Jorge Trabulo Marques- Jornalista e dinamizador cultural
Dia da Língua Mirandesa 17 Set. Homenagem prestada ao Poeta Amadeu Ferreira, pioneiro da 2ª Língua Portuguesa, nos Templos-do-Sol, no Solstício do Verão - 21-07-2026 - Com poema lido em mirandês por Júlio Meirinhos.
O Presidente da República publicou esta quinta-feira uma mensagem em mirandês, para celebrar o dia desta língua, a segunda com reconhecimento
A 2ª A língua oficial de Portugal, reconhecida, há 28 anos, a 17-09- 1998, pela Assembleia da República . Continua a ser falada pelos nativos de Miranda do Douro. É ensinada nas escolas, carecendo, no entanto, de apoios para salvaguardar este importante património cultural.O Presidente da República publicou esta quinta-feira uma mensagem em mirandês, que a descreve como "uma língua que se guardou na boca das pessoas, nas histórias de lareira, nos cantares e nas conversas de todos os dias, e que hoje também se encontra nos livros, que são a forma de a fazer durar". "Uma língua que se escreve é uma língua que fica. Por isso o Dia da Língua Mirandesa e a Festa do Livro em Belém dizem a mesma coisa de duas maneiras: que a cultura portuguesa é feita de muitas vozes, e que todas elas merecem ser lidas", afirma.
A próxima celebração é a do Equinócio do Outono, dia 23, às 08 horas e ao pôr-do-sol, em Chãs- de V. N de Chãs - Foz Côa , junto ao altar do Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nª Sraª com momentos poéticos e evocação à memória do Dr José Azeredo Perdigão, 37 anos na presidência da Fundação Gulbenkian, bem como de sua esposa Madalena Maria Madalena de Azeredo Perdigão, outro rosto, Criativo, Dinamizador, Tutelar e Mítico da Gulbenkian - Uma das maiores e mais importantes fundações da Europa e do mundo
O monumental megálito está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar -Longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares
. E, a partir das 19H no alinhamento da Pedra do caranguejo, cuja caverna. em forma de pequeno semiarco, é atravessada pelos raios solares, ao esconderem-se por detrás da linha do horizonte, na cordilheira que se estende de Sul para Norte da margem esquerda do maravilhoso vale da Ribeira Centieira
O monumental megálito está orientado no sentido nascente poente, possui uma gruta em forma de semiarco, com cerca da 4,5 metros de comprimento, que é iluminada no seu eixo no momento em que o Sol se ergue no horizonte, proporcionando uma imagem invulgar -Longe do habitual bulício urbano, em perfeita comunhão com a Natureza e com os olhos postos numa das mais esplendorosas imagens solares
| Gaiteiros de Miranda do Douro - Numa das anteriores celebrações |
A língua mirandesa tem a sua origem num dos romances que se formaram na Península Ibérica a partir do latim, o romance que deu origem à família de línguas astur-leonesas –onde a língua mirandesa se integra – ,que se formaram entre os séculos VI-VIII. Toda a região estava integrada no império romano e era habitada pelo povo Astur, e era a tribo dos Zoelas ou Zelas que tinha assento no que é hoje a terra de Miranda, embora ocupando uma área mais vasta que abrangia uma parte importante do actual distrito de Bragança, em Portugal, e a região de Carvalheda, de Alba e de Aliste, delimitada pela serra de Culebra e os rios Esla e Douro, na actual província de Zamora, em Espan
Traduziu várias obras de referência da literatura portuguesa e universal para mirandês, nomeadamente, Os Lusíadas, de Camões, Mensagem, de Pessoa, os clássicos romanos de Horácio, Virgílio e Cátulo, os quatro evangelhos do Novo Testamento e ainda dois volumes da banda desenhada francesa Astérix. Chegou a escrever sob os pseudónimos Francisco Nebro, Marcus Miranda e Fonso Roixo. Júlio Santana Meirinhos, foi o mais jovem presidente de Câmara do país: a de Miranda do Douro, a terra onde cresceu e se fez homem. Ex-deputado pelo PS e ex-governador civil de Bragança
.Cidadão honorário do Município de Miranda do Douro – Grau Ouro Agraciado pelo Estado Português com o grau de Comendador da Ordem Nacional do Infante D. Henrique. Eleito o “Melhor.Autarca do ano de 1986” – Prémio Telex de Prata – AN Membro do Comité das Regiões em Bruxelas
OUTRA DESTACADA PRESENÇA - Albertino Melo, natural de Viseu, Diretor Geral no sistema financeiro, atualmente consultor internacional, em Luxemburgo, tendo sido o mais jovem dos Presidentes eleitos do Académico de Viseu, que liderou ao longo de vários anos, desportista, consultor e viajante por muitas terras: que já nos deu o prazer da sua presença, há uns 4 anos, num percurso desta aldeia à Ervamoira, e com o qual também já nos reencontramos, em Lisboa, numa visita diplomática
Em vídeos a editar, teremos, pois, igualmente o prazer de destacar as palavras proferidas por Júlio Meirinhos, Albertino Melo , Olímpio Sobral e José Lebreiro.


Nenhum comentário:
Postar um comentário