Equinócio do Outono 2026- Celebrado o dia igual à noite nos Templos-do-Sol - Chãs- Foz Côa- Ao nascer e ao pôr do sol com momentos de poesia e de alegria - Além de uma singela homenagem à memória de Azeredo Perdigão e sua esposa Maria Madalena Perdigão - Rostos saudosos e emblemáticos da Fundação Gulbenkian
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(estamos a editar)
Chãs- Foz Côa. Não há só gravuras! A herança megalítica e castreja, não deve ser ignorada. Manhã vivida por pequeno mas expressivo grupo de cidadãos, num dos majestosos alinhamentos sagrados com os equinócios e solstícios, que se erguem no Maciço de Tambores e Mancheia, nas proximidade do Castro Curral da Pedra. Onde termina a Meseta Ibérica e começa o reino xisto
Monumental herança megalítica, inserida na cosmologia pré-histórica e à arqueoastronomia, sobranceira ao Vale da Ribeira Centeeira, que se ergue no vasto planalto do maciço granítico dos Tambores, mancheia e Quebras - já conhecida pelo Stonehenge Português- Herdeira da maior revolução na história da humanidade: que assinala a transição de comunidades nómadas de caçadores, recolectores para sociedades sedentárias baseadas na agricultura, pastorícia e metalurgia
Ruinas dos Castro do Curral da Pedra, que podem ser vistas num dos pontos mais proeminentes e amplos da margem direita do Vale da Ribeira Centeeira, que, avaliar pelas referências descritas na inquirições de Dom Dinis, ter-se-á chamado de povoação de Izeda - Nome derivado de Ísis (ou Isidis, na sua forma latina) tida originalmente como a deusa da maternidade, da magia, da cura e da proteção
A herança megalítica e castreja representa duas das etapas mais fascinantes e marcantes da Pré-História e da Proto-História da Península Ibérica, moldando a paisagem e a identidade cultural, especialmente em Portugal. Embora pertençam a épocas diferentes, ambas refletem a relação profunda dos povos antigos com o território, a religião e a arquitetura em pedra.
As tradicionais celebrações dos equinócios e solstícios, que. decorrem desde há mais de duas décadas com ou sem apoios da autarquia e do municípios, com pena nossa, do espírito voluntarioso dos mais ativos apoiantes e colaboradores, ainda não entraram. em definitivo no agendamento das efemérides a ter em conta pelas entidades locais e do concelho, pese o facto de ali já termos contado com as presenças dos seus autarcas e de várias personalidades, nomeadamente, até o Bispo Emérito de S. Tomé e Príncipe, Dom Manuel dos Santos.
Achamos que o facto de não serem iniciativas ou eventos organizados pela autarquia e município, mas por ação voluntariosa de cidadãos, tal não deveria justificar alheamento e desatenção: pois compete inteiramente às autarquias e aos municípios estarem atentos e apoiarem as iniciativas culturais, desportivas ou recreativas dos seus cidadãos. Em Portugal, a proximidade destas entidades com as populações locais faz com que o poder local seja o principal motor de desenvolvimento, descentralização e democratização cultural.
NOSSO AGRADECIMENTOS E ABRAÇO AMIGO - Aos participantes na celebração do inicio da estação outonal, que vai prolongar-se por 89 dias, até à chegada do solstício de inverno, em 21 de dezembro, às 20:50.
Além do Dr José Lebreiro, Engº Pedro Daniel e Adriano Ferreira, habituais colaboradores, pudemos contar com a presença da esposa e o neto de Agostinho Soares, que se encontra hospitalizado na cidade da Guarda, ao qual desejamos melhoras e uma rápida recuperação, bem como outros bons amigos: sim, da Lurdes e do Rafael; de José Tavares e da Paula Luz e do Gabriel Bandarra~ Da parte de António Lourenço, ex-autarca desta freguesia, atualmente a residir em Viseu outro dos nossos habituais e ativos colaboradores, informou-nos não poder estar presente, visto ter agendada para este dia uma consulta médica da parte de um familiar
Diversos investigadores têm-se debruçado sobre o estudo dos dois monumentos megalíticos: - Um apontado aos Equinócios e o outro ao Solstício de Verão. Desde o historiador Prof. Adriano Vasco Rodrigues, que foi quem primeiro classificou a Pedra da Cabeleira de Nossa Senhora, como local de culto ou de sacrifícios, remontando ao período "da transição do paleolítico para o neolítico", ao arqueólogo Prof. António Sá Coixão, outro dos historiadores e investigadores que, à semelhança de Vasco Rodrigues, tem desenvolvido um trabalho notabilíssimo nos concelhos de Foz Côa e Mêda.
