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sábado, 31 de outubro de 2020

Covid19 – jornalista José Domingos – “Tenho fé no Eterno de que melhorarei” Palavras expressas no Facebook, do jornalista, investigador e historiador da Guarda - Paladino da herança Judaica neste distrito, de que já foi agraciado com a Medalha de Honra do Conselho das Comunidades Sefarditas de Jerusalém, além do medalhão da Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

José Domingos,  ex-jornalista da agência Lusa, da RDP, da Imprensa e rádio regional,  natural da Guarda mas criado em  Longroiva, Mêda,  refere na sua página do Facebook, que se encontra hospitalizado, com palavras do seu calvário mas esperançosas: “E é assim a vida: o Hospital tem sido, diga-se a minha casa de acolhimento e tratamento às minhas várias maleitas, diga-se, doenças.

Tenho fé no Eterno de que melhorarei

Contudo a minha estadia é longa.

Um abraço de gratidão à equipa médica, de enfermagem e auxiliar pela atenção que me têm prestado. E sobretudo o apoio indescritível de minhas filhas, Ana Cláudia e Patrícia, meus anjos e amores"

De minha parte, também um caloroso abraço e votos de rápidas melhoras, ao camarada e amigo, a quem devo a divulgação das primeiras celebrações dos Equinócios da Primavera e do Outono, assim como a do Solstício do Verão, nos templos do Sol, maciços dos  Tambores, arredores da minha aldeia, Chãs, de Foz Côa.

PRÉMIOS DE UM TRABALHO RELEVANTE

De recordar que, José Domingos, o  jornalista,  poeta, investigador e historiador, que usa o nome judaico de José Levy Domingos, além de já ter sido galardoado com o medalhão da Ordem Nacional dos Escritores do Brasil em cerimónia realizada em Ourém, pelo seu  trabalho criativo na área da poesia, já foi também agraciado com a Medalha de Honra do Conselho das Comunidades Sefarditas de Jerusalém, distinção  atribuída pela primeira vez a um cidadão português.

A atribuição da medalha ficou a dever-se ao trabalho “que durante toda a vida José Levy Domingos tem desenvolvido em prol da preservação da Herança Judaica em Portugal, a aproximação social e cultural entre Portugal e Israel e o apoio aos descendentes de Cristãos-Novos perseguidos pela Inquisição e seu retorno ao seio do Povo Judeu”, justificou Abraham Haim, responsável do Conselho das Comunidades Sefarditas de Jerusalém, num comunicado hoje divulgado.

Em declarações à Lusa, José Domingos considera que o prémio constitui um reconhecimento do trabalho que desenvolve desde os seus 16 anos “no resgate da História da tradição judaica” em Portugal.

Agora, José Domingos dedica o prémio “a todos aqueles que tiveram que preservar em segredo a fé judaica, muitas vezes sob pressão da Inquisição, até aos dias de hoje, e a todos aqueles que foram torturados e que morreram em autos de fé por apenas seguirem a lei judaica”.

A medalha é igualmente um incentivo para continuar a desenvolver a investigação e o estudo da herança judaica em Portugal, nomeadamente na região da Beira Interior.

O homenageado foi fundador da Associação de Amizade Portugal-Israel na Guarda, é cofundador do Museu Judaico de Belmonte, foi impulsionador e mentor do Centro de Interpretação da Cultura Judaica “Isaac Cardoso”, em Trancoso, e atualmente exerce as funções de coordenador do Gabinete Judaico/Museu Judaico de Belmonte. https://beira.pt/portal/noticias/jornalista-e-investigador-da-guarda-distinguido-pelas-comunidades-sefarditas-de-jerusalem/

José Domingos, jornalista profissional, iniciou a sua actividade ainda jovem (14 anos) no extinto jornal “Luz da Beira”, de Mêda, foi colaborador, animador e jornalista na Rádio Altitude da Guarda, jornalista na ex-Emissora Nacional e RDP, na Agência LUSA, colaborador da TVI no programa de Francisco Máximo “Portugal Português”, co – fundador da nova edição da Revista Altitude, propriedade da Assembleia Distrital da Guarda e actualmente jornalista no Diário “As Beiras”. Escreve regularmente para o Recanto das Letras, do Brasil, é dirigente da Associação Judaica “Rosh Pinah” e fundador da Associação de Amizade Portugal-Israel, membro da Comunidade Judaica de Belmonte e co-fundador com Adriano Vasco Rodrigues do Museu Judaico desta vila. A Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, presidida por José Verdasca, foi fundada em 18 de Maio de 1982, é uma sociedade civil com fins culturais e científicos, sem objectivos ou finalidades lucrativas,  sedeada em São Paulo, abrange todo o espaço da Lusofonia. Parabéns ao conterrâneo amigo, ao companheiro e ao colaborador da RCM José Domingos por esta justa distinção que vem premiar o muito empenho que tem posto no estreitamento dos laços  culturais entre Portugal e o Brasil."https://www.radiomonsanto.pt/mobile/detalhe-noticia.php?id=251

