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segunda-feira, 18 de maio de 2026

Dia Internacional dos Museus -Templos do Sol-Chãs- Foz Côa.- Espaço aberto aos Céus - Não deixe de contemplar esta maravilha na celebração do solsticio do Verão, 21 de Junho Megalíticos de ancestrais civilizaçãoes que são um desafio ao nosso entendimentoe e interpretação


Dia Internacional dos Museus -Templos do Sol-Chãs- Foz Côa.- Espaço aberto  aos Céus -Não deixe de contemplar  esta maravilha  na celebração do solsticio do Verão,  21 de Junho  Megalíticos de ancestrais civilizações  que são um desafio ao nosso entendimento e interpretação

O Verão está a chegar! É já dia 21 - De manhã, ao nascer do sol, é celebrado em Stonehenge, no condado de Wilshire, Inglaterra, e,  ao pôr do sol, desde 2003, nos Tambores-Mancheia - aldeia de Chãs, concelho de V. N de Foz Côa.

Das 18.30 às 20. 45 - aldeia de Chãs . Foz Côa - Venha celebrar connosco o solstício do Verão, renovar-se de novas energias, sublimando e purificando o físico e o espírito num lugar que os nossos ancestrais celtas elegeram para saudar o pôr-do-sol do dia maior do ano - No dia em que o astro reluzente e belo, fonte da vida e espelho de Deus, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do Equador





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Estamos abertos à participação de todas as correntes e credos, conquanto possam valorizar o espírito evocativo ou científico dos nossos eventos - Não apenas aos adeptos do panteísmo ou culto da Natureza, mas a todos os curiosos ou peregrinos, investigadores e académicos, que se interessem pelo estudo das antigas crenças e rituais pré-cristãos

Dia Internacional dos Museus sob o tema “Museus a unir um mundo dividido”.   Este tema destaca o papel fundamental dos museus como pontes entre divisões culturais, sociais e geopolíticas, promovendo o diálogo, a compreensão, a inclusão e a paz entre comunidades em todo o mundo.
Aqui. nestes amplos e maravilhosos espaços, também apelamos à tranquilidade e à Paz na Humanidade
























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Por Jorge Trabulo Marques- Autor da descoberta e dinamizador dos eventos

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Trata-se de um imponente bloco granítico de forma arredondada, com três metros de diâmetro e a configuração do globo solar e da esfera celeste, que se supõe ter sido posto de observação astronómico e local de culto por antigos povos que habitaram a área -Desde o neolítico e calcolítico, civilizações de que existem abundantes vestígios - Porém, observado de perfil voltado a ponte, o referido monumento assume a estranha forma de um curioso busto humano.

O Verão entra oficialmente no dia 21 de junho de 2026 (às 09h24 de Portugal Continental e Madeira), através do solstício de verão. Este é o dia mais longo do ano no Hemisfério Norte - Esta é a leitura que interessa especialmente à ciência. E também a todos os que se interessam pelo estudo dos observatórios astronómicos pré-históricos e pela sua ligação à cultura religiosa .

É precisamente com o objectivo de evocar esse duplo significado, que este ano, estão previstos dois eventos distintos: um destinado à observação astronómica por alunos da Escola Coronel Adão Carrapatoso, outro, preenchido com uma cerimónia de pendor místico, com música e louvores às forças da natureza, por pagãos de Portugal e de outros pontos da Europa...



O Vale do Côa, não é só já famoso pelas suas gravuras rupestres mas também por dois magníficos templos solares, já apontados por estudiosos como a Rota do Sol ou o “Stonehenge Português”   –  Um é a   Pedra do Sol ou Pedra do Solstício, um enorme monólito; o outro, é o Santuário Rupestre da Cabeleira de Nossa Senhora, classificado, há duas décadas, como antigo local de culto do crânio e de sacrifícios, e, posteriormente,, em 2002, como um  verdadeiro calendário astronómico primitivo ,

O cortejo em direção do majestoso megálito pré-histórico,  parte do adro da aldeia, às 18.30. Os participantes  da celebração  podem testemunhar a passagem dos raios solares sobre o eixo da Pedra do Solstício, numa imagem de grande simbolismo histórico e místico, às 20.45, monumento sobranceiro ao maravilhoso vale da Ribeira Centeeira 

Alinhamento sagrado com os Equinócios da Primavera e do Outono 

 