Monumental herança megalítica, inserida na cosmologia pré-histórica e à arqueoastronomia, sobranceira ao Vale da Ribeira Centeeira, que se ergue no vasto planalto do maciço granítico dos Tambores, mancheia e Quebras - já conhecida pelo Stonehenge Português- Herdeira da maior revolução na história da humanidade: que assinala a transição de comunidades nómadas de caçadores, recolectores para sociedades sedentárias baseadas na agricultura, pastorícia e metalurgia
Que já mereceu destaque através de notícias divulgadas nacional e internacionalmente. Além da imprensa regional e de várias reportagens televisiva, bem como de um grupo de membros da Associação da Imprensa Estrangeira, em Portugal
Não esquecendo, naturalmente, as observações do astrónomo Máximo Ferreira. que já ali se deslocou por duas vezes, assim como da arqueóloga Mila Simões e dos arqueólogos João Zilhão e António Martinho Batista, que visitaram o Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nª Srªa, antes de se saber que a sua gruta era atravessada pelo sol, bem como das escavações levadas a cabo nas Quebradas, por António Faustino de Carvalho, onde foram encontrados interessantes artefatos pré-históricos. E, mais tarde, nas proximidades, pude deparar-me com um curioso e trabalhado amuleto em osso, que cedi para estudo à arqueóloga Carlos Magalhães, mas que me informou não saber onde se encontra.
Outro presença, que não podemos também esquecer foi a de Tom Graves: o radiestesista e escritor inglês, vindo "Eu sou a Luz do Mundo, diz o Senhor" expressamente da Austrália, onde reside, para ali confirmar a sua teoria de que «Em toda a parte existe uma intersecção entre as pessoas e o lugar – e o lugar também tem as suas escolhas.» E, no fundo, cremos ter sido também,
Nos templos do Sol, saudamos os ciclos da Natureza, com momentos de poesia, iluminados pelo esplendor solar e por sons musicais, sempre que nos é possível, mas também honramos e recordamos personalidade de reconhecido mérito, que não devem se esquecidas - Da região, no país ou do estrangeiro
O monumental megálito do Olho de Hórus, conhecido por Pedra da Cabeleira de Nª Srª, está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar -Situa-se num pardo ermo de um impressionante afloramento granítico, conhecido por Tambores, numa vasta área de abundantes vestígios pré-históricos, entre os quais avulta o Castro do Curral da Pedra
Local mágico, pleno de história e de misticismo, dos tais lugares da terra onde a beleza e o esplendor solar podem repetir-se à mesma hora e com a mesma imagem contemplativa de há vários milénios pelos povos que habitaram a área: longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares
Nesta celebração foi recordada a memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian, bem como de sua esposa Madalena Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da Gulbenkian - Uma das maiores e mais importantes fundações da Europa e do mundo
E também do poeta, escritor, dramaturgo, jornalista e advogado, Manuel Daniel, - Imagem e a voz de um rosto que não podemos deixar de recordar: os bons momentos de diálogo, que tivemos o prazer de partilhar com a sua simpatia, sensibilidade e saber - Sem dúvida, um admirável exemplo de labor e de tenacidade, de apaixonado pelas letras e de sentido e dedicação ao bem comum
Bem como de outros poetas: Bispo Dom Manuel dos Santos, que nos deu o prazer da sua presença no equinócio do Outono de 2015, - E também de Manuel Alegre, David Mourão Ferreira . Jorge Vicente e de Maria da Assunção Carqueja Rodrigues, esposa do Prof e arqueólogo Adriano Vasco Rodrigues, a quem devemos o primeiro estado sobre o santuário rupestre da Pedra da Cabeleira, e que também nos honrou com a sua presença, num destes nossos eventos, que decorrem desde 2002
