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domingo, 4 de fevereiro de 2024

Foz Côa e a Festa da Amendoeira em Flor 2024 – De 16 de fevereiro a 3 de março o concelho de dois Patrimónios da Humanidade celebra mais uma edição da sua mais emblemática e antiga festa tradicional

 Vem aí  a tradicional festa da flor da amendoeira , um dos mais concorridos eventos, da região duriense, que antecipa o anúncio da Primavera  - O concelho de Foz Côa, é um caso singular nas chamadas terras quentes do Douro, pelo que,  por esta altura, a avaliar pelas imagens, de que temos tido conhecimento, já muitas das colinas e ladeiras, se cobrem com as suas maravilhosa manchas brancas e cor-de-rosa, como se manchas de uma neve irreal mas perfumada, se tratasse.  

Durante três fins de semana, V. N. de Foz Côa, vai ser pintada de rosa e branco com mais uma edição da Festa da Amendoeira em Flor.

Detentora de 2 patrimónios da Humanidade,  situada na sub-região do Douro, pertencendo à região do Norte e ao distrito da Guarda, todas as suas  freguesias , que abrangem uma área de 398,2 km2, Amendra, Castelo Melhor, Cedovim, Chãs, Custóias, Freixo de Numão, Horta, Mós, Murça, Muxagata, Numão, Santa Comba, Santo Amaro, Sebadelhe, Seixas, Touça, a Festa da Amendoeira em Flor avançam para a quadragésima segunda edição, juntando o tradicional ao inovador, procurando desta forma captar diferentes públicos.




Foz Côa, que, na quase generalidade dos dias do ano, mais lembra uma pacata vila do interior, sim, onde a desertificação avança inexoravelmente, a passos largos, tal como outros concelhos do interior, sim,  à semelhança do triste fadário  que ameaça o chamado país profundo, dir-se-ia, que, em dias festivos,  particularmente nestes próximos fins-de-semana, faz jus ao estatuto de cidade  - Depois, só lá para o mês de Agosto, é que as ruas poderão voltar  a conhecer  tão desusado movimento e alegria.



O concelho de Vila Nova de Foz Côa, capital da amendoeira em flor,  situa-se numa zona de grande interesse arqueológico, onde já foram descobertos e classificados cerca de 195 sítios de importante valor patrimonial. Tais como castelos, castros, igrejas, capelas, pelourinhos, solares, pontes e estradas romanas, que nos revelam a passagem dos vários povos que aqui habitaram e escreveram a história durante séculos.

Cartaz da Festa da Amendoeira em Flor 2024 em Foz de Côa

16/02 - Sexta Feira Abertura Oficial c/ espetáculo Coartes  21 Horas - Expocôa Teresa Guilherme "Tudo que ficou por dizer"  22 Horas - Expocôa Dj Ricardo Ascenção  00 Horas Expocôa

17/02 - Sábado Montaria em Flor  09 Horas - Sta. Comba e Freixo de Numão Os Quatro e Meia  22 Horas - Expocôa Insert Coin  00 Horas - Expocôa Deejay Ex  02 Horas - Expocôa

18 Fev | Domingo Rota das Amendoeiras em Flor  09 Horas - Bonelli Foz Côa Riders Free style motard  15 Horas - Terminal Rodoviário 23 Fev | Sexta Sarau Escolar  21 Horas - Expocôa Dj Shark  00 Horas

- Expocôa 24 Fev | Sábado Montaria em Flor  09 Horas - Foz Côa XIV Torneio de Karaté  09 Horas - Gimnodesportivo Encontro de Ranchos  15 Horas - Parque Sto. António Banda Musical Freixo de Numão  19 Horas - Expocôa Honey Groovy  20:30 Horas - Expocôa Fiarresgas  22 Horas - Expocôa Oh me  23:30 Horas - Expocôa PARDØ  00:30 Horas - Expocôa Dj mB  01 Horas - Expocôa

25 Fev | Domingo XXII Passeio Pedestre  09 Horas - Associação das Mós Montaria em Flor  09 Horas - Almendra II Inter - Freguesias Partida da Amêndoa  14:30 Horas - Praça do Municipio