Equinócio do Outono 2019 - Templos do Sol com belos poemas de JOÃO DE DEUS, extraídos do livro CAMPO DE FLORES - Na presença do seu bisneto, António Ponces de Carvalho, e de sua esposa Filomena e do trineto, o Salvador – que nos deram o prazer de os cantar e de os ler  


EPEDRA DA CABELEIRA DE Nª SENHORA . ALINHADA COM O NASCER DO SOL NOS EQUINÓCIOS O enorme penedo está orientado no sentido nascente-poente e possui uma gruta em forma de semi-arco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar


Na verdade, sítios há que são uma tentação, um verdadeiro centro de emanações e de eflúvios, propensos ao deleite, ao esquecimento e à sublimação. Muitas destes espaços graníticos, são um permanente convite, áurea unção e arroubamento aos sentidos.


Quis um feliz caso, que eu pudesse ser o privilegiado dessa fabulosa descoberta, em 2001, tal como a dos monumentos megalíticos que se seguiram, especialmente o da Pedra do Solstício, mercê de continuada investigação, este alinhado com o solstício do Verão, junto do qual, graças a algumas boas vontades, têm decorrido outras celebrações.
 
    Pedra da Pila- Esta nos arredores de Santa Comba - Freguesia vizinha das Chãs
Esta no Maciço dos Tambores- Templos-do-Sol

              Busto numa das colinas de granito - Ergue.se caminho da aldeia da minha aldeia




Civilizações ancestrais, antiquíssimas, embora ainda muito longe de disporem dos instrumentos científicos e  da inteligência artificial, nem por isso deixavam de  orientar as suas vidas através dos ciclos das estações do ano E de erguer gigantecos megálitos, alguns dos quais com feições humanas - Existem também enigmáticas imagens dessas no maciços dos Tambores, configurando bustos de seres humanos, de falos e animais, onde se situam vários calendários pré-históricos, reportados neste blogue

Esta também no Maciço dos Tambores
 “Há muito tempo, houve um evento catastrófico. Tudo na terra mudou. Um grupo de gigantes (10-12 pés de altura mais ou menos) com crânios alongados queriam arrumar tudo novamente... não restavam muitos deles... mas se dirigiram aos lugares de poder na terra e começaram a construir megálitos de. Pedra que recativaram a rede da terra com a esperança de que retornará uma nova era dourada. Estudar isso é fascinante mas, a verdadeira razão é também queremos criar uma idade de ouro e queremos entender como eles estavam usando pedras para aproveitar a energia natural da terra. 
MACIÇO DOS TAMBORES - CHÃS

Então podemos usar essas tecnologias para nos tornar felizes a todos novamente. É a fusão do velho e o novo. É a fusão da ciência e da espiritualidade. E é a fusão do sagrado e da diversão. Esse é o projeto céu na terra. Os gigantes deixaram monumentos e registros de como eles se viam em todo o mundo em pedra. Este é no colorado

Todos esses depoimentos imóveis parecem supor que esse território, em uma posição estratégica, teria sido um lugar sagrado, onde rituais ligados ao ciclo de estrelas e solstícios foram desenvolvidos ...Extraido de https://www.facebook.com/eduar.cerna.9/media_set?set=a.2011817499050791&type=3


SETE ALINHAMENTOS 


No Maciço dos tambores, até à presente data, foram descobertos sete alinhamentos: Pedra da Cabeleireira de Nª Senhora, atravessada pelos raios solares do nascer do sol nos Equinócios; a Pedra  do Solstício, alinhada com o pôr do sol do Solstício do Verão; "As Portas do Sol, alinhada com o nascer do sol  do Solstício do Inverno e o pôr do sol do Verão;  Pedra Phallus Impudicus, alinhada com o nascer do sol do Solstício do Inverno ;a Pedra da Ursa Maior com as sete fossetes, alinhada com os Equinócios e com simbologia ou enquadramento com  Ursa Maior e a Pedra Caranguejo,  atravessada pelos raios solares do pôr do sol dos equinócios

Espantoso achado, encontrado nos Tambores  – pelo autor deste site – Denota faltar-lhe uma parte e a ponta - J. Leite de Vasconcelos, em Religiões da Lusitânia, designa um parecido, de troféu



