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quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Dia da Língua Mirandesa 17 Set. Homenagem prestada ao Poeta Amadeu Ferreira, pioneiro da 2ª Língua Portuguesa - Nos Templos-do-Sol - Chãs - Foz Côa no Solstício do Verão - 21-07-2026 - Próxima celebração é do Equinócio do Outono, às 08 horas e ao pôr-do-sol


                                 Jorge Trabulo Marques- Jornalista e dinamizador cultural

Junto ao altar do santuário da Pedra da cabeleira de Nº Sªa , cuja gruta é atravessada pelos raios do nascer do sol nos equinócio   - Vídeo neste post 

Dia da Língua Mirandesa 17 Set. Homenagem prestada ao Poeta Amadeu Ferreira, pioneiro da 2ª Língua Portuguesa, nos Templos-do-Sol, no Solstício do Verão - 21-07-2026 - Com poema lido em mirandês por Júlio Meirinhos.

O Presidente da República publicou esta quinta-feira uma mensagem em mirandês, para celebrar o dia desta língua, a segunda com reconhecimento


A 2ª A língua oficial de Portugal, reconhecida, há 28 anos, a 17-09- 1998, pela Assembleia da República . Continua a ser falada pelos nativos de Miranda do Douro. É ensinada nas escolas, carecendo, no entanto, de apoios para salvaguardar este importante património cultural

.O Presidente da República publicou esta quinta-feira uma mensagem em mirandês, que a descreve como "uma língua que se guardou na boca das pessoas, nas histórias de lareira, nos cantares e nas conversas de todos os dias, e que hoje também se encontra nos livros, que são a forma de a fazer durar". "Uma língua que se escreve é uma língua que fica. Por isso o Dia da Língua Mirandesa e a Festa do Livro em Belém dizem a mesma coisa de duas maneiras: que a cultura portuguesa é feita de muitas vozes, e que todas elas merecem ser lidas", afirma.


A próxima celebração é a do Equinócio do Outono, dia 23, às 08 horas e ao pôr-do-sol, em Chãs- de V. N de Chãs - Foz Côa ,  junto ao altar do Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nª Sraª com  momentos poéticos e evocação à memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian, bem como de sua esposa Madalena Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da Gulbenkian - Uma das maiores e mais importantes fundações da Europa e do mundo



O monumental megálito está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar  -Longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares    


. E, a partir das 19H no alinhamento da Pedra do caranguejo, cuja caverna. em forma de pequeno semiarco, é atravessada  pelos raios solares,  ao esconderem-se por detrás da linha do horizonte, na cordilheira que se estende de Sul para Norte da margem esquerda do maravilhoso vale da Ribeira Centieira 

                           O monumental megálito está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar  -Longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares


O primeiro manual destinado ao 1.º Ciclo do Ensino Básico em mirandês foi elaborado por professores de língua mirandesa e especialistas da EMPLM e da Associaçon de Lhéngua i Cultura Mirandesa (ALCM).

Poema lido, em mirandês, por Júlio Meirinhos nos Templos do Sol a um dos maiores investigadores da língua mirandesa: contista, dramaturgo, ensaísta e ficcionista, no passado dia 21 de Junho na celebração do Solstício do Verão, no Stonhenge Português- Chãs -Concelho de V. N de Foz Côa





 Gaiteiros de Miranda do Douro - Numa das anteriores celebrações

A língua mirandesa tem a sua origem num dos romances que se formaram na Península Ibérica a partir do latim, o romance que deu origem à família de línguas astur-leonesas –onde a língua mirandesa se integra – ,que se formaram entre os séculos VI-VIII. Toda a região estava integrada no império romano e era habitada pelo povo Astur, e era a tribo dos Zoelas ou Zelas que tinha assento no que é hoje a terra de Miranda, embora ocupando uma área mais vasta que abrangia uma parte importante do actual distrito de Bragança, em Portugal, e a região de Carvalheda, de Alba e de Aliste, delimitada pela serra de Culebra e os rios Esla e Douro, na actual província de Zamora, em Espan

Amadeu José Ferreira nasceu a 29 de julho de 1950 em Sendim, Miranda do Douro. Faleceu, em Lisboa, no dia 1 de março de 2015) foi um advogado, escritor e professor universitário português e um estudioso e divulgador da l
íngua mirandesa. Foi ordenado comendador da Ordem do Mérito em 2004

Traduziu várias obras de referência da literatura portuguesa e universal para mirandês, nomeadamente, Os Lusíadas, de Camões, Mensagem, de Pessoa, os clássicos romanos de Horácio, Virgílio e Cátulo, os quatro evangelhos do Novo Testamento e ainda dois volumes da banda desenhada francesa Astérix. Chegou a escrever sob os pseudónimos Francisco Nebro, Marcus Miranda e Fonso Roixo.

