expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Independência de S. Tomé e Príncipe -51º aniversário Vem aí as comemorações do 12 de julho de 2026 - Em plena campanha presidencial com Carlos Vila Nova a liderar os apoios e as sondagens - Sobre a libertação do jugo colonial por cuja luta também me bati e que me havia de custar brutais agressões por alguns colonos

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista

Independência de S. Tomé e Príncipe -51º aniversário  Vem aí as comemorações do 12 de julho de 2026 - Em plena campanha presidencial com Carlos Vila Nova a liderar os apoios e as sondagens  - Sobre a libertação do jugo colonial por cuja luta também me bati e que me havia de custar brutais agressões por alguns colonos

CANDIDATOS UNIDOS NA MESMA CAUSA -  Quatro partidos políticos em São Tomé e Príncipe anunciaram o apoio à candidatura presidencial de Carlos Vila Nova a um segundo mandato, de cinco anos, nas próximas eleições de 19 de Julho do ano em curso

O candidato as eleições presidenciais de 19 julho, Carlos Vila Nova iniciou sábado, a sua ação de campanha no distrito de Lembá com comício e passeatas,  tendo afirmado que “ninguém põe Presidente da República, o povo é que escolhe”.

Ninguém põe Presidente, o povo é que escolhe, é um poder do povo de São Tomé e Príncipe” – disse Carlos Vila Nova, Presidente da República, no comício de campanha na cidade de Neves, capital do distrito de Lembá.

“ Eu sou candidato que quer estabilidade para São Tomé e Príncipe”, disse para depois acrescentar que ““não queremos divisão, é por isso que eu não sou candidato de nenhum partido politico”.

Nesta sua recandidatura ao cadeirão presidencial, Vila Nova conta com apoio do ADI de Américo Ramos, actual Primeiro-Ministro, MLSTP de Américo Barros, o Movimento Basta de Levy Nazaré, do MDFM de Moisés Viegas e do novo partido Nossa Terra de Abnildo de Oliveira, Presidente do Parlamento.

Comemorações do12 de Julho 2026 -  Sobre a libertação do jugo colonial por cuja luta também me bati e que me havia de custar brutais agressões por alguns colonos

A 12 de julho de 2026, a República Democrática de São Tomé e Príncipe celebra o 51.º aniversário da sua Independência.  A  data assinala-se com cerimónias de estado, eventos culturais e convívios da diáspora, destacando-se iniciativas um pouco por toda a parte, como é o caso das celebrações e almoços comemorativos organizados em espaços de referência no estrangeir


Sim, fui dos raros portugueses, senão talvez o único, que pude ter a honra e o prazer de acompanhar de perto a campanha mobilizadora da Associação Cívica Pró-MLSTP – Fi-lo, inicialmente, como jornalista, mas, sendo também o cidadão que conhecera. no corpo e no espírito, as diabruras, abusos e prepotências de um certo colonialismo, que teimava em ignorar os novos ventos da história, sim, por natural empatia, depressa me sentia irmanado e identificado com a mesma luta, que me haveria de custar as mais selváticas agressões.

O PAPEL DA ASSOCIAÇÃO CÍVICA PRO-MLSTP NA LUTA PELA INDEPENDÊNCIA . O MLSTP, para além das estruturas dirigentes no exterior, tinha estruturas internas aqui em STP

Imagens e afirmações registadas numa das sessões,  de há 11 anos, que antecederam as comomeoraçoes  dos  então 40 anos  da independência de STP , acerca da acção mobilizadora  da Associação Cívica Pró-MLSTP.   

Filinto Costa Alegre – Nós adotávamos formas de luta que levassem  a população manifestar-se; organizávamos greves  (…)nós procurávamos as mais diversas formas de dizermos aos colonos que o colonialismo é passado”

Filinto Costa Alegre, dirigente da Associação Cívica Pró-MLSTP,  recorda, que, naquelas “ circunstância, a federação era uma solução que convinha mais ao poder colonial, A nossa não convinha de todo  ao poder colonial! E a Frente Popular Livre tinha um projeto que devia ser acarinhado pelos colonos que estavam presentes; quer pelo Alto Comissário, quer  pelos representantes do Poder coloniall

NACIONALIZAÇÃO DA ROÇAS

José Freet Lau Chong – As pessoas pensavam que éramos malucos. Mas naquela altura não havia outra saída

António Tomaz Medeiros – “Os santomenses eram bons funcionários, bons escriturários”, mas não tinham experiência nenhuma das roças”
“Vivi com alegria e mágoa: alegria porque, no fundo, era o que eu queria. Mágoa, por não poder estar presente.

Manuel Pinto da Costa: ´”O estado viu-se obrigado assumir a responsabilidade  das roças” alegando que os colonos as abandonaram.


Nenhum comentário: