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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Olho de Hórus no Equinócio do Outono 23-09-2026 às 08 horas. Um dos símbolos mais fascinantes da mitologia egípcia - maravilha a contemplar num dos altares dos Templos-do-Sol, arredores da aldeia de Chãs. de V. N. de Foz Côa erguido no Maciço dos Tambores, onde termina a Meseta Ibérica e principia o reino do xisto - A que uma lenda cristã, passou a chamar de Pedra da Cabeleira de Nª Sra, por ali ter deixado os cabelos gravados durante a sua fuga para o Egito


          Jorge Trabulo Marques - Jornalista -  Organizador das celebrações nos alinhamentos sagrados  desde 2002

A próxima celebração do Equinócio do Outono, é dia 23, com  momentos poéticos e evocação à memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian, bem como de sua esposa Madalena Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da Gulbenkian - Uma das maiores e mais importantes fundações da Europa e do mundo

A voz de José Azeredo Perdigão - Tributo à sua memória do jornalista que o entrevistou e o que vai recordar na celebração do equinócio do Outono, dia 23 do corrente, às 08 horas, num dos alinhamentos sagrados dos templos-do-sol, em chãs, de V. N. de foz Côa.  quatro dias depois de passarem 130 anos do seu nascimento

Fundação Gulbenkian - Azeredo Perdigão – 1896-1993 Recordando a voz e o homem na 1ª pessoa –“Administração da Fundação Gulbenkian, absorve-me toda a minha atividade... Hoje a minha vida é esta cadeira, onde estou sentado” - “Eu não sou velho, sou antigo!... Que é uma coisa diferente. 


Associe-se à maravilha do Olho de Hórus no Equinócio do Outono 23-09-2026 às 08 horas. Um dos símbolos mais fascinantes da mitologia egípcia - A contemplar num dos altares dos Templos-do-Sol, arredores da aldeia de Chãs. de V. N. de Foz Côa erguido no Maciço dos Tambores, onde termina a Meseta Ibérica e principia o reino do xisto - A que uma lenda cristã, passou a chamar de Pedra da Cabeleira de Nª Sra, por ali ter deixado os cabelos gravados durante a sua fuga para o Egito

Local mágico, pleno de história e de misticismo, dos tais lugares da terra onde a beleza e o esplendor solar podem repetir-se à mesma hora e com a mesma imagem contemplativa de há vários milénios pelos povos que habitaram a área: longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares

E, se tocar um instrumento musical, não deixe de o levar para melhor sentir - corporal e espiritualmente - a intrínseca beleza do fenómeno astronómico proporcionado pelo nascer do sol no majestoso alinhamento sagrado. Sim, confiantes de que as condições atmosféricas o permitam: as nuvens não ofusquem os raios solares que atravessam o semiarco da sua gruta marca o início do Outono no Hemisfério Norte.

Este é, pois, um dos alinhamentos sagrados, erguidos nas proximidades, das muralhas de um antigo castro, que se situa no ponto mais proeminente do granítico planalto do maciço dos Tambores e Mancheia, no qual termina a Meseta Ibérica e começa o reino do xisto e se localiza um dos principais núcleos de gravuras rupestres classificados como Património da Humanidade. - O Núcleo de gravuras da Ribeira dos Piscos

Poeta João de Deus – Lido e cantado numa câmara de ressonância pré-histórica Por António Ponces de Carvalho, e de sua esposa Filomena
O Dia dos Milagres” Nos Templos do Sol – de Francisco Moita Flores - Solstício do Verão 2016


O monumental megálito do Olho de Hórus, conhecido por Pedra da Cabeleira de Nª Srª, está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar -Situa-se num pardo ermo de um impressionante afloramento granítico, conhecido por Tambores, numa vasta área de abundantes vestígios pré-históricos, entre os quais avulta o Castro do Curral da Pedra

Poeta Manuel Daniel - Equinócio do Outono 20 21

Antigas civilizações, “entendiam que os locais de poder eram curativos, davam vigor, e geralmente é uma experiência particular. Locais especiais nos ajudam a que possamos reconstruir um momento de plenitude, onde nosso espírito se abre, sentindo abarcar o mundo

Ídolos rochosos que transmitem ciência, saberes e misticismo ancestral perdido ou sensivelmente apegado no tempo, mesmo assim perpetuado em majestosos monumentos megalíticos de Pedra - É o que sucede nos maciços dos Tambores e Mancheia, no termo da freguesia de Chãs, concelho de V. N de Foz Côa,

Artista João Canto e Castro.




Olho de Hórus. Símbolo Sagrado do antigo Egito que significa poder, proteção, cura e regeneração. usado como amuleto para afastar o mau-olhado, energias negativas, inveja e doenças. A que a lenda cristã, passou a dar o nome de Pedra da Cabeleira de Nª Srª: porque: "durante a fuga de Nª Srª para o Egito, ao passar pelo maciço dos Tambores, num acalorado dia de Verão, se teria abrigado por debaixo desta lapinha, deste megalítico, .