(postagem atualizada) EQUINÓCIO DO OUTONO 2026 - Véspera 22 09 2026 Templos-do-sol Chãs - Foz Côa Estive lá hoje sozinho dia 22- Véspera do Equinócio do Outono. Confiante de que, ás 08 H de Quarta-feira, 23-09-2026 , possam partilhar desta maravilha megalítica mais peregrinos , no alinhamento sagrado do Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira Chãs- Foz Côa. Com Singela Homenagem à memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian e sua esposa Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da fundação mais importante de Portugal e do Mundo. Junto ao altar de uma mas maiores maravilhas da astroarqueologia megalítica
Associe-se à maravilha do Olho de Hórus no Equinócio do Outono 23-09-2026 às 08 horas. Um dos símbolos mais fascinantes da mitologia egípcia - A contemplar num dos altares dos Templos-do-Sol, arredores da aldeia de Chãs. de V. N. de Foz Côa erguido no Maciço dos Tambores, onde termina a Meseta Ibérica e principia o reino do xisto - A que uma lenda cristã, passou a chamar de Pedra da Cabeleira de Nª Sra, por ali ter deixado os cabelos gravados durante a sua fuga para o Egito
Local mágico, pleno de história e de misticismo, dos tais lugares da terra onde a beleza e o esplendor solar podem repetir-se à mesma hora e com a mesma imagem contemplativa de há vários milénios pelos povos que habitaram a área: longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares
Poeta João de Deus – Lido e cantado numa câmara de ressonância pré-histórica Por António Ponces de Carvalho, e de sua esposa Filomena
O Dia dos Milagres” Nos Templos do Sol – de Francisco Moita Flores - Solstício do Verão 2016
O monumental megálito do Olho de Hórus, conhecido por Pedra da Cabeleira de Nª Srª, está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar -Situa-se num pardo ermo de um impressionante afloramento granítico, conhecido por Tambores, numa vasta área de abundantes vestígios pré-históricos, entre os quais avulta o Castro do Curral da Pedra
Símbolo de Hórus
CASTRO DO CURRAL DA PEDRA - Povoado pré-histórico localizado na freguesia de Chãs, no concelho de Vila Nova de Foz Côa.
situado num dos pontos mais proeminentes e vistosos da margem direita do Vale da Ribeira Centeeira, nas proximidades do qual se erguem alinhamentos sagrados com os equinócios e solstícios que, avaliar pelas referências descritas na inquirições de Dom Dinis, ter-se-á chamado de povoação de Izeda - Nome derivado de Ísis (ou Isidis, na sua forma latina) tida originalmente como a deusa da maternidade, da magia, da cura e da proteção.
Nos templos do Sol, saudamos os ciclos da Natureza, com momentos de poesia, iluminados pelo esplendor solar e por sons musicais, sempre que nos é possível, mas também honramos e recordamos personalidade de reconhecido mérito, que não devem se esquecidas - Da região, no país ou do estrangeiro
Jorge Trabulo Marques - Jornalista, investigador de arqueologia e dinamizador cultural
um dos
Celebração do Equinócio do Outono, 23-09-2026 às 08 Horas Templos-do-Sol Chãs- Foz Côa - Com Singela Homenagem à memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian e sua esposa Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da fundação mais importante de Portugal e do Mundo. Junto ao altar de uma mas maiores maravilhas da astroarqueologia megalítica
A voz de José Azeredo Perdigão - Tributo à sua memória do jornalista que o entrevistou e o que vai recordar na celebração do equinócio do Outono, dia 23 do corrente, às 08 horas, num dos alinhamentos sagrados dos templos-do-sol, em chãs, de V. N. de foz Côa. quatro dias depois de passarem 130 anos do seu nascimento
Fundação Gulbenkian - Azeredo Perdigão – 1896-1993 Recordando a voz e o homem na 1ª pessoa –“Administração da Fundação Gulbenkian, absorve-me toda a minha atividade... Hoje a minha vida é esta cadeira, onde estou sentado” - “Eu não sou velho, sou antigo!... Que é uma coisa diferente.