Na anta da Cunha·Baixa (Mangualde), a que me referi a cima, Pág.71, encontrei um objecto de granito, com a conformação indicada na figura 73: o objecto tem de comprimento 1m,20 e de maior largura om,20, apresentando ao longo uma serie de sulcos feitos com toda a regularidade; estava deitado à entrada da camara. Não me parece fácil determinar precisamente o uso d'este objecto. Nunca vi outro igual, conquanto tenha encontrado dentro das antas pedras mais ou menos compridas e irregulares, que talvez lá não fossem postas sem especial intuito I. Num livro do sr. Joly s vem o desenho de um objecto que represento na fig. 74, o qual não deixa de ter alguma parecença com o de cima, embora  talvez seja muito menor, e de outra substância; o A. denomina-o registe-se de  comptes, Inclino-me a crer que o objecto Cunha-Baixa representa um troféu, designado os sulcos



 


Esta extraordinária imagem,  configurando uma gigantesca esfera terrestre ou a esplendorosa configuração de um enorme globo solar  projectando os seus dourados raios, a poente, foi registada, pela primeira vez, cerca das 20.45 horas do dia 21 de Junho de 2003 e poderá repetir-se,  todos os anos,  ao fim do dia mais longo do ano e à mesma hora, caso as condições atmosféricas o permitam.  - Vista da face sul para Norte, prefigura um busto masculino, enquanto do lado  oposto, faz lembar um perfil feminino.

A partir do ponto onde o sol então se pôs ( e  voltará a pôr-se) começa o Verão e, de igual modo,  a grande estrela-fiel inicia o movimento aparente da sua declinação para o Hemisfério Sul – E, até atingir esse ponto extremo, no Solstício do Inverno, distam vários quilómetros: ou seja, desde o ponto do horizonte, onde ele se vai pôr, em  perfeito alinhamento com a crista do esférico bloco e o centro do pequeno círculo que se encontra cavado, a alguns metros a oriente, na mesma laje da sua base de apoio.

solstício 2008

Ergue-se sobranceiro ao aprazível vale da Ribeira Centieira, num ponto tal que, à primeira vista, apesar da sua brutal grandeza, parece que,  só com um simples empurrão, alguém o poderia fazer  resvalar até ao fundo da escarpada encosta 


A curta distância  do Santuário Rupestre da Cabeleira de Nossa Senhora.  Visto, perpendicularmente, em direcção ao pôr-do-sol no solstício, assume a forma redonda. Observado, porém, noutro ângulo, deforma-se e  toma a forma de um busto feminino, de perfil a norte e, masculino, de perfil a sul  

Pedras que não  são apenas pedras : têm histórias que  e transmitem telúricas energias Situam-se  em lugares especiais da Terra,  são lugares de harmonia e de cura


Os calendários solares,  ali existentes, fazem parte dos chamados alinhamentos sagrados, com a mesma orientação de muitas igrejas da antiguidade, ou,  recuando ainda mais no tempo, tal como outros observatórios pré-históricos, que ainda perduram em várias partes do mundo - São locais de cura, atravessados por  linhas ou energias geodésicas  especiais, que os saberes e a experiência de antigas civilizações, que viviam em estreita ligação com a Natureza, escolheram para seu benefício próprio e, ali,  se dirigirem às suas divindades. De referir que as duas vertentes do vale são atravessadas pela falha sísmica do “graben" de Longroiva, nome de antiga vila de origem celta ,a que a freguesia de Chãs, já pertenceu, e  onde existe uma das mais antigas estâncias termais do país.


UM DOS MEUS SACRÁRIOS -CONTEMPLAR O SUBLIME E DIRIGIR A DEUS AS MINHAS PRECES - Sendo certo que, sob a luz divina,

 somos todos irmãos e filhos de Deus,
aqui me dirijo também, nesta minha prece, nesta evocação,
e na esperança de que as minhas palavras encontrem algum eco
e não sejam proferidas em vão,
ao coração de todos os pobres e aflitos da Terra
que, nos dias de hoje, mesmo às horas mais mortas, 
não tendo sequer um tecto, um mísero abrigo onde se acolherem,
choram, em silêncio, dilacerados, lágrimas amargas e profundas, 
uns, já vazios de esperança e rendidos ao seu desespero, 
outros, com alguma centelha na alma, 
aguardando que a divina luz da prateada roda 
ou do rubro clarão do sol, os cubra de melhor sorte,
os livre, de vez, do seu infortúnio e da sua triste ventura

TOM GRAVES, AUTOR DO LIVRO AGULHAS DE PEDRA – A ACUMPUCLTURA DA TERRA – JÁ ESTEVE NOS TEMPLOS DO SOL


Deslocou-se da Austrália, expressamente para estudar os dois alinhamentos. E concluiu que ambos os monumentos se se situam em sítios para onde convergem vários veios de água. Graves, defende que os lugares sagrados são centros para os quais muitas das linhas de água convergem umas com as outras e também com os centros padrões de linhas acima do solo, à semelhança do que acontece com as artérias do corpo humano.