01 Mar | Sexta Cláudia Martins & Minhotos Marotos  22 Horas - Expocôa Dj's Arrebimba o Malho  00 Horas - Expocôa Dj David Bento  02 Horas - Expocôa

02 Mar | Sábado Torneio de Veteranos  09 Horas - Estádio S. Sebastião Expensive Soul  22 Horas - Expocôa I Love Reggaeton  00 Horas - Expocôa Dj Ricardo Ascenção  02 Horas -Expocôa

03 Mar | Domingo Feira do Ano  07 Horas - Centro da Cidade XXXIV Passeio das Amendoeiras em Flor  08h45 Horas - Associação de Cicloturismo do Côa  Inscrições Desfile Etnográfico  14:30 Horas - Cidade


Segundo refere o  município foscoense, “O Concelho de Vila Nova de Foz Côa reivindica muito justamente o título de "Capital da Amendoeira". Possui a maior densidade de amendoeiras em toda a sua área (106.000 árvores em 38.000 hectares). E, para além disso ou talvez por consequência disso, em todas as  freguesias que constituem o Município se pode admirar a extraordinária beleza das amendoeiras em flor” .


 O espetáculo da floração da amendoeira tem início normalmente na segunda semana de Fevereiro e prossegue até aos primeiros dias de Março, prenunciando a Primavera nas terras quentes do Alto-Douro. Nessa altura, toda esta região faz lembrar uma noiva que se vestisse de branco e rosa, tal a espantosa beleza que transfigurou estes montes e vales.

Com a Natureza em festa, todo o Concelho se movimenta na famosa Quinzena das Amendoeiras em Flor, sobretudo nos três fins de semana que a integram”
Para este ano, estão anunciadas, pelo municipio,  várias atividade, desde



Porque hás-de ser teimosa, amendoeira,
cobrindo-te de flores, de branco e rosa,
se a nada nos conduz tanta canseira?
Vale a pena insistir e ser teimosa?!

Vê bem… O lavrador, desesperado,
não tem compensação para os produtos,
e já não te dá mais o seu cuidado,
nem retira dos ramos os seus frutos.


Pelos vistos, não tens qualquer valia.
P´la amêndoa que nos dás ninguém dá nada.
Se eu fosse a ti, para o ano nem floria…
Ficava muda, queda e ensimesmada…


E só tal não faria , se um sinal
nos desse alguma esperança renascida
que fizesse alegrar o amendoal
e te desse razões para estares florida.

- Extraído do Livro A PORTA DO LABIRINTO
Um livro de “poemas, textos e teatro”
De Manuel Daniel

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Navegar sozinho, sem porto de abrigo, na solidão do mar e não desesperar

                                                                        Jorge Trabulo Marques


 A minha canoa mantém-se imperturbável...

Está totalmente alheia à grande incerteza
e aos muitos fantasmas que me povoam a alma...
À inquietude que absorve o meu coração.
E voga pelo negrume varrido da noite
como se nada tivesse a temer!...
É admirável a sua altiva galhardia!
Parece conduzida por uma estranha força
que a leva a um ponto preciso da vastidão!..

Mas, oh Deus! Eu queria dormir!...
Necessitava de descansar, adormecer!...
Cair em sono agora e acordar ao amanhecer!
Ser como o rude barqueiro,
que ao fim de uma longa jornada,
dura e sem descanso,
encosta o seu barco à margem e dorme...
embalado pelo sussurrar da ramagem que o envolve!...
Mas aqui, é o mar a bramar! a bramar!...
É o mar sem fim e sem fundo!...
Não há margens, nem portos de abrigo!..

É a noite eterna!... É um outro mundo!..

COMO TUDO COMEÇOU

S. Tomé – Nov. 1963 - A princípio fui para ali trabalhar numa roça mas comecei por não me adaptar, lá muito bem (…). Por força dessa minha inadaptação, o meu passa-tempo predileto, era então o mar...Praticamente, desde que ali desembarquei, vi nele uma espécie de refúgio. Qualquer coisa onde me sentia livre de todos os aborrecimentos. Um horizonte sempre aberto e imenso, que me abria as portas a uma incontível ânsia de ir mais além na procura de uma felicidade imaginária que naquele meio ambiente eu não encontrava.


