expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Foz Côa – Gravuras numa parede: rupestres ou recentes? - Arqueólogos do Côa, intrigados com cerva gravada por incisão - Mas eu também estou com a descoberta que fiz há 3 anos num muro de xisto.

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador - Natural de Chãs. de V. N. de Foz Côa

Foi precisamente, no mês de Agosto, há 3 anos, que, ao caminhar  por um caminho vicinal de V. Nova de Foz Côa,  me apercebi da existência de  umas gravuras , que me deixaram intrigado: numas vi logo que tinham aspeto de serem recentes, que aqui   nem divulgo, tanto mais que evidenciavam datas e nomes; outras, com detalhes mais antigos e, até, nalgumas partes cobertas de musgo ou do pigmento natural da pedra xistosa, que fiquei sem saber se deveriam ou não ser classificadas como rupestres 

Fiz esse desabafo, a dois arqueológos, no passado dia 10, na esplanada do museu do Côa, em que se comemoravam os 25 anos do Parque Arqueológico, tendo ficado de lhe mostrar as imagem  - É exatamente o que vou fazer através deste post





Nesse dia, além de ter tido o prazer de me associar à efeméride, com o concerto, foi-me também dada a oportunidade de entrevistar  a Presidente da Fundação Côa Parque, Aida Carvalho, entidade gestora do Museu do Côa e Parque Arqueológico do Vale do Côa, que, entre outras declarações, me confessou que haveria novidades para breve



Pelos vistos,   depreendo que seja esta noticia divulgada pela Lusa: Arqueólogos do Côa intrigados com nova gravura. Uma figura que representa uma cerva, gravada com uma técnica diferente da "Arte do Côa"

 

Referindo, que as mais recentes descobertas no sítio do Fariseu, no Parque Arqueológico do Vale do Côa, intrigam os arqueólogos, devido a uma gravura que representa uma cerva, gravada com uma técnica diferente da da "Arte do Côa".

A nova descoberta que intriga os arqueólogos

"A figura que representa uma cerva encontra-se, junto de outros traços incisos, distribuída por dois fragmentos que terão caído de um painel entretanto destruído. Para já, é com alguma segurança que podemos dizer que estas duas gravuras terão sido gravadas há mais de 14.000 anos, mas há algo que nos intriga", explicou à Lusa o diretor científico da Fundação Côa Parque, Thierry Aubry.

O arqueólogo disse que o achado destes dois fragmentos de rocha numa camada arqueológica vai permitir estabelecer uma data mínima para a sua realização, logo que cheguem os resultados das datações de "luminescência", que estão a cargo de um laboratório na Dinamarca.

"Encontrámos um fragmento de painel que foi gravado que nada tem a ver com chamada arte móvel, mas antes parte de um painel que foi gravado, que se desprendeu e foi encontrado numa camada arqueológica. Agora só nos resta esperar pelos resultados da análise para sabermos com precisão a sua datação exata. A arte móvel é uma referência estilística e, neste caso, vamos ter uma datação mínima para outra gravura nunca antes encontrada", indicou o especialista em arte rupestre.

Thierry Aubry frisou que esta "peça" não está relacionada com um painel descoberto em 2020, constituído por picotado, enquanto neste caso é uma gravação por incisão de traço fino e gravura mais elaborada e pormenorizada.


Após escavações que decorreram em maio de 2021 junto à chamada 'rocha 09' do Fariseu, que representa um dos principais núcleos de arte rupestre do Vale do Côa, classificados como Monumento Nacional e inscritos na Lista do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO, na sigla em inglês), foram encontrados 25 fragmentos de rocha com técnicas diferentes de gravação (picotagem e incisão).

"Estamos a falar de uma gravura com um traço muito fino que não se conhece o equivalente na arte do vale do Côa. Agora tenho fazer um registo comparativo para obter uma datação deste novo estilo de gravação, no contexto do Parque Arqueológico do Vale do Côa, onde há mais gravuras de cervas, mas não com esta técnica tão apurada, o que nos está a deixar intrigados", vincou o arqueólogo.

Os arqueólogos sempre acreditaram no potencial rupestre da designada 'rocha 09' do parque, que fica a cerca de 50 metros do rio Côa.

Para o arqueólogo André Santos, a importância deste achado deve-se ao seu aparecimento numa camada arqueológica que tem de ser datada e outras semelhantes encontradas no Vale do Côa.

"Isto é importante para datarmos um tipo de gravuras que temos no Vale do Côa que, até ao momento, não está bem datada cientificamente. Para já a única certeza que temos é que a gravura é anterior a 14.000 anos, já que a arte aplicada após esta data se torna diferente", observou.