Júlio Meirinhos, Líder do PROCOA da salvaguarda das gravuras do Vale do Côa: Uma figura bem conhecida em toda a região duriense e no pais. Possuidora de um prestigiado currículo, que ficou ainda conhecido como mentor da chamada Lei do Mirandês, a segunda língua oficial em Portugal, após a aprovação da lei na Assembleia da República, em 17 de setembro de 1998, que conferiu este estatuto ao idioma falado no Nordeste Transmontano, a que nos referiremos nos vídeos das suas intervenções.

Ambos nos empenhamos na defesa das gravuras do Vale do Côa- Isto, porque, naquele período polémico, o executivo camarário, apostava mais na construção da barragem.

O dia era de intenso calor: mesmo assim a iniciativa constituiu um grande sucesso, nas palavras sublinhadas pelos participantes e convidados –Júlio Meirinhos, Líder do PROCOA da salvaguarda das gravuras do Vale do Côa:

Uma figura bem conhecida em toda a região duriense e no pais. Possuidora de um prestigiado currículo, que ficou ainda conhecido como mentor da chamada Lei do Mirandês, a segunda língua oficial em Portugal, após a aprovação da lei na Assembleia da República, em 17 de setembro de 1998, que conferiu este estatuto ao idioma falado no Nordeste Transmontano, a que nos referiremos nos vídeos das suas intervenções.
Ambos nos empenhamos na defesa das gravuras do Vale do Côa- Isto, porque, naquele período polémico, o executivo camarário, apostava mais na construção da barragem.


Júlio Santana Meirinhos, foi o mais jovem presidente de Câmara do país: a de  Miranda do Douro, a terra onde cresceu e se fez homem. Ex-deputado pelo PS e ex-governador civil de Bragança

.Cidadão honorário do Município de Miranda do Douro – Grau Ouro Agraciado pelo Estado Português com o grau de Comendador da Ordem Nacional do Infante D. Henrique. Eleito o “Melhor.Autarca do ano de 1986” – Prémio Telex de Prata – AN Membro do Comité das Regiões em Bruxelas

OUTRA DESTACADA PRESENÇA - Albertino Melo, natural de Viseu, Diretor Geral no sistema financeiro, atualmente consultor internacional, em Luxemburgo, tendo sido o mais jovem dos Presidentes eleitos do Académico de Viseu, que liderou ao longo de vários anos, desportista, consultor e viajante por muitas terras: que já nos deu o prazer da sua presença, há uns 4 anos, num percurso desta aldeia à Ervamoira, e com o qual também já nos reencontramos, em Lisboa, numa visita diplomática

Em vídeos a editar, teremos, pois, igualmente o prazer de destacar as palavras proferidas por Júlio Meirinhos, Albertino Melo , Olímpio Sobral e José Lebreiro.


O nosso abraço, pois, a todos os peregrinos, que nos deram o prazer da sua presença e de se associar a esta significativa e tradicional celebração, que temos organizado e realizado, desde há mais de duas ´décadas, visando não esquecer mas perdurar, a herança do património megalítico, especialmente dos alinhamentos sagrados dos equinócios.

Num evento que voltou a afirmar-se como um importante momento de valorização do património histórico, cultural e paisagístico do concelho de Foz Côa, da região e do país.- A celebração principal vai decorrer no  santuário rupestre da Pedra da Cabeleira - Espelho solar de Hórus - A lembrar o antigo símbolo da  mitologia egípcia, que a lenda cristã batizou de Pedra da Cabeleira de Nª Sra,  como tendo ali deixado os cabelos gravados, na gravura escura existentes, quando ali se abrigou na sua fuga para o Egito  






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