Há algo predestinado na vida dos homens e dos povos - Umas vezes para o bem e outras para o mal - Se Hitler não tivesse nascido, decerto que milhões de vidas teriam sido poupadas na Europa - O mesmo se pode aplicar ao próprio Salazar - Evitou que Portugal entrasse na segunda guerra mundial - pelo menos de forma directa - mas empurrou-nos para o pesadelo de uma longa guerra colonial . Acredito, pois, que há homens diabólicos e outros providenciais. Claro que, mesmo estes têm os seus defeitos: não existe ninguém que não tenha o seu lado bom e o seu lado mau - Defeitos e virtudes - O mau é quando são mais os defeitos do que as qualidades - Vem isto a propósito da feliz circunstancia de, apesar dos vestígios arqueológicos dos Tambores (incluindo os seus Templos Solares), não terem sido estudados por muitos investigadores, pelo menos, mereceram atenção dos mais qualificados nas diferentes áreas de saber .

 E, de facto, quem havia de imaginar que, depois de um dos mais famosos especialistas internacionais em Radiestesia,surgiria um outro mago (dir-se-ia da mesma craveira) sobre a decifração dos segredos que nos legaram os homens da era da pedra. - Não usa a técnica da varinha do vedor mas um apuradíssimo sentido de observação. E o mais curioso é que, mesmo sem se conhecerem, analisando os estudos de um e do outro, até parece que andaram por lá juntos - Constato, pois, com agradável surpresa que as pedras que chamaram atenção de Albano Chaves, também já haviam despertado a curiosidade de Tom Graves - E, outro dado em comum: ambos se serviram dos GPS. Tom Graves teve a gentileza de me enviar as suas fotografias, devidamente assinaladas - Conto noutra oportunidade vir aqui a divulgá-las - Mas, para já, não perca o minucioso e brilhante estudo que nos proporcionou Albano Chaves. - Siga os seus passos através das explicações, gráficos e imagens, que não vai dar por perdido o seu tempo - Sobretudo se for um interessado pela jornada civilizacional da Humanidade.

A pedra intacta e a nascente: coubera-lhes o mistério da fundação do mundo, no primeiro dia os anjos. E ao seu gesto se ordenaram os ventos, pelo fogo invisível e o bastão rasgaram os caminhos dos condutores de povos e dos reis, preparação amorosa das sombras. No poder da pedra e da nascente os círculos sagrados e as árvores e os lugares terríveis das batalhas. A Terra aguardava, Inverno e solidão do Sol.”


    Sim, sítios há em que a natureza fala e é benéfica, edifica as suas cúpulas e consagra os seus templos ao Grande Espírito Universal; noutros, pelo contrário, é muda e hostil, avara e maléfica. Aquelas pedras, a que me refiro, são um prodígio de generosidade! Autêntico milagre do inanimado silencioso para o animado vibrátil e etéreo musical. Que, as aves, tão bem entendem e conhecem! Pois, quantas vezes, não são atraídas pelo misterioso fascínio e musicalidade dessas mesmas pedras! E para quê?... Apenas para repousarem, fazerem, ali, os seus ninhos, e se protegerem dos depredadores?  Ou, por exemplo, ali pousarem ainda, porque a intuição as chama por uma razão mais profunda e misteriosa?!... Eu inclino-me, também, para esta segunda hipótese: Ou seja, para que, em total afinidade e compreensão com a linguagem das pedras, e pousando, naturalmente, nas  faces  esculturais ou nos traços ainda disformes de algumas das rústicas e rugosas arestas, os ácidos dos seus excrementos, as possam ajudar a  polir as caprichosas formas, tão expressivas, sublimares e espirituais! - Tal como o fazem os ventos, as chuvas e o raio, de molde a perpetuar-lhes e aperfeiçoar-lhes, essas suas, tão  inacreditáveis fisionomias, que tantas vezes exteriorizam, ou as magnificentes catedrais, que denotam revelar, até  no interior das mais singelas grutas, e pontos do mais inacessível acesso.