Por isso, sempre que podia, frequentava as belas praias de São Tomé. Comecei por manter estreitos contactos com os pescadores, homens corajosos e simpáticos. Aprendi a equilibrar-me nas suas canoas, começando primeiro por dar pequenos passeios de praia em praia., até que por fim veio a paixão - E, a par disso, também outras interrogações: perguntava-lhes se já tinham ido de canoa à Ilha do Príncipe, respondiam-me que "só canoa de gente de feitiço" é que o tornado a levava ao Príncipe ou ao Gabão; "outra, vem gandú (tubarão), vira a canoa e come-lhe a perna" .

Achava que era uma superstição, sem fundamento e havia que desfazer esse fantasma: concluía que, se o tornado arrastava para lá a canoa, involuntariamente, também lá se podia ir por vontade própria. Face a essas lucubrações, comecei a pensar que, um dia, eu devia fazer-lhe essa demonstração - A par disso, questionava-me também sobre o seu passado longínquo: se não teria sido através das canoas que os seus ancestrais não teriam vindo do continente africano.

Viagem Clandestina ao Paraíso - São Tomé ao Príncipe, numa minúscula piroga- A 1ª das minhas aventuras marítimas - 3 dias - Na 2ª noite adormeci e voltou-se -Como prémio, oito dias nos calabouços da PIDE-DGS e uns valentes sopapos -

Cinco anos depois, numa piroga um pouco maior, fiz a ligação de São Tomé à Nigéria. Uma vez mais parti sem dar a conhecer os meus propósitos, ao começo da noite, servindo-me apenas de uma simples bússola. Ao cabo de 13 dias chegava a uma praia ao sul deste país africano, tendo sido detido durante 17 dias por suspeita de espionagem, após o que fui repatriado para Portugal. Os jornais nigerianos destacaram em primeira página o feito.

Os objetivos destas travessias visavam demonstrar a possibilidade de antigos povos africanos terem povoado as ilhas, situadas no Golfo da Guiné, muito antes dos outros navegadores ali terem chegado, contrariamente ao que defendem as teses coloniais, que dizem que as ilhas estavam completamente desabitadas. E a verdade é que, entretanto, já foram encontradas antigas cartas em arquivos, com nomes árabes que testemunham esses contactos. Contributos esses que, de modo algum, poderão pôr em causa o mérito dos ousados feitos dos navegadores portugueses.

TRAVESSIA PELA ROTA DOS ESCRAVOS - SÃO TOMÉ - BRASIL


Dois dias depois da independência de S. Tomé e Príncipe, e após a bem sucedida viagem clandestina à Nigéria, regressava de novo à minha maravilhosa Ilha, sem um tostão na algibeira. Mentalizara-me de que a travessia estava ao meu alcance, sabia que, se precisasse de socorro, ninguém me poderia valer. Não levava meios de comunicação com ninguém. Servia-me apenas de uma bússola, orientava-me pelo sol e pelas estrelas. Mas era assim que se enquadravam os propósitos dessa minha aventura. Os primeiros povoadores das ilhas, também se orientavam como as aves. E eu achava que valia a pena correr todos os riscos. Nada podia demover-me da minha determinação.

A canoa foi carregada num pesqueiro americano para ser largada, na corrente equatorial, um pouco a sul de Ano Bom. Porém, à chegada a esta ilha, o comandante propôs-me abandonar a canoa e ficar a trabalhar a bordo, alegando que a mesma estorvava e que a aventura era muito arriscada. Na impossibilidade de ser levado para a dita corrente, decidi-me pelo regresso a São Tomé para tentar a viagem noutra oportunidade. Foi então que uma violenta tempestade me surpreendeu em plena noite, tendo perdido a maior parte dos víveres, os remos e outros apetrechos. Ao sabor das vagas, num simples madeiro escavado, é difícil imaginar pior situação. Mesmo assim, com a canoa completamente desgovernada, não cruzei os braços e nunca me dei por vencido.