 

 

 

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

MICAEL GULBENKIAN – Lamenta o desrespeito pela obra da fundação do seu tio-avô


JORGE TRABULO MARQUES - JORNALISTA

Micael Gulbenkian, tece duras criticas pela venda da residência do seu avô em Paris e pela extinção do Ballet, entre outras questões – Entrevista, que me concedeu , em Nov de 2013, por ocasião do lançamento do livro “Um Milionário em Lisboa”, por José Rodrigues dos Santos “As instituições têm de ter o mínimo respeito pela memória: ora, permitirem-se vender aquilo que, quem comprou, o utiliza para eventos de moda, perfumes!... Acho que é uma total falta de respeito pela memória do seu fundador. Independentemente de ter uma formação académica superior era um homem extraordinariamente generoso: recordou que, seu avô, resolveu pagar uma pensão aos tripulantes do submarino afundado pelos alemães na 2ª guerra, reconhecendo que há poucas pessoas que teme esse tipo de iniciativas: pois não tinha a ver com razões politicas e históricas mas pelo facto de ter ficado sensibilizado

 

 

Além disso, estava muito ligado à igreja Arménia: era um homem apaixonado! Não apenas pelas artes mas também pelo chamado sexo belo! Mas daí a questão, de se ouvir sobre as meninas… é completamente ridículo. 

 Ele tinha a obsessão de viver o mais tempo possível Discordando que não era nenhum somítico, afirmações baseadas numa biografia de 1955, mal intencionada, confessando que a obra de José Rodrigues dos Santos, é de longe a melhor porque vai dar uma grande liberdade às pessoas de pensarem à sua maneira, por ser um romance e uma ficção

Confrontando-o com a afirmação, que me fora prestada numa entrevista de Azeredo Perdigão, o Presidente,  a quem Gulbenkian confiara o destinos da fundação, de que esta tinha o futuro garantido, respondeu-me que, pelo menos, em relação à exploração de petróleo e gás, àquilo que foi deixado, penso que tem, nessa perspetiva o futuro garantido: infelizmente aos investimentos dos rendimentos  passivos, que existiam,  foi tão gerido, que jugo que haja grandes dúvidas mas, pelos menos, acho que esteja a ser realmente compensado por recursos provenientes de petróleo e gás.

Em relação àquilo que foi legado , começaram a surgir problemas: e isso é devido, efetivamente a erros de gestão, mas, grosso ao modo, aquilo que foi  deixado, acho que  garante, independentemente de alguma parte do legado não vir a ser renovado e isso é mau

EXTINÇÃO DO BALLET

Acho lamentável, na medida que era de uma importância grande  em relação ao país: Pois tem sido, digamos, através dos programas populares: nota-se que há uma grande apetência ou para participarem    no bailado ou verem o bailado; o bailado era exponente máximo nessa área e podiam ter continuado se não tivessem feito erros de gestão e acabarem poro cortar porque, efetivamente, não tinham meios para o sustentar

 

 

José de Azeredo Perdigão, a Gulbenkian e os apoios da língua portuguesa aos PALOP

Não deixe de ler - neste site - A outra parte da entrevista  entrevista, em .- AZEREDO PERDIGÃO, O QUE ME REVELOU

https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2013/02/azeredo-perdigao-o-que-me-revelou.html E  também: O Homem de Constantinopla – José Rodrigues dos Santos faz romance do homem que foi o maior templo do sol na cultura em Portugal https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2013/11/um-milionario-em-lisboa-segundo-romance.html  E ainda https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2013/09/o-homem-de-constantinopla-jose.html

"José Rodrigues dos Santos é hoje um dos jornalistas mais influentes para as novas gerações e no panorama informativo nacional. No entanto, além da sua mais conhecida faceta como jornalista, José Rodrigues dos Santos é também um ensaísta e romancista. Especialmente nesta última vertente, tornou-se dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maior número de edições com livros que venderam mais de cem mil exemplares cada. Até ao final de 2012 publicou quatro ensaios e dez romances. O romance de estreia, intitulado Ilha das  foi reeditado pela Gradiva, em 2007, actual editora do autor.In José Rodrigues dos Santos –