Sim, graças a Deus, tive o privilégio - o grande prazer de entrevistar - algumas das mais importantes figuras da vida nacional, em vários domínios. José Azeredo Perdigão, foi uma dessas figura
Meus votos de melhoras e de recuperação rápida de Agostinho Soares- Habitual peregrino e colaborador nas celebrações dos tempos-do-sol - Que recentemente teve um acidente de mota, estando internado no Hospital da Guarda
Agostinho Soares ao lado de sua esposa
O Neolítico foi o período mais revolucionário da humanidade porque o ser humano passou de nómada recoletor a produtor sedentário através da agricultura e da domesticação de animais. Este estilo de vida está profundamente ligado à arquitetura megalítica, que marcou a paisagem com grandes monumentos de pedra para rituais e culto dos mortos.
Jorge Esteves, o rosto da RTP , mais atento aos Templos-do-Sol e ao distrito da Guarda, desde 2004 ano em que foi convidado a exercer as funções de jornalista e de coordenador da delegação comum da rádio e da televisão públicas na cidade da Guarda -Sim, já por várias vezes se deslocou a fazer a cobertura dos alinhamentos sagrados existentes no Maço dos Tambores e Mancheia, nos arredores da aldeia de Chãs, concelho de Foz Côa - Sendo , aproxima celebração, dias 23, às 8 horas
Não se importando de se encaminhar a estas celebrações, muito antes do nascer do sol para ali estar no momento em que os raios solares atravessam a graciosa gruta do majestoso calendário megálito que ali se ergue, como uma das maiores maravilhas da herança dos antigos povos que por ali se fixaram. Nos arredores de antigo castro, que as inquirições de Dom Dinis, apontam como tendo sido a povoação de Izeda, que poderia ter a ver com a derivação de Isete ou de Isis, representando a deusa da maternidade, da fertilidade e da magia na mitologia
Manuel Daniel - Imagem e a voz de um rosto que não podemos deixar de recordar: os bons momentos de diálogo, que tivemos o prazer de partilhar com a sua simpatia, sensibilidade e saber - Sem dúvida, um admirável exemplo de labor e de tenacidade, de apaixonado pelas letras e de sentido e dedicação ao bem comum
Autor de uma vasta obra - “Caminhada Imperfeita”; “Mar da Minha Terra” ; "Coração Acordado"; "A Porta do Labirinto"; Intermitências". "Auto da Juventude"; "Eram meninos como nós" (teatro); " "O Feriado Municipal de S. Martinho" - Entre outros livros - Com cerca de uma vintena de peças de teatro para crianças e jovens, algumas das quais, inéditas - Advogado, poeta, escritor, ensaísta, dramaturgo e jornalista na imprensa e na rádio
Diversos investigadores têm-se debruçado sobre o estudo dos dois monumentos megalíticos: - Um apontado aos Equinócios e o outro ao Solstício de Verão. Desde o historiador Prof. Adriano Vasco Rodrigues, que foi quem primeiro classificou a Pedra da Cabeleira de Nossa Senhora, como local de culto ou de sacrifícios, remontando ao período "da transição do paleolítico para o neolítico", ao arqueólogo Prof. António Sá Coixão, outro dos historiadores e investigadores que, à semelhança de Vasco Rodrigues, tem desenvolvido um trabalho notabilíssimo nos concelhos de Foz Côa e Mêda.