38 dias depois, acabei por ser arrastado pelas correntes até à Ilha de Fernando Pó, já no limiar da minha resistência física, onde fui tomado por espião, algemado e preso numa cela de alta segurança, a mando do então Presidente Macias Nguema, após o que fui repatriado para Portugal, tal como me acontecera na Nigéria. Mas, agora, graças a uma pequena mensagem que levava do então jovem Governo de São Tomé e Príncipe, que recentemente tinha ascendido à sua independência, para saudar o povo irmão brasileiro, quando eu aportasse na sua costa.


S. Tomé – Nov. 1963 - A princípio fui para ali trabalhar numa roça mas comecei por não me adaptar, lá muito bem (…). Por força dessa minha inadaptação, o meu passa-tempo predileto, era então o mar...Praticamente, desde que ali desembarquei, vi nele uma espécie de refúgio. Qualquer coisa onde me sentia livre de todos os aborrecimentos. Um horizonte sempre aberto e imenso, que me abria as portas a uma incontível ânsia de ir mais além na procura de uma felicidade imaginária que naquele meio ambiente eu não encontrava.


Por isso, sempre que podia, frequentava as belas praias de São Tomé. Comecei por manter estreitos contactos com os pescadores, homens corajosos e simpáticos. Aprendi a equilibrar-me nas suas canoas, começando primeiro por dar pequenos passeios de praia em praia., até que por fim veio a paixão - E, a par disso, também outras interrogações: perguntava-lhes se já tinham ido de canoa à Ilha do Príncipe, respondiam-me que "só canoa de gente de feitiço" é que o tornado a levava ao Príncipe ou ao Gabão; "outra, vem gandú (tubarão), vira a canoa e come-lhe a perna" .

Achava que era uma superstição, sem fundamento e havia que desfazer esse fantasma: concluía que, se o tornado arrastava para lá a canoa, involuntariamente, também lá se podia ir por vontade própria. Face a essas lucubrações, comecei a pensar que, um dia, eu devia fazer-lhe essa demonstração - A par disso, questionava-me também sobre o seu passado longínquo: se não teria sido através das canoas que os seus ancestrais não teriam vindo do continente africano.

Viagem Clandestina ao Paraíso - São Tomé ao Príncipe, numa minúscula piroga- A 1ª das minhas aventuras marítimas - 3 dias - Na 2ª noite adormeci e voltou-se -Como prémio, oito dias nos calabouços da PIDE-DGS e uns valentes sopapos -

Cinco anos depois, numa piroga um pouco maior, fiz a ligação de São Tomé à Nigéria. Uma vez mais parti sem dar a conhecer os meus propósitos, ao começo da noite, servindo-me apenas de uma simples bússola. Ao cabo de 13 dias chegava a uma praia ao sul deste país africano, tendo sido detido durante 17 dias por suspeita de espionagem, após o que fui repatriado para Portugal. Os jornais nigerianos destacaram em primeira página o feito.

Os objetivos destas travessias visavam demonstrar a possibilidade de antigos povos africanos terem povoado as ilhas, situadas no Golfo da Guiné, muito antes dos outros navegadores ali terem chegado, contrariamente ao que defendem as teses coloniais, que dizem que as ilhas estavam completamente desabitadas. E a verdade é que, entretanto, já foram encontradas antigas cartas em arquivos, com nomes árabes que testemunham esses contactos. Contributos esses que, de modo algum, poderão pôr em causa o mérito dos ousados feitos dos navegadores portugueses.

TRAVESSIA PELA ROTA DOS ESCRAVOS - SÃO TOMÉ - BRASIL


Dois dias depois da independência de S. Tomé e Príncipe, e após a bem sucedida viagem clandestina à Nigéria, regressava de novo à minha maravilhosa Ilha, sem um tostão na algibeira. Mentalizara-me de que a travessia estava ao meu alcance, sabia que, se precisasse de socorro, ninguém me poderia valer. Não levava meios de comunicação com ninguém. Servia-me apenas de uma bússola, orientava-me pelo sol e pelas estrelas. Mas era assim que se enquadravam os propósitos dessa minha aventura. Os primeiros povoadores das ilhas, também se orientavam como as aves. E eu achava que valia a pena correr todos os riscos. Nada podia demover-me da minha determinação.