E, quando, a Virgem Maria se retirou, que os seus cabelos teriam ficado gravados na rocha, aonde tinha encostado a cabeça " No entanto, para o saudoso Prof. Moisés Espírito Santo, o significado deste símbolo de uma pintura rupestre que ali existe no topo de um nicho à entrada do lado direita deste alinhamento sagrado, teria mesmo o significado de símbolo solar.

Entre outras referências do importante estudo que nos ofereceu, disse: "Visitei o monte dos Tambores para observar o calendário rupestre e dei particular atenção aos nomes dos sítios e das pedras que constituíram o calendário. O que vou expor não consta nos livros de História de Portugal onde notamos uma crassa ignorância e uma verdadeira fobia quanto à cultura dos nossos antepassados lusitanos

E, referindo-se, ao Maciço dos Tambores, sublinhou “Tambores «é o nome do monte onde encontramos o calendário rupestre. Tambores é uma corrupção fonética do vocábulo cananita e hebraico tabor que, literalmente, significa «umbigo» e, metaforicamente, «centro da terra, parte mais elevada da terra, umbigo da terra», quer dizer, um monte sagrado. Jerusalém é classificada de «umbigo da Terra» (Ezequiel 38:12).

Também existiu na Palestina (antiga Fenícia) um monte Tabor onde o Antigo Testamento (Juizes, 9:38, Deuteronómio 33:19) situa um santuário hebraico e sobre o qual Jesus se transfigurou perante alguns discípulos (Mateus 17:1-9). O monte dos Tambores, em Foz-Coa, foi um santuário lusitano/fenício ao Sol, como vamos ver” – Excertos das suas palavras.

Equinócio do Outono 23-09-2026 - Momento em que a Terra é iluminada pelo Sol de igual forma no hemisfério sul como no hemisfério norte - , vai ser celebrado, no próximo dia 23, entre as 08.00 e as 08.30 da manhã, frente ao portal de um antigo santuário rupestre, em Chãs, concelho de V. N de Foz Côa, conhecido por Pedra da Cabeleira de Nossa Senhora, com momentos de música, de poesia e uma cerimónia religiosa alusiva à bênção dos frutos

Se quer reviver a mesma imagem que os nossos ancestrais veneravam, o mesmo esplendor solar contemplado pelos povos, que se abrigavam nas cabanas ou por entre as concavidades das rochas, em estreita convivência com a natureza e conhecedores de muitos dos seus segredos, não deixe de estar presente, entre as O8.OO e O8.3O, dia 23, em mais um acto evocativo, no Monte dos Tambores, onde será assinalada a entrada do Equinócio do Outono.

Não tinham relógios nem calendários, como hoje os temos, mas nem por isso deixavam de saber quando uma estação terminava e outra começava. Erguiam enormes blocos ou aproveitam-se de outros já existentes e adaptavam-nos para as suas observações astronómicas. Fazendo deles, além de verdadeiros monumentos, também os seus locais de culto e de cura. Muitos caíram no esquecimento ou foram destruídos. Porém, outros, ainda subsistem em vários pontos do Globo: o mais famoso é Stonehenge e, em Portugal, os templos do sol, no maciço dos Tambores, aldeia de Chãs, onde são celebrados os ciclos do ano e evocados, tempos idos.


Bispo Emérito de S. Tomé e Príncipe, Dom Manuel dos Santos - Equinócio de Outono 2015

                                      Alinhamento da Pedra Carangueijo ao pôr do sol - Nos Equinócios

São conhecidos por alinhamentos sagrados, remontam ao período megalítico e existem em várias partes do mundo, mas sobretudo na Europa. Sendo o mais famoso o Stonehenge. Muitos destas gigantes estruturas estão em perfeito alinhamento com os corpos celestes, especialmente com os Equinócios e os Solstícios - Perpetuam memórias de verdadeiros calendários astronómicos, que antigas civilizações elegeram como especiais locais de culto – No maciço dos Tambores

Durante a ocupação romana da Península Ibérica (Lusiânia e Galécia), os cultos orientais expandiram-se por todo o império. O culto à deusa egípcia Ísis e a Serápis chegou ao atual território português. Vestígios arqueológicos — como inscrições epigráficas, estatuetas e amuletos descobertos em cidades romanas como Olisipo (Lisboa), Bracara Augusta (Braga) e Scallabis (Santarém) — comprovam que as populações locais integraram divindades egípcias nos seus rituais religiosos diários há dois mil anos.

É recordado por Joaquim Trabulo, filho do irmão de minha mãe, Acácio Trabulo, no seu livro"Por Veredas do Vale do Côa - Roteiros de Chãs, acerca da origem da chamada Pedra da Cabeira de Nª Sra, cuja gruta em forma de semiarco é atravessada pelos raios solares do nascer do sol no 1º dia dos Equinócios do Outono e da Primavera, " que o lugar do santuário rupestre parece conter uma certa magia e um certo segredo! (...)

