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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Templos do Sol - Chãs -Foz Côa - Lugares especiais para mentes pacíficas e espíritos elevados - É o desafio que lhe oferecem os altares dos antigos ídolos no Maciço dos Tambores

Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

 


S. Tomé - Jornalista - 1972


O que é belo deve ser partilhado. Pena, no entanto, que nem todas as mentes o saibam compreender.  
Pergunto: Mas que inverdades eu disse nas postagens anteriores, que não fosse apenas com o propósito de lembrar o que se fez e o que agora foi recuperado? https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2021/08/chas-foz-coa-piscina-recuperada-na.html

O jornalista sofre

Como se não bastassem as ameaças telefónicas, ainda quiseram vir junto de mim para me insultarem pessoalmente  em plena via pública,  com desabrida violência  de palavras, que estava longe de imaginar: "seu jornalista da merda" e outros chorilhos de provocações por parte do atual Presidente da Junta. 

Por volta das três da tarde de quarta-feira, ao passar no adro, sou inesperadamente confrontado com um desaforo de infamantes calúnias. - Mesmo continuando o meu passo, e apelando a  que me deixasse em paz, nem assim desistiu de me provocar


A LIBERDADE DE EXPRESSÃO  NÃO É  IR CONTRA-MÃO   - Pois, como é reconhecimento pelas leis portuguesas, europeias e do mundo civilizado, qualquer pessoa tem o direito à liberdade de expressão. Este direito compreende a liberdade de opinião e a liberdade de receber e de transmitir informações ou ideias, sem que possa haver ingerência de quaisquer poderes públicos e sem consideração de fronteiras.

Bom dia portugal Chãs equinócio Primavera 2009

Tal como referi na postagem anterior,  o artigo, a que dei o título de Chãs - Foz Côa - Agosto na aldeia, onde os emigrantes no pino do Verão, vieram dar mais vida e alegria, não foi bem interpretado  - Imediatamente teve como reação telefonemas de dois membros da junta de freguesia,  com o manifesto destempero da   proibição de postar na página de Chãs-Freguesia (facebook) assim como de entrar na piscina e de não vi a ter quaisquer apoios futuros, que, aliás, nunca mos concederam nas celebrações dos Equinócios e Solstícios,  que venho realizando desde há quase duas décadas   

Na minha aldeia, não tenho património nem urbano nem rural – Venho apenas desfrutar os velhos caminhos e os seus belos e amplos espaços . A casa centenária onde me abrigo, era dos meus avós maternos mas não me pertence: desde há muitos anos que está desabitada, em condições insalubres.  Por isso, quando deixo a floresta de betão armado da cidade e  aqui  volto,  é mais com o propósito de divagar ou pergrinar com os cenários  das minhas mais recuadas memórias, de que para sosciabilização.  Até porque,  o despovoamento, por aqui, também é galopante:a bem dizer sõ no mês de Agosto, com o regresso dos emigrantes, é que aldeia ganha alguma vida.

Sim,  longe vão os dias de revoadas de alegres crianças, darem vida à aldeia e jogarem ao tiroliro pelas ruas. Não tem havido nascimentos e as escolas, há muito estão fechadas, 

O ABRAÇO FRATERNO AOS QUE NOS TÊM APOIADO - POUCOS, MAS FIÉIS –

Equinócio do Outono 22-09-2021- Templos do Sol – Chãs-Foz Côa – às 08h00 -Vamos saudar a claríssima Luz que dará a última tonalidade e sabor aos frutos,  com os esplendorosos raios solares da estação que se despede em mil aguarelas e cores do Verão

O meu abraço amigo a todos aqueles que têm participado, nas nossas celebrações dos Equinócios e solstícios. alguns deles, então crianças, hoje já adultos – Outros, já falecidos, uma saudade – E, muito especialmente, ao punhado de amigos, nomeadamente António Lourenço, Maria Amélia Lourenço, José Lebreiro, José Andrade e Agostinho Soares, além da preciosa colaboração fotográfica de Pedro Daniel e Adriano Ferreira, bem como dos apoios institucionais da CM de Foz Côa, por Gustavo e João Paulo Lucas - Da Junta de Freguesia, esporadicamente, pena que mais indiferença de que presença.