Jorge Trabulo Marques- Jornalista e dinamizador cultural
Junto ao altar do santuário da Pedra da cabeleira de Nº Sªa , cuja gruta é atravessada pelos raios do nascer do sol nos equinócio - Vídeo neste post
Dia da Língua Mirandesa 17 Set. Homenagem prestada ao Poeta Amadeu Ferreira, pioneiro da 2ª Língua Portuguesa, nos Templos-do-Sol, no Solstício do Verão - 21-07-2026 - Com poema lido em mirandês por Júlio Meirinhos.
O Presidente da República publicou esta quinta-feira uma mensagem em mirandês, para celebrar o dia desta língua, a segunda com reconhecimento
A 2ª A língua oficial de Portugal, reconhecida, há 28 anos, a 17-09- 1998, pela Assembleia da República . Continua a ser falada pelos nativos de Miranda do Douro. É ensinada nas escolas, carecendo, no entanto, de apoios para salvaguardar este importante património cultural
.O Presidente da República publicou esta quinta-feira uma mensagem em mirandês, que a descreve como "uma língua que se guardou na boca das pessoas, nas histórias de lareira, nos cantares e nas conversas de todos os dias, e que hoje também se encontra nos livros, que são a forma de a fazer durar". "Uma língua que se escreve é uma língua que fica. Por isso o Dia da Língua Mirandesa e a Festa do Livro em Belém dizem a mesma coisa de duas maneiras: que a cultura portuguesa é feita de muitas vozes, e que todas elas merecem ser lidas", afirma.
A próxima celebração é a do Equinócio do Outono, dia 23, às 08 horas e ao pôr-do-sol, em Chãs- de V. N de Chãs - Foz Côa , junto ao altar do Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nª Sraª com momentos poéticos e evocação à memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian, bem como de sua esposa Madalena Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da Gulbenkian - Uma das maiores e mais importantes fundações da Europa e do mundo
O monumental megálito está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar -Longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares
. E, a partir das 19H no alinhamento da Pedra do caranguejo, cuja caverna. em forma de pequeno semiarco, é atravessada pelos raios solares, ao esconderem-se por detrás da linha do horizonte, na cordilheira que se estende de Sul para Norte da margem esquerda do maravilhoso vale da Ribeira Centieira
O monumental megálito está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar -Longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares
O primeiro manual destinado ao 1.º Ciclo do Ensino Básico em mirandês foi elaborado por professores de língua mirandesa e especialistas da EMPLM e da Associaçon de Lhéngua i Cultura Mirandesa (ALCM).
Poema lido, em mirandês, por Júlio Meirinhos nos Templos do Sol a um dos maiores investigadores da língua mirandesa: contista, dramaturgo, ensaísta e ficcionista, no passado dia 21 de Junho na celebração do Solstício do Verão, no Stonhenge Português- Chãs -Concelho de V. N de Foz Côa
Gaiteiros de Miranda do Douro - Numa das anteriores celebrações
A língua mirandesa tem a sua origem num dos romances que se formaram na Península Ibérica a partir do latim, o romance que deu origem à família de línguas astur-leonesas –onde a língua mirandesa se integra – ,que se formaram entre os séculos VI-VIII. Toda a região estava integrada no império romano e era habitada pelo povo Astur, e era a tribo dos Zoelas ou Zelas que tinha assento no que é hoje a terra de Miranda, embora ocupando uma área mais vasta que abrangia uma parte importante do actual distrito de Bragança, em Portugal, e a região de Carvalheda, de Alba e de Aliste, delimitada pela serra de Culebra e os rios Esla e Douro, na actual província de Zamora, em Espan
Amadeu José Ferreira nasceu a 29 de julho de 1950 em Sendim, Miranda do Douro. Faleceu, em Lisboa, no dia 1 de março de 2015) foi um advogado, escritor e professor universitário português e um estudioso e divulgador da l
íngua mirandesa. Foi ordenado comendador da Ordem do Mérito em 2004
Traduziu várias obras de referência da literatura portuguesa e universal para mirandês, nomeadamente, Os Lusíadas, de Camões, Mensagem, de Pessoa, os clássicos romanos de Horácio, Virgílio e Cátulo, os quatro evangelhos do Novo Testamento e ainda dois volumes da banda desenhada francesa Astérix. Chegou a escrever sob os pseudónimos Francisco Nebro, Marcus Miranda e Fonso Roixo.
