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sábado, 25 de julho de 2026

1ºGoverno Constitucional Português liderado por Mário Soares, 23-0-1976 , sem maioria absoluta, há 50 anos, marco fundador da democracia portuguesa.

Reportagem de Jorge Trabulo Marques




1ºGoverno Constitucional liderado por Mário Soares, 23-0-1976 , sem maioria absoluta, há 50 anos, marco fundador da democracia portuguesa.

A sessão evocativa decorreu, na noite de Quinta Feira, na sede do Partido Socialista , assinalando o significado histórico do primeiro Governo Constitucional e refletindo sobre o contributo dos sucessivos Governos do Partido Socialista para a consolidação da democracia, do Estado Social e do desenvolvimento de Portugal.
A efeméride evocativa contou além de Isabel Soares, filha de Mário Soares e de antigos membros do I Governo Constitucional Rui Vilar e António Barreto, com a participação, do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, tendo sublinhando, na sua intervenção, que o I Governo Constitucional "mostrou que era possível ter um executivo baseado no poder democrático, tendo como limite dos seus poderes a Constituição, o respeito pelas liberdade públicas, o diálogo com as oposições e a valorização da concertação social"


Outro dos oradores foi Carlos César, Presidente do Partido Socialista, que defendeu o diálogo ao centro entre os partidos fundamentais da democracia como a "caução do regime" e criticou as "complicações" do atual governo.
Sublinhando que "não há nunca razão definitiva" para o país pensar que está "condenado a parar no tempo ou a andar para trás", mesmo que haja mudanças no contexto internacional ou uma avaliação negativa do Governo.
Mesmo nos tempos que vivemos, seja no plano europeu e internacional, seja face à avaliação que por estes dias fazemos do atual Governo da República , incluindo as complicações que têm envolvido as figuras e os mandatos do primeiro-ministro, do ministro da Presidência, da ministra da Saúde, da ministra do Trabalho, do ministro da Educação ou do ministro da Administração Interna", acrescentou.
Para Carlos César, "sejam quais forem as contrariedades conjunturais", deve-se "continuar a confiar nas capacidades e nos destinos do país"














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