Abraço extensivo, igualmente, à médica Teresa Marques e seus familiares, proprietários dos sítios, pela sua compreensão, , visto, os calendários solares, estarem situados numa propriedade privada.


Sim, lugares há que são um verdadeiro centro de emanações, de eflúvios, de espiritualidade, propensos ao deleite, ao esquecimento e à sublimação. - Voltaremos no dia 22 de Setembro, às 08h00 para a celebração do Equinócio do Outono


Como já vai sendo habitual, o convite é dirigido não só à população da aldeia, do concelho e da região, mas também a estudiosos, investigadores, aos adoradores do sol e a todos aqueles que se interessem em aprofundar o passado histórico e cultural destas terras, em celebrar os ciclos da natureza, as tradições e os seus cultos ancestrais.


E, de facto, além das televisões e da Imprensa estrangeira, vários especialistas, de reputada craveira, já por aqui passaram e nos deram valiosos contributos. E, até, altas entidades religiosas, como o Reve. Cónego José da Silva, o saudoso poeta Mnauel Daniel,  o Bispo de S. Tomé, Dom Manuel dos Santos, assim como os netos e bisnetos de João de Deus - E, naturalmente , músicos como João Canto e Castro, a companhia de dança Amalgama, a Compnhia de Dança de Lisboa e vários grupos de gaiteiros -  No solsticio deste ano, em Junho, a poeta Olinda Beja.


Não esquecendo, Tom Graves, autor do livro Acupunctura da Terra e Adriano Vasco Rodrigues - quem primeiro se debruçou sobre a importância do Santuário Rupestre da Pedra da cabeleira de Nª Srª, bem como a Sá Coixão - a que o nosso concelho deve o levantamento da carta arqueológico dos principais sítios de reconhecido interesse, bem como importantes escavações.

Mas também outros especialistas, de reconhecido mérito e prestígio, ali estiveram. Refiro-me ao astrónomo Máximo Ferreira ao sociólogo, Moisés Espírito Santo. Cujas observações, no plano interpretativo da toponímia da área, nos disponibilizou

Para bem da existência humana, o nosso planeta é contemplado com muitos desses privilegiados lugares, onde, dir-se-ia, até as pedras falam, e através delas se pode escutar a voz de Deus!

Nos dias de hoje, para muita gente, talvez já não seja fácil tal perceção, porém, no passado, quando os homens viviam em estreita ligação com a Natureza, de que dependia a sua própria sobrevivência, eles compreendiam o maravilhoso, e sabiam-no interpretar, muito bem.


Penso que foi o que nestes amplos e maravilhosos espaços, teriam feito os antigos povos, que aqui se fixaram, ao tirarem partido da enorme riqueza e fertilidade do magnífico vale, sobranceiro, escolhendo a fabulosa fortaleza granítica, que aqui se ergue, aproveitando-se dos seus abrigos naturais , das suas cavernas e de outros sítios privilegiados, sepultando ali os seus mortos, e cultuando e adorando os seus deuses.

Desde o neolítico a outros períodos posteriores e ocupações, nomeadamente, pelos tão lendários celtas e cétiberos, sim, pelos tais famosos povos dos vasos e dos mágicos bosques, que também por ali andaram nos tempos em que aquelas fragas se florestavam de carrascos, sobreiros e carvalhos, e, por isso, se acredita que ali teriam exercido os seus ritos, nomeadamente ao Deus Sol: com festividades que coincidiriam com as mudanças ocorridas na natureza, exteriorizando, assim, o seu forte enraizamento às suas tradições campestres e à terra, ao ambiente que os rodeava e às suas crenças, neste caso com a data em que o Deus Sol atinge o seu máximo esplendor, as flores vão ao rubro com as suas cores; em que em todos e em tudo se expande de alegria, plenitude, fertilidade e abundância

 

 


domingo, 22 de agosto de 2021

Chãs - Foz Côa – Piscina recuperada na aldeia, a grande atração do Verão, parece não rimar com Liberdade de Expressão – Obra embargada há 15 anos, numa lameira, antigo campo da pelota, sob o pretexto de que era construida em zona de Reserva Ecológica Nacional

Jorge Trabulo Marques - Jornalista

Parabéns à inciativa do atual Municipio de V. N. de Foz Côa, por, finalmente, ter recuperado uma obra que poderá trazer benefícios a esta freguesia e potenciar renovadas perspetivas. Embargada pela insensatez da presidência, que o antecedeu. 

