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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Inundações em S. Tomé: Um Pesadelo. Hospedado em vivenda da Presidência da República, em 2015. senti essa ameaça

 

As alterações climáticas estão afetar  ainda mais as ilhas do Equador
                "Entre secas e inundações: São Tomé e Príncipe enfrenta o futuro climático"
 Cheias em S. Tomé: Um Pesadelo. Hospedado em vivenda da Presidência da República, em 2015. senti essa ameaça. E, mais tarde, numa viatura de pessoa amiga. Manuel Pinto da Costa, um dos principais rostos da nacionalidade santomense, com quem tive a honra e a grata satisfação de dialogar, antes da independência de S. Tomé e Príncipe e de quem, com igual simpatia e cordialidade, me despedi ao deixar esta maravilhosa Ilha para tentar a travessia oceânica, numa frágil piroga, de S. Tomé ao Brasil - Mas só, 39 anos mais tarde, o poder voltar ali a reencontrar e abraçar, concedendo-me a honra e o prazer de me receber na sua residência oficial, no morro da Trindade e me disponibilizar o alojamento numa das vivendas do Palácio do Povo.


Gesto amigo e cordial, que muito me sensibilizou, de particular significado na minha vida profissional e do amor a uma terra, ao seu Povo, pacifico e generoso, a que me sinto ligado por laços de profundo afeto, como se fosse a terra onde nasci, como se fosse também um dos seus filhos.

Referem noticias de que: As projeções climáticas para São Tomé e Príncipe indicam um aumento significativo da temperatura, acompanhado por ondas de calor cada vez mais intensas e frequentes.

O país poderá igualmente enfrentar chuvas torrenciais, com risco acrescido de inundações e potenciais catástrofes naturais, além de períodos de seca mais prolongados.

É neste cenário que especialistas desenvolvem o Plano Nacional de Adaptação às Mudanças Climáticas, com horizonte temporal até 2040.

“Ao nível urbano, por exemplo, é fundamental suavizar a temperatura através da introdução de maior vegetação e da melhoria nos sistemas de construção das habitações”, destacou Victor Bonfim, Coordenador do Plano.

Entre as medidas previstas estão a construção de diques e sistemas de quebra-mar nas zonas costeiras, bem como a introdução de espécies agrícolas mais resilientes, capazes de enfrentar pragas durante os períodos de seca.

“Na agricultura, prevê-se a criação de infraestruturas que garantam a disponibilidade de água para irrigação”, acrescentou Bonfim. - Diz o Jornal Téla Nón

https://www.telanon.info/sociedade/2026/09/06/54193/entre-secas-e-inundacoes-sao-tome-e-principe-enfrenta-o-futuro-climatico/

 

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