Sim, ó bustos vivos do mundo aparentemente mudo e apagado!


Estranhos morros, que, à primeira vista, mais lembram terra de ninguém, parda e erma paisagem de um qualquer pedaço lunar. Porém, estamos certos de que não haverá ninguém que, ao pisar o milenar musgo ressequido destas tisnadas fragas, ao inebriar-se com os seus bálsamos, as subtis fragrâncias que evoluem das giestas, das ervas e pedras, volvendo o olhar em torno dos vastos horizontes que se rasgam por largos espaços, fique indiferente ao telúrico pulsar, à cósmica configuração e representação divina, que ressalta em cada fraguedo ou ermo penhasco - 

Este é, pois, o fim de um extenso reino terrestre (conhecido pela meseta ibérica) que atravessa a fronteira de Espanha e vem perder-se aqui, numa autêntica fortaleza amuralha, apontada a Norte, configurando a proa de um autêntico navio fantasma, recheado na sua coberta e nalguns dos seus flancos, das mais caprichosas formas rochosas, mas absolutamente bloqueado pela acção poderosíssima dos sedimentos xistosos, metamórficos que, as convulsões mais fundas e primevas do interior da terra, trouxeram à superfície, com a nudez dos seus mais alcantilados montes e fundos vales, onde a acção modeladora dos milénios e o trabalho hercúleo do homem, tem feito verdadeiras obras primas! - Esse é o Douro vinhateiro, o Reino Maravilhoso, mitificado e idolatrado pelas raízes e vivência, observação e sensibilidade excepcional de Miguel Torga. E esta é, também, uma das fronteiras naturais, onde dois mundos geográficos e geológicos, confluem, cada qual cioso das suas riquezas , das suas peculiaridades e maravilhas

TOM GRAVES, AUTOR DO LIVRO AGULHAS DE PEDRA – A ACUMPUCLTURA DA TERRA – JÁ ESTEVE NOS TEMPLOS DO SOL


Deslocou-se da Austrália, expressamente para estudar os dois alinhamentos. E concluiu que ambos os monumentos se se situam em sítios para onde convergem vários veios de água. Graves, defende que os lugares sagrados são centros para os quais muitas das linhas de água convergem umas com as outras e também com os centros padrões de linhas acima do solo, à semelhança do que acontece com as artérias do corpo humano.


Há algo predestinado na vida dos homens e dos povos - Umas vezes para o bem e outras para o mal - Se Hitler não tivesse nascido, decerto que milhões de vidas teriam sido poupadas na Europa - O mesmo se pode aplicar ao próprio Salazar - Evitou que Portugal entrasse na segunda guerra mundial - pelo menos de forma directa - mas empurrou-nos para o pesadelo de uma longa guerra colonial . Acredito, pois, que há homens diabólicos e outros providenciais. Claro que, mesmo estes têm os seus defeitos: não existe ninguém que não tenha o seu lado bom e o seu lado mau - Defeitos e virtudes - O mau é quando são mais os defeitos do que as qualidades - Vem isto a propósito da feliz circunstancia de, apesar dos vestígios arqueológicos dos Tambores (incluindo os seus Templos Solares), não terem sido estudados por muitos investigadores, pelo menos, mereceram atenção dos mais qualificados nas diferentes áreas de saber . E, de facto, quem havia de imaginar que, depois de um dos mais famosos especialistas internacionais em Radiestesia,surgiria um outro mago (dir-se-ia da mesma craveira) sobre a decifração dos segredos que nos legaram os homens da era da pedra. -

 Não usa a técnica da varinha do vedor mas um apuradíssimo sentido de observação. E o mais curioso é que, mesmo sem se conhecerem, analisando os estudos de um e do outro, até parece que andaram por lá juntos - Constato, pois, com agradável surpresa que as pedras que chamaram atenção de Albano Chaves, também já haviam despertado a curiosidade de Tom Graves - E, outro dado em comum: ambos se serviram dos GPS. Tom Graves teve a gentileza de me enviar as suas fotografias, devidamente assinaladas - Conto noutra oportunidade vir aqui a divulgá-las - Mas, para já, não perca o minucioso e brilhante estudo que nos proporcionou Albano Chaves. - Siga os seus passos através das explicações, gráficos e imagens, que não vai dar por perdido o seu tempo - Sobretudo se for um interessado pela jornada civilizacional da Humanidade.