Longe de mim a ideia de politizar esta questão - Tendo apenas com o intuito trazer à luz factos esquecidos: congratulando-me pela obra da Câmara, em cooperação com a Junta de Freguesia, mas  não esquecendo  os louros a quem também muito se beteu por esta inciativa. 

Com o apoio do Muncipio  de Gustavo Duarte

Pelos vistos,  o artigo, a que dei o título de Chãs - Foz Côa - Agosto na aldeia, onde os emigrantes no pino do Verão, vieram dar mais vida e alegria, não foi bem interpretado  - E imediatamente teve como reação telefonemas de dois membros da junta de freguesia, aliás, eivados de algum sectarismo primário,  com o manifesto destempero da   proibição de postar na página de Chãs-Freguesia (facebook) assim como de entrar na piscina e de não vi a ter quaisquer apoios futuros, que, aliás, nunca mos concederam nas celebrações dos Equinócios e Solstícios,  que venho realizando desde há cerca  de 20 anos, nos calendários pré-históricos, que se erguem no maciço dos Tambores, arredores da aldeia onde nasci.

PISCINA REABILITADA - A DE CRINÇAS E ADULTOS -  AGORA O CENTRO DE DIVERSÃO -  Com a mesma dimensão mas com  relevado envolvente, além de outros beneficios nas instalações do bar  e cercas 

Está de parabéns o Município, sob a égide Gustavo Duarte,  por ter recuperado as obras e o projeto “Parque de Merendas e Lazer da Lameira”, agora denominado “Complexo Balnear de Chãs,” que,  desde há cerca de 15 anos, ameaçava cair no esquecimento,   mas há que não esquecer que a piscina (as duas)  uma para crianças e outra adultos, não é novidade: - ambas faziam parte de um projeto mais amplo, a realizar em duas fases, tendo chegado mesmo a funcionar  plenamente, com António Lourenço: - deram-se ali muitos mergulhos; pessoalmente, cheguei ali a tomar banho, tendo-as fotografado, cujas imagens conto vir a editar; só que, com a mudança de executivo camarário,  obstaculizou-se a conclusão dos projetos.

ATÉ ONDE VAI A MIOPIA OU SECTARISMO

Em 31 de Julho de 2006, o então Presidente da CM, Emílio Mesquita,  embargou a obra num baldio ou lameira, antigo campo de futebol,  onde nunca se ouviu falar de proteção ecológica: - Dirigiu uma queixa ao Comandante do destacamento Territorial da GNR  de Pinhel, alegando que “esta autarquia detetou obras de construção em curso na freguesia de Chãs, deste Concelho, em  zona de Reserva Ecológica Nacional, obras essas que estão a ser levadas a cabo pela junta de freguesia daquela localidade.

Os funcionários desta Autarquia informaram a junta para suspender a execução das tais obras, mas caberá à Brigada de Fiscalização do Ambiente da GNR actuar em conformidade. Mais constatei que a mesma Junta, actuando contrariamente  a interpelações desta Câmara ( do anterior Sr. Presidente) construiu igualmente uma piscina na mesma reserva ecológica.

Assim,  para os efeitos tidos convenientes, dou conta dos factos a V.Exa”

Estes os termos da referida denúncia, a cujo documento tive acesso, assinada por Emílio António Pessoa Mesquita,  que   “provocou o levantamento  de autos na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, o que levou ao pagamento de coimas e à paralisação  das obras, privando a população, especialmente os mais jovens, de poder utilizar  nas melhores condições as piscinas no Parque da Lameira

Sem qualquer informação, aviso ou contato, o Presidente da Câmara, após ter mandado, através do fiscal de obras, parar as obras do edifício de apoio, enviou o oficio nº 2803 de 31-07-2006 ao Comandante da GNR de Pinhel a denunciar a construção das casas de banho, alegando que se tratava de zona de reserva ecológica.