Por seu lado, a geóloga Sílvia Aires avançou que a formação destas rochas está inserida no complexo "Xisto-Grauváquico" do grupo Douro, que são pouco deformadas e de baixo grau de metamorfismo (rochas que resultam da transformação da rocha original).

"O que nos interessa agora perceber é a formação das películas que a superfície da rocha tem. O importante é saber se essas películas foram criadas de forma natural, antes ou depois de serem feitos os traços. Em alguns casos, já verificámos que os traços foram feitos depois da formação das películas porque os traços das gravuras são mais claros", disse a geóloga.

Para a presidente da Fundação Côa Parque, Aida Carvalho, as gravuras do Côa têm uma imagem muito forte no segmento do turismo cultural e científico e esta descoberta vem reforçar esse posicionamento.

"As gravuras do Côa são um importante recurso de atração turística ao território. Quem visita o museu questiona com frequência o conjunto de procedimentos e técnicas de datação das gravuras e esta figura poderá responder, em parte, a essa grande questão", vincou a responsável pela fundação.

Aida Carvalho disse ainda que os arqueólogos e outros especialistas estão a trabalhar para incluir estes dois fragmentos na exposição permanente do Museu do Côa numa sala destinada ao tópico das datações, enriquecendo a experiência da visita.

A "Arte do Côa" foi classificada como Monumento Nacional em 1997 e como Património da Humanidade, pela UNESCO, um ano depois.

Como uma imensa galeria ao ar livre, o Vale do Côa apresenta mais de 1.200 rochas, distribuídas por 20 mil hectares de terreno com manifestações rupestres, sendo predominantes as gravuras paleolíticas, executadas há mais de 25.000 anos, e distribuídas por quatro concelhos: Vila Nova de Foz Côa, Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel e Meda.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Parque Arqueológico do Vale do Côa – 25 anos comemorados na tarde de um dia feliz para técnicos, administrativos e auxiliares



 Jorge Trabulo Marques - Jornalista Temos ainda um video para editar com várias imagens e uma entrevista de Aida Carvalho

Os 25 anos de existência dos Parque Arqueológico do Vale do Côa, foram assinalados ao som de belíssimas interpretações do grupo de solistas da orquestra portuguesa guitarras e bandolins, inseridas na  programação do projeto “Inspira na esplanada do Museu do Côa, em ambiente sereno e simples, mas caloroso e mais familiar de que oficial, sim, intencionalmente contido, sem preocupações de ostentação, atendendo ao período de pandemia, que o país atravessa.


Presentes as equipas de arqueólogos, guias e auxiliares, além da Presidente da Fundação Aida Carvalho .. E os visitantes, que entretanto se foram acomodando, junto das várias mesas fronteiras ao espaço voltado sobre o maravilhoso cenário debruçado sobre o vale do Douro e do Côa, após o encerramento das visitas ao Museu, visto só após este ter encerrado, pelas 18h é que, meia hora depois, se deu inicio à referida celebração para não perturbar o acompanhamento ao vastíssimo espólio ali exposto

Tal como foi noticiado, o Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) assinalou nesta terça-feira dia 10, o 25.º aniversário, recordando uma atividade marcada pela investigação, que sustentou a descoberta de 1.200 rochas com gravuras rupestres, e acolheu 271.626 visitantes.

Referindo que o PACV já recebeu ao longos destes 25 anos de existência 271.626 visitantes e foram descobertas 1.200 rochas sendo 45 visitáveis em quatro núcleos: Penascosa, Fariseu, Canada do Inferno e Ribeira de Piscos”, disse à agência Lusa a presidente Fundação Côa Parque, Aida Carvalho.



Em 10 de agosto de 1996, o então primeiro governo de António Guterres inaugurava formalmente, e com toda a pompa e circunstância, o primeiro parque arqueológico português, assegurando uma virtual proteção legal ao que já então constituía o complexo de arte rupestre do Vale do Côa.

A arte do Côa foi classificada como Monumento Nacional em 1997 e, em 1998, como Património da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

Como uma imensa galeria ao ar livre, o Vale do Côa apresenta mais de 1.200 rochas, distribuídas por 20 mil hectares de terreno com manifestações rupestres, sendo predominantes as gravuras paleolíticas, executadas há mais de 25.000 anos, e distribuídas por quatro concelhos: Vila Nova de Foz Côa, Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel e Mêda

Aida Carvalho destaca os muitos trabalhos em curso, no local, e uma agenda de investigação a decorrer.