"Sabemos que no antigo Egipto do concelho de Longroiva, que abrangia esta zona até ao Côa, existiu uma povoação chamada Izeda. Nas inquirições de D. Dinis, a descrição do julgado de Longroiva diz o seguinte: "Dizem as testemunhas de Longronha e Muxagata e Izeda e outros lugares que o herdamento do Temple tragem tudo por honra" (...) Ora, Pinho Leal, no seu dicionário Corográfico, diz que "Ized"a (...) também pode ser derivada de Isidis e cujo culto se propagou por quase todo o mundo, sendo também adoptado pelos Suevos"


Isis chegou a ser considerada no mundo romano a imagem da deusa universal; e em sua honra celebraram-se mistérios iniciáticos e grandes festas públicas. Para os egípcios era a deusa da fertilidade e os gregos compararam-na a Frodite, a protetora do amor. Isis casou com Osiris, seu irmã, tendo resultado desse casamento um filho - Hórus, o terceiro membro da trindade egípcia."

(...) O lugar do Santuário Rupestre da Pedra de Nº Sra, que se ergue sobre uma laje de um recinto circular amurado com 150 metros de perímetro, tendo-lhe sido dado o nome de uma lenda cristã, de que "durante a fuga de Nª Srª para o Egipto, ao passarem pelo maciço dos Tambore, num acalorado dia de Verão, descansaram debaixo dessa lapinha. E, quando, a Virgem Maria se retirou, os seus cabelos ficaram gravados na rocha, aonde tinha encostado a cabeça " -Sim, de uma pintura rupestre que ali existe no topo de um nicho à entrada do lado direita deste alinhamento sagrado.

O primeiro dia do Outono, no maciço dos Tambores, pode ainda ser contemplado junto ao altar que eu batizei de Pedra do Caranguejo, que é de facto a configuração que toma um outro megálito, na mesma área, encimado na laje, cuja base é atravessada pelos raios solares do pôr do sol.
Uma das anteriores observações, foi presenciada por um grupo de estudiosos e entusiastas pelos chamados lugares de poder, . António Oliveira, Eng Informático; António Filipe , de Coimbra; Leandro Batista, Terapeuta, Teresa, Engª Geotécnica

LUGARES DE PODER, ENERGIA E PURIFICAÇÃO FÍSICA E ESPIRITUAL

SETE ALINHAMENTOS 

Este um dos sete alinhamentos existentes no planalto do Maciço dos Tambores e suas vertentes, , sobranceiro ao maravilhoso e férti vale da Ribeira Centeeira, onde termina a Meseta Ibérica da pedra granítica e principia o reino xisto.

Até à presente data, foram descobertos sete alinhamentos: Pedra da Cabeleireira de Nª Senhora, atravessada pelos raios solares do nascer do sol nos Equinócios; a Pedra do Solstício, alinhada com o pôr do sol do Solstício do Verão; "As Portas do Sol, alinhada com o nascer do sol do Solstício do Inverno e o pôr do sol do Verão; Pedra Phallus Impudicus, alinhada com o nascer do sol do Solstício do Inverno ;a Pedra da Ursa Maior com as sete fossetes, alinhada com os Equinócios e com simbologia ou enquadramento com Ursa Maior e a Pedra Caranguejo, atravessada pelos raios solares do pôr do sol dos equinócios

Não são meras obras da Natureza - Mas ancestral herança dos povos que ali se fixaram e de que ainda persistem abundantes vestígios, quer de utensílios, quer de abrigos como das mais variadíssimos sinais da sua presença-

solstício 2008

De facto, a avaliar pelos vestígios arqueológicos, já estudados, o maciço dos Tambores, é um importantíssimo livro aberto da pré-história: sobranceiro a um dos mais belos e férteis vales da hidrografia do Vale do Côa, ali se refugiaram povos muito antigos, nomeadamente do neolítico, calcolítico, da idade do ferro e do bronze, que, aproveitando os naturais abrigos, as cavernas abertas nos enormes megálitos, as concavidades e grutas dos encastelados afloramentos, ali implantaram os seus acampamentos, valendo-se de grotescas lascas e pedras soltas, de cujas construções ainda prevalecem abundantes vestígios -

Ali sepultaram os seus mortos, cultuaram os seus deuses, ergueram sagrados altares, que tanto podiam servir como locais de culto e de sacrifícios, como de espantosos observatórios astronómicos. - Assim o testemunham os vários alinhamentos sagrados, já descobertos - direcionados com o fim e o inicio de cada estação do ano - Assim o testemunha o olhar maravilhado de todos aqueles que têm assistido às nossas festas e celebrações, junto desses mesmos altares.


domingo, 13 de setembro de 2026

Natália Correia nasceu há 103 anos -Vídeos de memórias a dez dias do Equinócio do Outono 23-09-26 nos Templos-do-Sol - Chãs- Foz Côa - E de José Azeredo Perdigão e sua esposa Madalena Maria Madalena de Azeredo Perdigão, de reportagens do dinamizador destes eventos - Jorge Trabulo Marques - Figuras incontornáveis da Fundação Gulbenkian - a homenagear na tradicional celebração, que se aproxima.

