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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Dia Mundial da Fotografia - Meu Tributo a José Manuel Ribeiro/Reuters - O primeiro repórter a divulgar a imagem da Pedra da Cabeleira, para todo o mundo -E a outros também bons amigos e artistas

Jorge Trabulo Marques - Jornalista , autor das descobertas e dinamizador das celebrações  dos equinócios e solstícios nos Templos do Sol

Dia Mundial da Fotografia - Meu Tributo a José Manuel Ribeiro/Reuters - O primeiro repórter a divulgar a imagem da Pedra da Cabeleira, para todo o mundo -





E a outros também bons amigos e artistas: Arlindo Homem e António Vale, Pedro Daniel e Adriano Ferreira. David. José Lebreiro, Jorge Esteves da RTP reportar. além de outros amigos . Que me têm dado o prazer fotografar e acompanhar pelos Templos do Sol, eventos e outros belos momentos - Esta data comemorativa celebra a arte de fotografar. Desde o fotógrafo amador ao profissional, neste dia o objetivo é reviver o amor pela fotografia.

José Manuel Ribeiro/Reuters - O primeiro repórter a divulgar a imagem da Pedra da Cabeleira, para todo o mundo - através da Agência Reuters . é um dos mais prestigiados fotógrafos portugueses. -
Ocorreu no Equinócio do Outono, de 2006

Posteriormente, já lá voltou, e, vimos que a sua satisfação foi duplamente conseguida: novas belíssimas fotos e a alegria de ter participado num momento único, de rara beleza!
«É dos profissionais que sabe aproveitar sempre o ângulo mais original. Estamos-lhes muito reconhecido.

A vida de andarilho não te permite estares em todo lado ao mesmo tempo - Mas sempre que possas e queiras dar-nos o prazer da tua presença, serás sempre bem-vindo

"Sente-se realizado com o trabalho de agência, onde trabalha exclusivamente com máquinas digitais. José Manuel Ribeiro salienta a importância dos mais recentes e rápidos formatos de fotografia, que o mercado editorial exige cada vez mais
Estudou no Instituto Português de Fotografia e frequentou a Escola Superior de Belas- -Artes de Lisboa, embora nunca tenha concluído este curso. José Manuel Ribeiro, fotógrafo da agência noticiosa Reuters, passou por inúmeras publicações (“Público”, revista “Época”, entre outras) e também pela Lusa, mas acaba por ingressar na agência internacional, onde se encontra desde 1996 e descobre a sua verdadeira paixão

Comecei a aprender fotografia com amigos em um laboratório de revelação na escola, experimentando e errando, e mais tarde frequentei uma escola de fotografia. Acredito que a edição especial da revista francesa *Photo*, sobre o décimo aniversário das revoltas de maio de 1968 em Paris, tenha sido meu primeiro contato com o fotojornalismo.

No final da década de 1970, eu participava de um grupo de espeleologia e me pediram para fotografar a topografia de uma caverna com mais de 10 km de extensão, situada a 80 metros abaixo da superfície. Levei uma semana inteira nessa tarefa, cercado de lama e com uma umidade superior a 95%. Ao mostrar as fotos de dezenas de rolos de filme em preto e branco aos meus amigos, percebi que é preciso fazer uma edição fluida e criteriosa para encontrar as melhores imagens — que nem sempre são as mais difíceis de capturar.

Em 1994, visitei um hospital psiquiátrico tradicional nos arredores de Luanda, em Angola. O local atendia ex-combatentes e civis afetados pela guerra civil. No pátio, dezenas de pacientes estavam acorrentados a pesadas peças de sucata metálica, com as cabeças raspadas e pintadas de branco. De vez em quando, ainda me lembro daqueles rostos vazios e serenos.

Observar o oceano perto de casa é minha maior fonte de inspiração; ali, brinco com minhas memórias visuais e anotações escritas, recarregando-as, rebobinando-as e congelando-as. O noticiário também inspira meu trabalho, assim como conversar com amigos sobre histórias e assistir a documentários.

Quando saio para uma pauta, começo imaginando e editando mentalmente as fotos que irei fazer. No momento do clique, continuo editando enquanto decido para onde apontar a câmera. Mais tarde, tento fazer uma pausa entre a fotografia em si e a edição propriamente dita. Esse é o cenário ideal, mas muitas vezes acabo realizando as três etapas simultaneamente.

Tenho ficado menos estressado e mais capaz de concentrar o foco na essência da história. Também desenvolvi uma maior sensibilidade para captar a atmosfera ao redor do sujeito, elemento que passou a ter um papel mais importante nas minhas fotos. É maravilhoso ter um lugar na primeira fila no meu trabalho. Mas a pior parte é não ter mais do que 24 horas no dia.

Espero que, aos 100 anos, eu ainda esteja mostrando e contando histórias por meio das minhas fotos.



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