“Nos próximos tempos as escavações vão continuar no sítio de arte paleolítico do Fariseu [rocha 9] e na Cardina-Salto do Boi, onde foi evidenciada recentemente uma ocupação pelo Homem de Neanderthal desde 100.000 anos. Alargar-se-á as sondagens e as escavações ao território que fica entre o baixo Côa e Siega Verde [Espanha], para tentar perceber as formas de ocupação humana neste território contíguo”, explicou a responsável.

Para a presidente da Fundação que gere o PAVC, este espaço arqueológico tem um papel fundamental no desenvolvimento do território, na afirmação das suas populações e na criação de serviços, na região, nomeadamente de hotelaria e restauração.

“Assistimos a uma contínua evolução e transformação, ao longo dos 25 anos, e a uma diversificação do perfil dos visitantes”, observou.

Aida Carvalho refere que atualmente, o visitante já não é um mero consumidor de produtos fechados, oferecidos pelas agências de viagens, é muito participativo, quer na programação da sua viagem, quer no tipo de ‘produtos’ que consome, procurando novas ofertas culturais, novos territórios e, acima de tudo, experiências marcantes e desafiantes.

De acordo com a responsável, o PAVC e a Fundação souberam adaptar-se às novas procuras, diversificando as modalidades de visitação: viatura todo-o-terreno, caiaques, passeios a cavalo e, recentemente, através da embarcação eletrosolar.

“Depositámos uma grande esperança na retoma turística, porque acreditamos que existe um enorme potencial de crescimento na procura dos produtos turísticos com base em valores culturais como as ‘Gravura do Côa’”, afirmou.

Já em declarações à Lusa, o antigo diretor do PAVC, António Martinho Batista, disse que, após a revelação pública dos achados rupestres do Vale Côa, em novembro de 1994, a aceleração da história, nascida de um inusitado mediatismo em que se contrapunham a salvação das gravuras rupestres frente à construção de uma barragem no Baixo Côa, levou à identificação de um vasto grupo de sítios, na sua maioria com arte paleolítica, o que desde logo passou a ser uma das grandes descobertas arqueológicas mundiais, em finais do milénio.

Após estas relevantes descobertas, e reconhecidas em todo o mundo, rapidamente também a barragem em construção no Baixo Côa passou à história, em finais de 1995, o que implicou mais tarde a concessão de uma grossa indemnização à empresa construtora.

“Depois desta fase, a sociedade civil e os movimentos de massas que então nasceram, impuseram aos governos uma paragem reflexiva nas políticas expansionistas com base no betão e nas grandes obras que pouco tinham em conta as necessidades de uma população cada vez mais envelhecida, num interior cada vez mais desertificado”, recordou o arqueólogo.

Martinho Batista, lembrou que os primeiros dez anos foram de “brasa”, com inesquecíveis nas batalhas do património que levaram o nome do Vale Côa e do país a todos os cantos do planeta.

Para o arqueólogo, no todo, o PAVC e o Museu do Côa constituem um projeto consolidado e assim deverá continuar nos próximos anos, sem sobressaltos de maior.

“Basta que se continue a gerir bem o que foi conquistado nos últimos 25 anos”, vincou.

Por seu lado, o também arqueólogo João Zilhão, outro nome incontornável ligado à criação do PACV, ex-diretor do antigo Instituto Português de Arqueologia, primeiro diretor do parque, que foi responsável pela elaboração do processo de candidatura à classificação de Património Mundial, garantiu à Lusa que não há hoje qualquer dúvida sobre o grande significado científico e valor patrimonial da arte rupestre do Vale do Côa.

“Há 25 anos, discutia-se sobre a importância que ela podia ter, ou não, para o desenvolvimento da região”, sublinhou.

“Hoje, chegamos a Vila Nova de Foz Côa e a primeira coisa que vemos são os cartazes do município e de outras entidades proclamando com orgulho que Foz Côa é o único concelho do país com dois monumentos do património mundial, o Douro vinhateiro e a sua arte paleolítica. Acho que isso diz tudo sobre o quão de bom senso foi a decisão de abandonar o projeto de construção da barragem, e conservar as gravuras como Parque Arqueológico”, vincou.

Para João Zilhão, as vicissitudes políticas dos últimos anos, nomeadamente as políticas de austeridade, tiveram “um impacto muito negativo sobre a capacidade do PAVC, hoje Museu/Fundação, para prestar um serviço de qualidade tanto no que respeita à organização das visitas, como à conservação e estudo do património a seu cargo”.