  Jorge Trabulo Marques - Jornalista e dinamizador cultural



Natália Correia nasceu há 103 anos -Vídeos de memórias a dez dias do Equinócio do Outono 23-09-26 nos Templos-do-Sol - Chãs- Foz Côa - E de José Azeredo Perdigão e sua esposa Madalena  Maria Madalena de Azeredo Perdigão,  de reportagens do dinamizador destes eventos - Jorge Trabulo Marques  - Figuras incontornáveis  da Fundação Gulbenkian - a homenagear na tradicional celebração, que se aproxima.


 A próxima celebração do Equinócio do Outono, é dia 23, com  momentos poéticos e evocação à memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian, bem como de sua esposa Madalena Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da Gulbenkian - Uma das maiores e mais importantes fundações da Europa e do mundo

Natália Correia (1923–1993) foi uma das mais marcantes escritoras e poetas portuguesas do século XX, destacando-se também como uma figura central da intervenção cívica, cultural e política em Portugal. “Quando estou a escrever um poema é um ato de comunhão com o Universo!!... um ato cósmico!... “ Os meus livros são profundamente espiritualistas" –– Diz a autora do poema “Creio nos Anjos que andam pelo Mundo”

Natália Correia. Nasceu há 103 anos. Recordações de entrevistas e cantares de poesia no Botequim da Liberdade- e da homenagem prestada nos Templos do sol-Chãs-Foz Côa. com a leitura dos seus belos versos -



Recordando apontamentos e entrevistas nas noites de caloroso convivo e de boémia do Botequim da Natália Correia, no Largo da Graça, Lisboa, anos 80 – Naquele espaço, as surpresas da noite já faziam parte do cardápio da casa, do habitual convívio e diversão

Entrevistei, por várias vezes, a Natália Correia, tal como muitas outras figuras públicas - até mesmo Amália Rodrigues - Aqui recordo alguns desses apontamentos que fiz para a RDP-Rádio Comercial, antes de Cavaco Silva a ter oferecido, a preço de saldo aos da sua confiança politica: ao grupo liderado por Carlos Barbosa (ligado ao Correio da Manhã

Fundação Gulbenkian - Instituição privada de utilidade pública, criada em 1956 por disposição testamentária do magnata arménio Calouste Sarkis Gulbenkian. Com sede em Lisboa e delegações em Paris e Londres, reconhecida como uma das maiores e mais importantes fundações da Europa e do mundo

FALEI COM ELA NA NOITE EM QUE FALECEU

Natália Correia, mais que uma figura inigualável, continua a ser  uma lenda viva – Quem é que, tendo-a conhecido, hoje esquecerá essa figura? Estive à frente dela na noite em que acabaria por falecer. Aliás, era geralmente junto da sua mesa e do Dórido Guimarães, seu fiel amigo e companheiro de todas as horas, que geralmente me sentava

Vendo com ar tão pálido e algo atormentada, enquanto comia uma pequena refeição,  um arroz-bife, perguntei-lhe o que se passava consigo. Respondeu-me, com uma das mãos no peito, que se sentia algo afrontada - Pelo que já não esperou pelo fecho do   botequim

De um momento para o outro, e depois de ter-se levantado e ido aos anexos do bar, vejo sair amparada  a abandonar o Botequim, ante o espanto das pessoas que ali se encontravam.  Vou à rua ver o que se passa. Fiquei com a impressão de que teria ido num táxi para sua casa onde acabaria por falecer. Sim,  na madrugada de 16 de Março de 1993, acometida por súbito ataque cardíaco, em

À minha pergunta se acreditava na vida para além da morte, na sequência de um inquérito  radiofónico, que estava a fazer, respondeu- me  com estes seus versos de  


Fundação Gulbenkian - ACARTE  Entrevista  a Maria Madalena de Azeredo Perdigão 1923 – 89  Memória e Voz  de um  Rosto, Criativo,  Dinamizador, Tutelar  e Mítico da Fundação Gulbenkian: Decisivo a nível da sua expansão e do meio artístico português e internacional  (Figueira da Foz, 28 de Abril de 1923 – Lisboa, 5 de Dezembro de 1989) “Tenho uma grande satisfação do trabalho que faço!...Dá-me uma grande alegria e é com o maior entusiasmo, que eu o realizo!.. – Declarou-me, um ano antes da sua morte, a propósito da 3ª edição dos ENCONTROS ACARTE - 

Vai também ser recordada, tal como  com o seu marido, José de Azeredo Perdigão, na celebração do equinócio do Outono, dia 23, às 08 horas, no alinhamento sagrado, no Maciço dos Tambores, aldeia de Chãs- de V. N. de Foz Côa

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Antigo repórter da RDP - Rádio Comercial 

Entrevistei-a, no Centro de Arte Moderna, nos finais de Julho ou princípios de Agosto, de 1988, a poucos dias da estreia dos ENCONTROS ACARTE –  A entrevista, que conservo nos meu vasto arquivo de memórias de um repórter, destinava-se à 24ª Hora da ex-RDP-Rádio Comercial: - Já lá vão quase três décadas, mas é-me difícil esquecer-me desse honroso e gratificante momento, nomeadamente do seu rosto: pois, ao copiar a cassete de um gravador para a digitalizar em vídeo (sim, e  tenho pena da parte que se perdeu), até me parece que esse diálogo, foi registado ontem: revejo a sua espontaneidade, a naturalidade dos seus  sorrisos, a força interior do seu ânimo e  afabilidade, a prontidão e sinceridade nas suas respostas  e até o ambiente das vozes que havia em redor.

