, Bélgica, onde em 25 de maio, se reunirá entre outros o novo presidente francês Emmanuel Macron. Em 26 e 27 de maio será vez na Sicília para se juntar ao G7 em Taormina e para visitar soldados americanos em uma base militar em Sigonella, a do famoso crise Sigonella, que começou com o sequestro do navio de cruzeiro italiano Achille Lauro Il primo viaggio all'estero del presidente Trump - Il Post


A queda do muro de Berlim, que começou por ser um bom pronúncio, afinal, depressa de converteu na expressão – à escala universal de um desequilíbrio de forças em torno de um único poder: o dos cifrões, venham donde vierem, não importa a origem a forma como são acomulados, mas a sua quantidade Enfim, o campo aberto à fulgurante ascensão do mais despudorado e desumano liberalismo selvagem – E até mesmo aqueles países, que ainda mantêm a foice e o martelo, como símbolo, como a China, tudo isso não passa de um grosseiro disfarce para escudar a ganância e o expansionismo imperialista dos bilionários da elite politica e económica, poderem continuar a reprimir quem se lhe oponha e


A esmagadora maioria de governantes, em todo o mundo, está ao lado dos grandes interesses económicos, das classes privilegiadas e não para defenderem politicais sociais em prol das massas: ainda se ao menos fossem, governantes, minimamente competentes e honestos, bem pelo contrário: o seu cinismo raia a loucura, a vaidade e o despudor – Veja-se o beija-mão de Trump ao pais que instaurou e a pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia.

“Já é proibido aos não muçulmanos entrarem naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros.
As autoridades da Arábia Saudita deram início ao ano de 2017 com o intensificar da repressão contra os ativistas de direitos humanos, desferindo um novo golpe brutal contra os derradeiros vestígios da já muito atacada sociedade civil no país, alerta a Amnistia Internacional.
Vários ativistas foram detidos ou levados a tribunal nas semanas recentes em processos que estão relacionados com o trabalho pacífico de defesa dos direitos humanos que desenvolvem, o que indicia que as autoridades sauditas planeiam continuar com a brutal repressão contra a dissidência pacífica no país, que a Amnistia Internacional tem documentado exaustivamente – incluindo o caso do blogger e ativista Raif Badawi, condenado em 2014 a dez anos de prisão e mil chicotadas. Arábia Saudita intensifica repressão brutal contra ativistas de direitos .
4 de Janeiro, 2016 A ditadura saudita anunciou a execução de 47 pessoas, incluindo um líder religioso xiita. Em Teerão, os protestos não se fizeram esperar e os sauditas cortaram relações com o Irão. Amnistia e ONU condenam execuções. Robert Fisk diz que execuções são dignas do Estado Islâmico. Recorde a visita de Paulo Portas à Arábia Saudita. Arábia Saudita executa 47 pessoas e corta relações com o Irão… Líder da Câmara de Comércio luso-saudita envolvido em desvio d
O maior escândalo de corrupção da História – o caso Al-Yamamah – continua a abalar os Estados anglo-saxónicos. O príncipe saudita Bandar bin Sultan, filho adoptivo dos Bush, é acusado de ter cobrado e distribuído grandes comissões ocultas sobre as vendas de armas da empresa anglo-estadunidense BAE Systems à Arábia Saudita. -
Numerosos observadores consideram que as quantias astronómicas que circularam por baixo das mesas eram utilizadas para o financiamento das “operações secretas da CIA nos meios sunitas”, o que geralmente designa a ligação da CIA à Al Qaeda Escândalo de corrupção EUA-Arábia Saudita - J
O maior escândalo de corrupção da História – o caso Al-Yamamah – continua a abalar os Estados anglo-saxónicos. O príncipe saudita Bandar bin Sultan, filho adoptivo dos Bush, é acusado de ter cobrado e distribuído grandes comissões ocultas sobre as vendas de armas da empresa anglo-estadunidense BAE Systems à Arábia Saudita. -



