Júlio Meirinhos, Líder do PROCOA da salvaguarda das gravuras do Vale do Côa: Uma figura bem conhecida em toda a região duriense e no pais. Possuidora de um prestigiado currículo, que ficou ainda conhecido como mentor da chamada Lei do Mirandês, a segunda língua oficial em Portugal, após a aprovação da lei na Assembleia da República, em 17 de setembro de 1998, que conferiu este estatuto ao idioma falado no Nordeste Transmontano, a que nos referiremos nos vídeos das suas intervenções.
Ambos nos empenhamos na defesa das gravuras do Vale do Côa- Isto, porque, naquele período polémico, o executivo camarário, apostava mais na construção da barragem.
O dia era de intenso calor: mesmo assim a iniciativa constituiu um grande sucesso, nas palavras sublinhadas pelos participantes e convidados –Júlio Meirinhos, Líder do PROCOA da salvaguarda das gravuras do Vale do Côa:
Uma figura bem conhecida em toda a região duriense e no pais. Possuidora de um prestigiado currículo, que ficou ainda conhecido como mentor da chamada Lei do Mirandês, a segunda língua oficial em Portugal, após a aprovação da lei na Assembleia da República, em 17 de setembro de 1998, que conferiu este estatuto ao idioma falado no Nordeste Transmontano, a que nos referiremos nos vídeos das suas intervenções.
Ambos nos empenhamos na defesa das gravuras do Vale do Côa- Isto, porque, naquele período polémico, o executivo camarário, apostava mais na construção da barragem.
Júlio Santana Meirinhos, foi o mais jovem presidente de Câmara do país: a de Miranda do Douro, a terra onde cresceu e se fez homem. Ex-deputado pelo PS e ex-governador civil de Bragança
.Cidadão honorário do Município de Miranda do Douro – Grau Ouro Agraciado pelo Estado Português com o grau de Comendador da Ordem Nacional do Infante D. Henrique. Eleito o “Melhor.Autarca do ano de 1986” – Prémio Telex de Prata – AN Membro do Comité das Regiões em Bruxelas
OUTRA DESTACADA PRESENÇA - Albertino Melo, natural de Viseu, Diretor Geral no sistema financeiro, atualmente consultor internacional, em Luxemburgo, tendo sido o mais jovem dos Presidentes eleitos do Académico de Viseu, que liderou ao longo de vários anos, desportista, consultor e viajante por muitas terras: que já nos deu o prazer da sua presença, há uns 4 anos, num percurso desta aldeia à Ervamoira, e com o qual também já nos reencontramos, em Lisboa, numa visita diplomática
Em vídeos a editar, teremos, pois, igualmente o prazer de destacar as palavras proferidas por Júlio Meirinhos, Albertino Melo , Olímpio Sobral e José Lebreiro.
O nosso abraço, pois, a todos os peregrinos, que nos deram o prazer da sua presença e de se associar a esta significativa e tradicional celebração, que temos organizado e realizado, desde há mais de duas ´décadas, visando não esquecer mas perdurar, a herança do património megalítico, especialmente dos alinhamentos sagrados dos equinócios.
Num evento que voltou a afirmar-se como um importante momento de valorização do património histórico, cultural e paisagístico do concelho de Foz Côa, da região e do país.-A celebração principal vai decorrer no santuário rupestre da Pedra da Cabeleira - Espelho solar de Hórus - A lembrar o antigo símbolo da mitologia egípcia, que a lenda cristã batizou de Pedra da Cabeleira de Nª Sra, como tendo ali deixado os cabelos gravados, na gravura escura existentes, quando ali se abrigou na sua fuga para o Egito
Jorge Trabulo Marques - Jornalista, fotojornalista, investigador e coordenador dos eventos, desde 2002
Equinócio do Outono 23-09-2023- A celebrar nos Templos-do-sol, em Chãs, de Foz Côa, às 08 horas em cujos amplos e purificadores espaços, Fernando Assis Pacheco - Poeta e Jornalista - abriu seus braços um mês antes de partir para eternidade.