"Madalena Perdigão desenvolveu um diversificado trabalho em prol da cultura portuguesa durante o período do Estado Novo e de entrada na democracia e na Comunidade Económica Europeia, tendo sido criadora e Directora do Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian durante 17 anos (entre 1958 e 1974), local onde fundou a Orquestra, o Coro e o Ballet Gulbenkian, bem como os prestigiados Festivais Gulbenkian de Música. Ao seu currículo juntam-se a presidência da Comissão Orientadora da Reforma do Conservatório Nacional, entre 1971 e 1974, a direcção do Gabinete Coordenador do Ensino Artístico do Ministério da Educação, de 1978 a 1984, a criação e direcção do Serviço ACARTE, de 1984 a 1989, e a criação do Centro Artístico Infantil da Fundação Gulbenkian, entre outros projectos de relevo.  https://run.unl.pt/handle/10362/14576

A voz de José Azeredo Perdigão - Tributo à sua memória do jornalista que o entrevistou e o que vai recordar na celebração do equinócio do Outono, dia 23 do corrente, às 08 horas, num dos alinhamentos sagrados dos templos-do-sol, em chãs, de V. N. de foz Côa.  quatro dias depois de passarem 130 anos do seu nascimento

Fundação Gulbenkian - Azeredo Perdigão – 1896-1993 Recordando a voz e o homem na 1ª pessoa –“Administração da Fundação Gulbenkian, absorve-me toda a minha atividade... Hoje a minha vida é esta cadeira, onde estou sentado” - “Eu não sou velho, sou antigo!... Que é uma coisa diferente. 

Este é o único registo sonoro do Dr. Azeredo Perdigão, na entrevista concedida em Agosto de 1991 e que o vai homenagear na  celebração do equinócio do Outono, dia 23 do corrente, num dos alinhamentos sagrados dos templos-do-sol, em chãs, de V. N. de foz Côa. ou sejam: quatro dias depois de passarem 130 anos do seu nascimento . A entrevista, que me deu a honra e o prazer de me conceder,  ficou a dever-se ao excelente relacionamento que mantinha com o Arquiteto Sommer Ribeiro, que, além de Diretor do Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, ali desempenhava importantes funções.– E porquê este raro privilégio? – Nomeadamente, pelo meu papel na divulgação das atividades culturais

A SINGULARIDADE  E A PAIXÃO DE UM PRESIDENTE -

José Henrique de Azeredo Perdigão , nascido a 19 de Setembro de 1896,  na Casa do Miradouro, em Viseu – Faleceu  em Lisboa, 10 de Setembro de 1993 – O homem que conduziu os destinos da mais importante fundação portuguesa, o advogado e o  braço direito do milionário Calouste Gulbenkian, desde que escolheu Portugal para seu retiro, devido à guerra que grassava além dos Pirenéus.

Azeredo Perdigão, exemplo de dedicação e de generosidade:  uma vida simples, discreta, mas muito intensa e trabalhosa, longe da comunicação social e também um respeitoso distanciamento dos sucessivos governos que conheceu.

Um homem culto, afável e comunicativo. Aliás, as grandes figuras são generosas e despidas de vaidade. Ele era um desses extraordinários exemplos. 

O seu diálogo infundia um prazer especial. É justamente a impressão que ainda hoje tenho, sempre que ouço a  entrevista que me deu a hora e o prazer de conceder,  parecendo-me que ainda  o estou a rever  atrás da sua enorme secretária, pejada de dossiers e de papéis. Com uma transbordante jovialidade, rara para a sua idade. Já lá vão uns bons anos. 


quinta-feira, 10 de setembro de 2026

A voz de José Azeredo Perdigão - Tributo à sua memória do jornalista que o entrevistou e o que vai recordar na celebração do equinócio do Outono, dia 23 do corrente, num dos alinhamentos sagrados dos templos-do-sol, em chãs, de V. N. de foz Côa. quatro dias depois de passarem 130 anos do seu nascimento


  Jorge Trabulo Marques - Jornalista   A voz de José Azeredo Perdigão - Tributo à sua memória do jornalista que o entrevistou

 A voz de José Azeredo Perdigão - Tributo à sua memória do jornalista que o entrevistou e o que vai recordar na celebração do equinócio do Outono, dia 23 do corrente, às 08 horas, num dos alinhamentos sagrados dos templos-do-sol, em chãs, de V. N. de foz Côa.  quatro dias depois de passarem 130 anos do seu nascimento

Fundação Gulbenkian - Azeredo Perdigão – 1896-1993 Recordando a voz e o homem na 1ª pessoa –“Administração da Fundação Gulbenkian, absorve-me toda a minha atividade... Hoje a minha vida é esta cadeira, onde estou sentado” - “Eu não sou velho, sou antigo!... Que é uma coisa diferente. 