A canoa foi carregada num pesqueiro americano para ser largada, na corrente equatorial, um pouco a sul de Ano Bom. Porém, à chegada a esta ilha, o comandante propôs-me abandonar a canoa e ficar a trabalhar a bordo, alegando que a mesma estorvava e que a aventura era muito arriscada. Na impossibilidade de ser levado para a dita corrente, decidi-me pelo regresso a São Tomé para tentar a viagem noutra oportunidade. Foi então que uma violenta tempestade me surpreendeu em plena noite, tendo perdido a maior parte dos víveres, os remos e outros apetrechos. Ao sabor das vagas, num simples madeiro escavado, é difícil imaginar pior situação. Mesmo assim, com a canoa completamente desgovernada, não cruzei os braços e nunca me dei por vencido.

38 dias depois, acabei por ser arrastado pelas correntes até à Ilha de Fernando Pó, já no limiar da minha resistência física, onde fui tomado por espião, algemado e preso numa cela de alta segurança, a mando do então Presidente Macias Nguema, após o que fui repatriado para Portugal, tal como me acontecera na Nigéria. Mas, agora, graças a uma pequena mensagem que levava do então jovem Governo de São Tomé e Príncipe, que recentemente tinha ascendido à sua independência, para saudar o povo irmão brasileiro, quando eu aportasse na sua costa.



terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Sporting e Benfica - 19ª Jornada - - Sporting faz goleada histórica em Alvalade com o Estrela da Amadora, averbando 8 golos sem resposta E, na Reboleira, o Benfica vence o Estrela da Amadora por 4-1- - Golão de bicicleta do brasileiro Arthur Cabral deu fôlego às águias depois de golo sofrido

 Fotojornalismo - Videos   - Jorge Trabulo Marques - Com Footballdream


Benfica venceu o Estrela Amadora por 4 a 1, - Arthur Cabral  fez golo de bicicleta e rodar voo às águias

O Benfica conquistou uma importante vitória sobre o Estrela Amadora, por 3 a 1, em partida válida pelo Campeonato Português. Com este resultado, o Benfica encosta no Sporting, líder do campeonato, com 35 pontos conquistados. Já o Estrela Amadora segue próximo à zona do rebaixamento, com 18 pontos conquistados.

O Estrela Amadora abriu o placar do jogo com um golo de Lé e Jabá, aos 28 minutos de jogo. Mas seria o Benfica a dar a volta ao jogo  com um golaço de bicicleta de Arthur Cabral, aos 44 minutos, e um gol de Rafa Silva, aos 46 minutos.

Na segunda parte, a equipa das águias, fez melhor jogo e ampliou o resultado, com um golo de Otamendi, aos sete minutos, até porque passou também a ter pela frente menos um jogador na equipa da casa, com a expulsão de Régis N, aos 26’ o que viria a complicar as hostes do Estrela Amadora


Sporting 8- Casa Pia 0 -Goleada Leonina Monumental em Alvalade na 19ª jornada do Campeonato  – Exibição histórica e avassaladora da garra leonina frente ao Casa Pia, em Alvalade, que vibrou com os golões  de Coates, aos 14 e 81 minutos, Gyökeres, aos 23 e 32, o segundo de grande penalidade, Pedro Gonçalves, aos 25, Trincão, aos 43 e 90+4, e Geny Catamo, aos 64, que assinalaram a 6ª  vitória seguida dos leões no campeonato.

Noite de segunda-feira, serena de tempo, mas vibrante de euforia nas bancadas e de abraços no relvado, que permitiu à equipa de Rúben Amorim,  atingir a maior goleada, que, os leões,  desde há 50 anos, não venciam  no campeonato de forma tão expressiva


Depois de uma derrota que custou ao Sporting a oportunidade de disputar a primeira final da época, sim, seis dias após a equipa leonina  ter sido penalizada por  falta de pontaria e de eficácia na meia-final da Taça da Liga em Leiria frente ao Sp. Braga, de facto,  este resultado  de oito golos, sem resposta, não podia ser mais expressivo para retomara a confiança , fazer esquecer aquele absurdo desaire,  retomando a  liderança do campeonato e apontar baterias na conquista do título. .