Foi em Outubro de 1995. Estava-se em plena polémica das gravuras. Encontrei-o a meio da tarde desse dia, em Foz Côa, e já de regresso do Vale do Côa, para onde fora destacado, em reportagem, pela revista Visão.
Embora visivelmente cansado da jornada, saudou-me com um ar de muita satisfação e alegria, parecendo não dar por perdido o esforço da sua missão, cujo contentamento acentuou ainda mais quando me perguntou se eu era daqui. Respondi-lhe que era natural de uma aldeia que também tinha bonitas gravuras, no seu termo, as da Quinta da Barca, junto ao Côa, e uma fragas muito curiosas, nas proximidades, que gostaria que visitasse.
-Mais tarde, em 2001, quando ali descobri os alinhamentos solares com o nascer e pôr-do-sol, no ciclo das estações do ano, batizei a dita pedra de Pedra dos Poetas, elegendo o caprichoso altar como um local de peregrinação e evocação poética, tendo passado ali a ler poemas alusivos ao sol e às estações do ano ou ao espírito sensível dos inspirados pela Natureza ou pelas Musas
Fernando Assis Pacheco nasceu em Coimbra, 1 de fevereiro de 1937, cidade onde se licenciou em Filologia Germânica e onde viveu até iniciar o serviço militar, em 1961. Na juventude, foi ator de teatro
A celebração principal vai decorrer no santuário rupestre da Pedra da Cabeleira - Espelho solar de Hórus - A lembrar o antigo símbolo da mitologia egípcia, que a lenda cristã batizou de Pedra da Cabeleira de Nª Sra, como tendo ali deixado os cabelos gravados, na gravura escura existentes, quando ali se abrigou na sua fuga para o Egito
A próxima celebração do Equinócio do Outono, é dia 23, com momentos poéticos e evocação à memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian, bem como de sua esposa Madalena Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da Gulbenkian - Uma das maiores e mais importantes fundações da Europa e do mundo
A voz de José Azeredo Perdigão - Tributo à sua memória do jornalista que o entrevistou e o que vai recordar na celebração do equinócio do Outono, dia 23 do corrente, às 08 horas, num dos alinhamentos sagrados dos templos-do-sol, em chãs, de V. N. de foz Côa. quatro dias depois de passarem 130 anos do seu nascimento
Fundação Gulbenkian - Azeredo Perdigão – 1896-1993 Recordando a voz e o homem na 1ª pessoa –“Administração da Fundação Gulbenkian, absorve-me toda a minha atividade... Hoje a minha vida é esta cadeira, onde estou sentado” - “Eu não sou velho, sou antigo!... Que é uma coisa diferente.
Associe-se à maravilha do Olho de Hórus no Equin
CASTRO DO CURRAL DA PEDRA - Que se ergue nas proximidades, poderá ter-se chamado a povoação de Izeda - Nome porventura derivado deÍsis (ou Isidis, na sua forma latina) tida originalmente como a deusa da maternidade, da magia, da cura e da proteção.
É recordado por Joaquim Trabulo, filho do irmão de minha mãe, Acácio Trabulo, no seu livro"Por Veredas do Vale do Côa - Roteiros de Chãs, acerca da origem da chamada Pedra da Cabeira de Nª Sra, cuja gruta em forma de semiarco é atravessada pelos raios solares do nascer do sol no 1º dia dos Equinócios do Outono e da Primavera, " que o lugar do santuário rupestre parece conter uma certa magia e um certo segredo! (...)
