Jorge Trabulo Marques - Jornalista
Vale mais tarde de que nunca e que a luta dos defensores da reabertura não tenha sido inútil - Refere noticia que “ estudos de viabilidade económica, financeira, técnica e ambiental da reabertura da Linha do Douro, no troço entre o Pocinho e Barca d’ Alva, foram apresentados, no início deste mês, em Freixo de Espada à Cinta, na presença dos ministros Pedro Nuno Santos e Ana Abrunhosa, obtendo em todos luz verde à intervenção.
O estudo de viabilidade económica da reabilitação da Ligação Ferroviária Pocinho/Barca d’Alva, desenvolvido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e apresentado hoje em Freixo de Espada à Cinta, aponta para uma estimativa global de custos na ordem dos 75 milhões de euros, dos quais 60 milhões de euros serão destinados à obra de reabilitação, 3,5 milhões de euros para projetos e 11,2 milhões de euros para fiscalização e estaleiro.
Ainda sobre financiamento, o estudo aponta a possibilidade de financiar o troço Régua-Pocinho através de mecanismos nacionais e europeus associados ao Plano Ferroviário Nacional 2030(PFN2030), deixando assim a dotação prevista no Programa Norte 2030 para o financiamento da ligação Pocinho – Barca d’Alva.
De acordo com o documento os benefícios totais do investimento “são de 84,2 milhões de euros”, gerando “importantes impactos”, em especial no setor do turismo que, logo em 2029 deveria representar 81,6% dos utilizadores, chegando aos 91,7% em 2059.

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