Nem a Câmara Municipal, nem o  GAT-Moncorvo, nem A.I.B.T. do Côa, nem a Associação dos Municípios do Douro Superior haviam informado a Junta de qualquer situação de zona de reserva.

O Presidente da Câmara Municipal nem fez nem deixou fazer, perdendo-se a comparticipação  aprovada na A.I.B.T. do Côa do valor de 75% dos custos da obra.

A Câmara Municipal nunca comunicou  à Junta de Freguesia que não poderia ser construído o edifício de apoio, nem as piscinas.

PARQUE DE MERENDAS E LAZER DA LAMEIRA – CHÃS  - Em Outubro 2004, a Câmara Municipal de Foz Côa, aprova com  A.I.B.T. do Côa,  entre outros projetos, o Parque de Merendas da Lameira, executado em 2000-2001, no GAT-Moncorvo, a pedido da junta de freguesia de Chãs e da CM de Foz Côa, incluído no programa “Aldeias do Côa” 

António Lourenço, o homem que esteve à frente dos destinos da autarquia, mais de 30 anos,  e  que, através de empreitadas da  CM de Foz Côa  para ali canalizou a água e eletricidade, executou o calcetamento do acesso ao antigo baldio, chamado Lameira, bem como a execução de muros, mesas e bancos, com vista às atividades desportivas e de lazer do chamado  Parque de Merendas e Lazer da Lameira

Nos documentos, a que tive acesso, pude constar a seguinte exposição de António Lourenço –

Referindo que “a primeira fase foi executada em 2004 e 2005 com recurso a uma candidatura aprovada no programa leader+

A segunda fase, que incluía um edifício de apoio (com bar e balneários)

A Assembleia de Freguesia de Chãs, em sua reunião de 22-12-2005, aprovou por unanimidade , o plano e orçamento para 2006, que incluía as obras da Lameira, além de outras.

Obras ainda de António Lourenço

(…) O orçamento  municipal de V. N de Foz Côa para o ano 2005 contemplou obras no Parque de Merendas da Lameira, executadas  com financiamento do programa 

LEADER+, através da Associação de Municípios  do Douro Superior  - Moncorvo – também esta entidade aprovou obras na Lameira e as financiou, sem ter colocada a existência de reserva agrícola ambiental.

Em Junho de 2006, dado que  a CM não tinha dado qualquer andamento à obra do edifício de apoio, contemplada com 75% dos custos do programa “Aldeias do Côa”, para possibilitar criar mínimas condições de higiene aos utilizadores das piscinas, já então prontas a funcionar, a junta de freguesia decidiu iniciar as obras do referido edifício de apoio, começando com a execução das casas de banho, desde sempre incluídas no projeto elaborado no GAT-Moncorvo

 






sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Chãs - Foz Côa - Agosto na aldeia, onde os emigrantes no pino do Verão, vieram dar mais vida e alegria - De parabéns o Municipio por ter recuperado piscina embargada há 15 anos

Jorge Trabulo Marque s- Jornalista 

Agora com piscina restaurada e melhorada pela C.M de Foz Côa, no passado dia 8 de Agosto pelo Presidente Gustavo de Sousa Duarte - Obra iniciada por António Lourenço, que para ali canalizou a água e eletricidade, executou o calcetamento do acesso ao antigo baldio, chamado Lameira, pelo homem que esteve à frente dos destinos da autarquia, mais de 30 anos – Mas que foi torpedeada pelo executivo de Emílio Mesquita, sob os mais falaciosos e injustificados pretextos, forçando-a ao abandono.

 ATÉ ONDE VAI A MIOPIA OU SECTARISMO

Em 31 de Julho de 2006, o então Presidente da CM, Emílio Mesquita,  embargou a obra num baldio ou lameira, antigo campo de futebol,  onde nunca se ouviu falar de proteção ecológica: - Dirigiu uma queixa ao Comandante do destacamento Territorial da GNR  de Pinhel, alegando que “esta autarquia detetou obras de construção em curso na freguesia de Chãs, deste Concelho, em  zona de Reserva Ecológica Nacional, obras essas que estão a ser levadas a cabo pela junta de freguesia daquela localidade.