"Sabemos que no antigo Egipto do concelho de Longroiva, que abrangia esta zona até ao Côa, existiu uma povoação chamada Izeda. Nas inquirições de D. Dinis, a descrição do julgado de Longroiva diz o seguinte: "Dizem as testemunhas de Longronha e Muxagata e Izeda e outros lugares que o herdamento do Temple tragem tudo por honra" (...) Ora, Pinho Leal, no seu dicionário Corográfico, diz que "Ized"a (...) também pode ser derivada de Isidis e cujo culto se propagou por quase todo o mundo, sendo também adoptado pelos Suevos"
Isis chegou a ser considerada no mundo romano a imagem da deusa universal; e em sua honra celebraram-se mistérios iniciáticos e grandes festas públicas. Para os egípcios era a deusa da fertilidade e os gregos compararam-na a Frodite, a protetora do amor. Isis casou com Osiris, seu irmã, tendo resultado desse casamento um filho - Hórus, o terceiro membro da trindade egípcia."
O maciço dos Tambores, a curta distância da aldeia de Chãs, de Vila Nova de Foz Côa, uma vez mais vai ser o cenário evocativo para assinalar a celebração do Equinócio do Outono Em cerimónia simples, mas de expressivo simbolismo, pendor místico e histórico, frente ao portal do antigo altar sacrificial do santuário rupestre, conhecido por Pedra da Cabeleira de Nossa Senhora, com belos momentos de poesia, bem-dizendo e festejando os dias da estação mais nostálgica do ano. Justamente, no dia em que, a luz se reparte com a das trevas, em que o dia e noite, tem aproximadamente a mesma duração de 12 horas, o que só sucede, e durante todo o ano, na linha do Equador
Esta é a estação marcada por migrações de animais e pelas colheitas e o cair da folha de muitas árvores, recebemo-la hoje no recinto amuralhado do Santuário Sacrificial da Pedra da Cabeleira, localizado numa zona castreja em Chãs, concelho de Vila Nova de Foz Côa.
O enorme penedo está orientado no sentido nascente-poente e possui uma gruta em forma de semi-arco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar
Castro do Curral da Pedra
Está situado no lugar de Quebradas-Tambores, num rochoso planalto sobre o Vale da Ribeira de Piscos, em cujo curso se situam alguns dos principais núcleos de gravuras rupestres classificados como Património da Humanidade. Mas o fenómeno poderá começar a ser visto de véspera, a 21, Domingo – Oportunidade excelente para principiar bem um santo dia. Num local agreste mas encantador - Longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais belas imagens solares!!
Alcandorado na vertente do afloramento granítico, e num ponto predominante, existe ainda um outro calendário pré-histórico, conhecido pela Pedra do Sol, apontado ao pôr-do-sol do dia maior do ano. onde decorrem as celebrações do Solstício do Verão, já consideradas como o Stonehenge português.
A primeira referência ao Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nossa Senhora. foi feita por Adriano Vasco Rodrigues, no seu estudo publicado em 1982, sobre a História Remota de Meda., que o classificou como local de culto ou de sacrifícios.
“O MAR DA MINHA TERRA É DE GRANITO” – Diz o poeta, escritor, dramaturgo, jornalista e advogado, Manuel Daniel, natural de Meda, mas que , depois de ter peregrinado por várias partes do pais, dedicado à causa pública, em Pombal, S. João da Pesqueira, Reguengos de Monsaraz, Guarda, nas tesourarias e repartições de Finanças, acabaria por se fixar em Vila Nova de Foz Côa, a cuja cidade se entregaria com grande amor e paixão, como se fosse terra sua, tendo aqui exercido, a par do trabalho da advocacia e do jornalismo e de um intenso gosto pela literatura, que desde bem cedo cultivou, com vários livros publicados nos diferentes géneros literários.
Pedro Daniel - filho de Manuel Daniel
MANUEL DANIEL - HOJE OS OLHOS DO POETA JÁ NÃO PODEM CONTEMPLAR A LUZ DO DIA - ESTÁ COMPLETAMENTE CEGO - Mas nós não o esquecemos de, uma vez mais, ali lermos, com muito gosto, versos de sua autoria, justamente no pequeno altar dos poetas, onde, no solstício de Junho de 2011, ali ergueu a sua voz para se associar à evocação do poeta Fernando Assis Pacheco