Este é o único registo sonoro do Dr. Azeredo Perdigão, na entrevista concedida em Agosto de 1991 e que o vai homenagear na  celebração do equinócio do Outono, dia 23 do corrente, num dos alinhamentos sagrados dos templos-do-sol, em chãs, de V. N. de foz Côa. ou sejam: quatro dias depois de passarem 130 anos do seu nascimento . A entrevista, que me deu a honra e o prazer de me conceder,  ficou a dever-se ao excelente relacionamento que mantinha com o Arquiteto Sommer Ribeiro, que, além de Diretor do Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, ali desempenhava importantes funções.– E porquê este raro privilégio? – Nomeadamente, pelo meu papel na divulgação das atividades culturais

 

A SINGULARIDADE  E A PAIXÃO DE UM PRESIDENTE -

José Henrique de Azeredo Perdigão , nascido a 19 de Setembro de 1896,  na Casa do Miradouro, em Viseu – Faleceu  em Lisboa, 10 de Setembro de 1993 – O homem que conduziu os destinos da mais importante fundação portuguesa, o advogado e o  braço direito do milionário Calouste Gulbenkian, desde que escolheu Portugal para seu retiro, devido à guerra que grassava além dos Pirenéus.

Azeredo Perdigão, exemplo de dedicação e de generosidade:  uma vida simples, discreta, mas muito intensa e trabalhosa, longe da comunicação social e também um respeitoso distanciamento dos sucessivos governos que conheceu.

Um homem culto, afável e comunicativo. Aliás, as grandes figuras são generosas e despidas de vaidade. Ele era um desses extraordinários exemplos. 

O seu diálogo infundia um prazer especial. É justamente a impressão que ainda hoje tenho, sempre que ouço a  entrevista que me deu a hora e o prazer de conceder,  parecendo-me que ainda  o estou a rever  atrás da sua enorme secretária, pejada de dossiers e de papéis. Com uma transbordante jovialidade, rara para a sua idade. Já lá vão uns bons anos. 


Depois da morte do tão devotado timoneiro, do abnegado   e esforçado sacerdócio ao leme da Fundação mais sólida  e prestigiada de Portugal, tudo mudou e não me parece que para  melhor, senão a de  ter vindo a mostrar   evidentes sinais de navegação  à deriva e ao sabor dos calculismos  e  dos   apetites da política oportunista:  - Vendeu-se a  residência  de Calouste Gulbenkian,  em Paris, em total desprezo e desconsideração pela  sua memória, erros de gestão e de orientação,  já criticados por familiares do fundador. 

O autor destas linhas, neste local, nos anos 80

Os jardins da Fundação Gulbenkian foram concebidos por bons mestres: os arquitetos paisagistas António Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Teles. E creio, que, pelo menos enquanto o Dr. Azeredo Perdigão foi presidente, houve o cuidado de ser fiel à  conceção naturalista – mas também humanista – dos seus autores. Harmonia essa mantida, porque, além do mais,  havia os chamados jardineiros da casa.


"EU NÃO SOU VELHO, SOU ANTIGO!... QUE É UMA COISA DIFERENTE"
(...) JTM - Uma vida ligada à fundação, a muita coisa, a muita atividade: valeu a pena o que fez? 

JAP - Se eu pudesse ou tivesse a possibilidade de retornar a viver, eu faria as mesmas coisas mas com menos erros, evitando os erros com a experiência que a vida me deu.
São tantas as coisas que eu desejaria fazer e não posso fazer, mas não quero mostrar-me excessivamente ambicioso ou excessivamente ingrato com a sorte que o destino me deu, porque me permitiu realizar algumas coisas que outros não tiveram a sorte de o fazer.
Eu tenho na realidade de agradecer, digamos, a Deus, o dar-me capacidade e os meios de eu poder ser útil ao meu semelhante durante os anos de vida longos que eu já tenho.

JTM - Vai fazer 91 anos em 19 de Setembro. Aqui à frente de uma secretária com muitos papéis, muitas coisas, muitos livros! Ainda a escrever com essa acuidade mental!...Com essa garra?... Com essa força?!... Como é que explica, essa sua força, essa sua longevidade! Mercê de alguma disciplina interior?...como é que explica tudo isso?...

(...) JTM - Uma vida ligada à fundação, a muita coisa, a muita atividade: valeu a pena o que fez? 

JAP - Se eu pudesse ou tivesse a possibilidade de retornar a viver, eu faria as mesmas coisas mas com menos erros, evitando os erros com a experiência que a vida me deu.
São tantas as coisas que eu desejaria fazer e não posso fazer, mas não quero mostrar-me excessivamente ambicioso ou excessivamente ingrato com a sorte que o destino me deu, porque me permitiu realizar algumas coisas que outros não tiveram a sorte de o fazer.
Eu tenho na realidade de agradecer, digamos, a Deus, o dar-me capacidade e os meios de eu poder ser útil ao meu semelhante durante os anos de vida longos que eu já tenho.

