Associe-se à maravilha do Olho de Hórus no Equinócio do Outono 23-09-2026 às 08 horas. Um dos símbolos mais fascinantes da mitologia egípcia - A contemplar num dos altares dos Templos-do-Sol, arredores da aldeia de Chãs. de V. N. de Foz Côa erguido no Maciço dos Tambores, onde termina a Meseta Ibérica e principia o reino do xisto - A que uma lenda cristã, passou a chamar de Pedra da Cabeleira de Nª Sra, por ali ter deixado os cabelos gravados durante a sua fuga para o Egito
Local mágico, pleno de história e de misticismo, dos tais lugares da terra onde a beleza e o esplendor solar podem repetir-se à mesma hora e com a mesma imagem contemplativa de há vários milénios pelos povos que habitaram a área: longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares
O monumental megálito do Olho de Hórus, conhecido por Pedra da Cabeleira de Nª Srª, está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar -Situa-se num pardo ermo de um impressionante afloramento granítico, conhecido por Tambores, numa vasta área de abundantes vestígios pré-históricos, entre os quais avulta o Castro do Curral da Pedra
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| Símbolo de Hórus |
Nos templos do Sol, saudamos os ciclos da Natureza, com momentos de poesia, iluminados pelo esplendor solar e por sons musicais, sempre que nos é possível, mas também honramos e recordamos personalidade de reconhecido mérito, que não devem se esquecidas - Da região, no país ou do estrangeiro
Jorge Trabulo Marques - Jornalista, investigador de arqueologia e dinamizador cultural
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Celebração do Equinócio do Outono, 23-09-2026 às 08 Horas Templos-do-Sol Chãs- Foz Côa - Com Singela Homenagem à memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian e sua esposa Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da fundação mais importante de Portugal e do Mundo. Junto ao altar de uma mas maiores maravilhas da astroarqueologia megalítica
A voz de José Azeredo Perdigão - Tributo à sua memória do jornalista que o entrevistou e o que vai recordar na celebração do equinócio do Outono, dia 23 do corrente, às 08 horas, num dos alinhamentos sagrados dos templos-do-sol, em chãs, de V. N. de foz Côa. quatro dias depois de passarem 130 anos do seu nascimento
Fundação Gulbenkian - Azeredo Perdigão – 1896-1993 Recordando a voz e o homem na 1ª pessoa –“Administração da Fundação Gulbenkian, absorve-me toda a minha atividade... Hoje a minha vida é esta cadeira, onde estou sentado” - “Eu não sou velho, sou antigo!... Que é uma coisa diferente.
Sim, graças a Deus, tive o privilégio - o grande prazer de entrevistar - algumas das mais importantes figuras da vida nacional, em vários domínios. José Azeredo Perdigão, foi uma dessas figura
| Agostinho Soares ao lado de sua esposa |
O Neolítico foi o período mais revolucionário da humanidade porque o ser humano passou de nómada recoletor a produtor sedentário através da agricultura e da domesticação de animais. Este estilo de vida está profundamente ligado à arquitetura megalítica, que marcou a paisagem com grandes monumentos de pedra para rituais e culto dos mortos.

Jorge Esteves, o rosto da RTP , mais atento aos Templos-do-Sol e ao distrito da Guarda, desde 2004 ano em que foi convidado a exercer as funções de jornalista e de coordenador da delegação comum da rádio e da televisão públicas na cidade da Guarda -Sim, já por várias vezes se deslocou a fazer a cobertura dos alinhamentos sagrados existentes no Maço dos Tambores e Mancheia, nos arredores da aldeia de Chãs, concelho de Foz Côa - Sendo , aproxima celebração, dias 23, às 8 horas
Não se importando de se encaminhar a estas celebrações, muito antes do nascer do sol para ali estar no momento em que os raios solares atravessam a graciosa gruta do majestoso calendário megálito que ali se ergue, como uma das maiores maravilhas da herança dos antigos povos que por ali se fixaram. Nos arredores de antigo castro, que as inquirições de Dom Dinis, apontam como tendo sido a povoação de Izeda, que poderia ter a ver com a derivação de Isete ou de Isis, representando a deusa da maternidade, da fertilidade e da magia na mitologia
Manuel Daniel - Imagem e a voz de um rosto que não podemos deixar de recordar: os bons momentos de diálogo, que tivemos o prazer de partilhar com a sua simpatia, sensibilidade e saber - Sem dúvida, um admirável exemplo de labor e de tenacidade, de apaixonado pelas letras e de sentido e dedicação ao bem comum
Autor de uma vasta obra - “Caminhada Imperfeita”; “Mar da Minha Terra” ; "Coração Acordado"; "A Porta do Labirinto"; Intermitências". "Auto da Juventude"; "Eram meninos como nós" (teatro); " "O Feriado Municipal de S. Martinho" - Entre outros livros - Com cerca de uma vintena de peças de teatro para crianças e jovens, algumas das quais, inéditas - Advogado, poeta, escritor, ensaísta, dramaturgo e jornalista na imprensa e na rádio


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