Os funcionários desta Autarquia informaram a junta para suspender a execução das tais obras, mas caberá à Brigada de Fiscalização do Ambiente da GNR actuar em conformidade. Mais constatei que a mesma Junta, actuando contrariamente  a interpelações desta Câmara ( do anterior Sr. Presidente) construiu igualmente uma piscina na mesma reserva ecológica.


Este ano não foi assim

O mês de Agosto, é o tempo das manhãs e tardes brilhantes e calorosas, dos longos dias que permitem os mais belos desvaneios, assim como as chamadas férias inesquecíveis para quem as pode gozar. A vida na aldeia, só é diferente ao domingo, ou então, agora  com a vinda dos que regressaram ao seu torrão natal, que não quiseram deixar de vir matar saudades, mas, naturalmente, sem o colorido e a alegria que se tem verificado no passado, numa aldeia onde também o envelhecimento e a desertificação, vão dando lugar a que haja mais casas vazias de que habitantes

PISCINA REABILITADA, É AGORA O CENTRO DE DIVERSÃO

A vida na  aldeia, gravita em torno da lavoura e pouco mais: é caminhar de casa para o campo e deste para casa; sim, para os que ainda se vão mexendo. Este ano não houve a tradicional festa religiosa, pelas razões  bem conhecidas, senão apenas  por atos meramente simbólicos, mas a reabilitação de uma piscina, veio  afirmar-se como principal atrativo de jovens e até mais crescidos – E não só da aldeia.


Obras ainda de António Lourenço

A piscina foi projetada por António Lourenço e chegou mesmo a ser usada: só que, com a mudança de executivo camarário, obstaculizou-se a sua abertura, forçando-a ao encerramento.

Agora, em ano eleitoral, o atual presidência camarária, não quis desperdiçar  a oportunidade de colher alguns louros na freguesia,  conferindo o apoio necessário para reabrir o projeto e  o dinamizar

Esperemos que se saiba aproveitar o investimento para o potenciar para um parque de campismo, como, aliás, fora também esse o objetivo de António Lourenço, visto haver  património natural e pré-histórico, digno de ser visitado  e que não venha a suceder o que sucedeu com a construção  e um parque gimnodesportivo, frente ao átrio da antiga escola; onde já não se pratica, qualquer tipo de desporto; está por ali ao sabor das folhas das figueiras, que estendem para lá os seus ramos.

Quanto ao belo edifício da Escola Primária, que passou a ser designado por Clube de Caça de Chãs e de Muxagata, é lamentável que esteja imerso por enormes pinheiros e cedros, que,  além de o ofuscarem, podem vir arrebentar com os muros da vedação e do próprio edifico: longe vão os dias em que, uma amendoeira,  se cobria de flores na Primavera e lhe emprestava algum sorriso.   

António Lourenço. – Um dos raros exemplos de servir a causa pública – Ex-autarca da freguesia de Chás, que serviu ao longo de mais de 30 anos - Atual Presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de V- Nova de Foz Côa, desde  Janeiro de2004  -  Um  dos  mais empenhados e  devotos  pelas celebrações nos Templos do Sol, com sua esposa, a ex-professora, Maria Amélia Lourenço, desde os primeiros eventos, há 17 ano

António Lourenço, ex-autarca da freguesia, o homem que, ao longo de mais de 30 anos, mudaria, no bom sentido da palavra,  completamente  a face da minha  aldeia, desde o ´saneamento, ao abastecimento de água e de eletricidade, entre tantas outras valiosas obras e melhoramentos. 

Atual Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros voluntários de V. N. de Foz Côa, onde têm desempenhado um excelente trabalho de reconhecido louvor e mérito  – Natural do vizinho concelho de Meda, casou nesta minha aldeia, com a prof. Amélia Lourenço - outra das pessoas voluntariosas a lavar as túnicas ou a prestar-nos a sua colaboração no que for preciso.