JTM - Vai fazer 91 anos em 19 de Setembro. Aqui à frente de uma secretária com muitos papéis, muitas coisas, muitos livros! Ainda a escrever com essa acuidade mental!...Com essa garra?... Com essa força?!... Como é que explica, essa sua força, essa sua longevidade! Mercê de alguma disciplina interior?...como é que explica tudo isso?...

JAP - Eu não posso explicar a longevidade, que não depende de mim... Agora o que eu procuro é não praticar atos que possam direta ou indiretamente reduzir-me o tempo de vida. Sou uma pessoa disciplinada... mas nem por isso, por ser disciplinado, deixo de fazer tudo aquilo que me agrada e tudo aquilo que devo realizar


JTM - Mas... desculpe-me a pergunta: deve-se também a alguma dieta especial ou aquele sono, enfim, àquelas horas de se deitar sempre em determinado período ou isso tem a ver com uma força espiritual interior?

JAP - Sou um indisciplinado! mas simplesmente tenho uma disciplina interior, sim, mas na vida, na maneira de ser, na maneira de me conduzir, eu não posso ter disciplina, não posso ter programas; as circunstâncias é que me dominam, as circunstâncias é que me forçam e as circunstâncias é que me orientam!

JTM - A nível de dieta: pratica alguma dieta especial?

JAP - Não pratico dieta nenhuma especial! Eu sou uma pessoa normal, modesta, simples... Tenho uma vida simples!... Simplesmente trabalhosa!- 
Estas algumas da palavras que podem ser escutadas na honrosa entrevista que me concedeu -  Que pode ser escutada no vídeo que que aqui recordo


Equinócio do Outono 23-09-2026- João Canto e Castro- "os portugueses primitivos andavam de tanga, hoje de tanga andam" Récita do Artista das Mil Vozes, em 2011, nos Templo-do-Sol: numa das celebrações dos alinhamentos sagrados dos equinócios e solstícios: associe-se a esta herança megalítica

 

Equinócio do Outono 23-09-2026- João Canto e Castro- "os portugueses primitivos andavam de tanga, hoje de tanga andam" Récita do Artista das Mil Vozes, em 2011, nos Templo-do-Sol: numa das celebrações dos alinhamentos sagrados dos equinócios e solstícios: associe-se a esta herança megalítico

                                      Jorge Trabulo Marques - Jornalista e dinamizador cultural





Joao Canto e Castro nos Templos-do-Sol: "os portugueses primitivos andavam de tanga, hoje de tanga andam"  "Artista das mil vozes" não se enganou: a voz que já  que imitou, até ao momento mais de 600 vozes diferentes - Ator, Violinista, Violetista, Humorista e Imitador-  Que nos tem dado o prazer da sua presença em várias  celebrações, desde 2011: nos Equinócios e solstícios nos Templos do Sol, Chãs- Foz Côa. Aqui recordamos alguns desses belos momentos

Ator, Violinista, Violetista, Humorista e Imitador- Que nos tem dado o prazer da sua presença em várias celebrações, desde 2011: nos Equinócios e solstícios nos Templos do Sol, Chãs- Foz Côa. Aqui recordamos alguns desses belos momentos A próxima celebração do Equinócio do Outono, vai ocorrer dia 23 de Setembro, às 08 horas no Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nª Sª,

Ator, Violinista, Violetista, Humorista e Imitador- Que nos tem dado o prazer da sua presença em várias celebrações, desde 2011: nos Equinócios e solstícios nos Templos do Sol, Chãs- Foz Côa. Aqui recordamos alguns desses belos momentos

A próxima celebração do Equinócio do Outono, vai ocorrer dia 23 de Setembro, às 08 horas no Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nª Sª, no maciço dos Tambores, aldeia de Chãs, de V. N. de Foz Côa -  E, ao pôr-do-sol na pedra do Caranguejo  

Seja bem Vindo(a) - Se puder não deixe de se associar a esta nossa tradicional celebração. A estação marcada por migrações de animais e pelas colheitas e o cair da folha de muitas árvores, é recebida segunda-feira, no recinto amuralhado do Santuário Sacrificial da Pedra da Cabeleira, localizado numa zona castreja em Chãs, concelho de Vila Nova de Foz Côa.

O enorme penedo está orientado no sentido nascente-poente e possui uma gruta em forma de semi-arco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar

A observação do alinhamento solar decorre, entre as 08.00 e 08.30, no lugar de Quebradas-Tambores, num rochoso planalto sobre o Vale da Ribeira de Piscos, em cujo curso se situam alguns dos principais núcleos de gravuras rupestres classificados como Património da Humanidade. Mas o fenómeno poderá começar a ser visto de véspera, a 21, Domingo – Oportunidade excelente para principiar bem um santo dia. Num local agreste mas encantador - Longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais belas imagens solares!!

Alinhamento do Solstício do Verão
Alcandorado na vertente do afloramento granítico, e num ponto predominante, existe ainda um outro calendário pré-histórico, conhecido pela Pedra do Sol, apontado ao pôr-do-sol do dia maior do ano. onde decorrem as celebrações do Solstício do Verão, já consideradas como o Stonehenge português.A primeira referência ao Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nossa Senhora. foi feita por Adriano Vasco Rodrigues, no seu estudo publicado em 1982, sobre a História Remota de Meda., que o classificou como local de culto ou de sacrifícios.

Jorge Trabulo Marques, filho da terra e dinamizador do evento, acredita que, ambos os monumentos, além de terem sido cultuados pelos antigos povos que se fixaram no planalto e nas suas vertentes rochosas, aproveitando a fertilidade do vale sobranceiro, os teriam também utilizado como postos de observação astronómica nas suas festividades e nos seus rituais, com uma forte ligação à agricultura, à fertilidade e às estações do ano.


segunda-feira, 7 de setembro de 2026

São Tomé e Príncipe - Novo mandato de Carlos Vila Nova O Presidente do país onde as mulheres estão a estudar mais do que os homens: apostado em construir pontes de maior estabilidade nas instituições das ilhas equatoriais, norteadas pelo famoso lema "leve-leve", o "moli moli" : da tradicional filosofia de vida, que define a identidade cultural do arquipélago de um povo alegre, sorridente e carinhoso

 Jorge Trabulo Marques- Jornalista 

São Tomé e Príncipe - Novo mandato de Carlos Vila Nova O Presidente do país onde as mulheres estão a estudar mais do que os homens: apostado em construir pontes de maior estabilidade nas instituições das ilhas equatoriais, norteadas pelo famoso lema "leve-leve", o "moli moli" : da tradicional filosofia de vida, que define a identidade cultural do arquipélago de um povo alegre, sorridente e carinhoso

Sim, é noticia recente de que, os dados do ministério da educação, cultura e ensino superior indicam que as mulheres estão a estudar mais do que os homens. Dos 92 estudantes graduados nos mais variados domínios do conhecimento, 79 são mulheres. Apenas 13 homens concluíram a formação superior na Universidade Pública


UM BRINDE AO PRESIDENTE de S. Tomé e Príncipe, que promete PACIFICAÇÃO - Bom era que à LIBERTAÇÃO COLONIAL, sucedesse a outra escravidão - - Em que 51 anos, depois, as Ilhas Verdes do Equador, conhecessem melhores dias, num pais que continua a depender da ajuda externa, pagando salários miseráveis -. Ilhas férteis e maravilhosas de um povo acolhedor e pacífico, onde se pode cultivar tudo ao longo do ano, com dias e noites iguais.
No passado dia 3 de setembro, o Presidente da República, Carlos Vila Nova, iniciou o seu segundo mandato à frente dos destinos da República Democrática de São Tomé e Príncipe, ao qual desejo aproveitar a oportunidade de o felicitar e lhe desejar os maiores êxitos neste seu novo mandato presidencial. .

Tendo voltado a sublinhar ser seu propósito, pugnar por defender maior estabilidade para que as instituições funcionem, para que as famílias possam planear o futuro, para que os empresários tenham confiança para investir e para que os nossos jovens consigam acreditar que também podem construir o seu futuro no seu próprio país





Precisamos, sobretudo, de deixar de consumir tantas energias em sucessivas crises políticas para nos concentrarmos nos problemas concretos das pessoas: energia, educação, saúde, emprego, justiça, produção, rendimento e qualidade de vida.

Estou convencido de que não haverá verdadeiro desenvolvimento sem confiança. E, por isso, quando falamos de estabilidade, não estamos a falar apenas de política. Estamos também a falar de investimento, emprego, crescimento e prosperidade.

Carlos Manuel Vila Nova, o 5º Presidente da República apostado em pacificar a política partidária no seu país licenciado em engenharia de telecomunicações, pela universidade de Orã- Argélia, em 1985. nasceu, em , 27 de julho de 1959, em Neves, município de Lembá, na região litoral do norte da Ilha de S. Tomé.
Formado em engenharia de telecomunicações pela Universidade de Oran, na Argélia, em 1985,  tendo vindo assumir o cargo de chefe do departamento de informática da Diretoria de Estatística do Governo


Em 1988, deixou o serviço público para se tornar gerente de vendas do Hotel Miramar, então o único hotel do país. Foi promovido a Diretor do Hotel Miramar em 1992.


Em 1997, tornou-se Diretor do hotel Pousada Boa Vista, e também fundou sua própria agência de viagens Mistral Voyages. Vila Nova continuou na indústria do turismo até entrar na política em 2010.

Carlos Vila Nova serviu como Ministro das Obras Públicas e Recursos Naturais no gabinete de Patrice Trovoada de 2010 até que o governo perdeu a sua maioria em 2012. Foi nomeado Ministro das Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente na época do governo da Ação Democrática Independente de Trovoada, que recuperou a maioria em 2014.

Em 2018, Carlos Vila Nova foi eleito para a Assembleia Nacional. Ele foi indicado como o candidato da ADI para as eleições presidenciais de 2021.

É reeleito no passado, 20 de julho, Presidente de São Tomé e Príncipe, à primeira volta, com 5 55,94% dos votos, segundo os resultados preliminares divulgados pela Comissão Eleitoral Nacional (CEN).

Tendo tomado posse no passado dia 27 de Agosto, com a presença de vários chefes de Estado e de Governo estrangeiros.