“Nos últimos anos, tem-se assistido a um melhoramento consistente da situação, mas, para se reporem níveis adequados de serviço, é necessário que esse investimento continue de forma sustentada”, disse o investigador.

 O arqueólogo defende que é crucial que seja elaborado e entre em vigor um plano de ordenamento da área do Parque, sem o qual a paisagem que enquadra as gravuras corre o risco de, a prazo, ser profundamente alterada.

“É especialmente importante que o Estado conclua o processo de aquisição de propriedades em que há núcleos importantes de gravuras (por exemplo, a Quinta da Barca), tanto por razões de conservação, como para alargar o âmbito da oferta de sítios visitáveis pelo público”, vincou.

A criação do referido plano de ordenamento, agora conhecido por Programa Especial do Parque Arqueológico (PEPA) do Vale do Côa, está em curso para preencher uma “necessidade há muito identificada”, e já publicada em Diário da República.

 

sábado, 7 de agosto de 2021

LISBOA E A POLUIÇÃO SONORA DOS VEÍCULOS DE EMERGÊNCIA – Proibida ou limitada noutras cidades europeias e americanas – Nas vias que dão acesso aos hospitais da capital, são um pesadelo insuportável para os moradores e peões – E, naturalmente, para quem transportam

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Qual a necessidade da estridência do ruido se estender além da via pública? -- Quem socorre os que não vão nas ambulâncias e têm que suportar a agressividade ruidosa das sirenes a toda a hora? - Tenham piedade da saúde dos que buscam o mínimo de serenidade! - Sobretudo ao longo dos corredores de acesso aos hospitais!.. Por favor poupem-nos deste flagelo diurno e noturno, dessa gritaria ensurdecedora a todas as horas do dia e da noite e não nos enlouqueçam ou nos torturem ainda mais - Já bastam as noticias alarmistas que nos chegam de todo o mundo pelas televisões.

VIDEO GRAVADO NO TERRAÇO DAS MINHAS ÁGUAS, NO CORAÇÃO DE LISBOA 


Ruído agudo e contínuo das sirenes  em Lisboa, é um pesadelo insuportável – O constante buzinar  de dia e de noite, stressa-nos e arrebenta-nos os tímpanos -  Exorto o executivo da Câmara Municipal, Assembleia da República e  todas as entidades  a legislarem em favor dos habitantes, mantendo a segurança pública. 

Compreendo a importância do uso da sirene  dos veículos de emergência para facilitar a sua  passagem sobre os outras viaturas mas deve haver uma maneira de alterar o volume e o tom para níveis menos indutores de ansiedade e, ao mesmo tempo, alertar os condutores da estrada – Se na minha aldeia dispusesse de uma habitação, com mínimo de condições, já teria abandonado esta cidade – Esteja no interior das águas furtadas ou quando vou ao terraço, da modesta habitação onde moro -  É ensurdecedor o eco desse persistente e atroante ruido

Foram proibidas ou objeto de acentuadas limitações em várias cidades europeias e americanas, enquanto, em Portugal, seja qual for a hora do dia ou da noite, mesmo quando nas ruas o trânsito está livre, persiste a mesma sinistra sinfonia da morte: que não só tortura quem a ouve, como, naturalmente, aqueles que vão no interior das viaturas


Pelos vistos, no nosso país,  parece não haver legislação que as normalize, quer nas estradas, quer nos meios urbanos ou mesmo quando se aproximam dos hospitais: ainda mais alarido fazem, perturbando quem  transportam e quem já está a ser assistido: designadamente, nas ruas e avenidas, pelas quais as  ambulâncias se dirigem a caminho da assistência hospitalar.  


Pergunto: os níveis de tom e volume estão dentro das diretrizes de nível máximo? – Não é preciso ser especialista para  constatar que não é necessário ser tão ruidoso, ao ponto de  perturbar, não só as pessoas que vão nos passeios e os moradores dos edifícios das ruas e avenidas por onde circulam as  ambulâncias,  como mesmo aqueles que residem a  várias centenas de metros de distância, tal é o meu caso.

Trago-lhe algumas manchetes de jornais, em imagens no vídeo, que registei do terraço das minhas águas furtadas, em Arroios, no coração de Lisboa, bem como excertos de debates sobre esta pertinente questão, que deveria ser legislada urgentemente para defesa da saúde dos cidadãos

Uso indevido de sirenes de "dois tons" em Paris: o prefeito da polícia está caçando barulho - O prefeito da polícia de Paris enviou uma carta aos seus serviços para limitar o uso da buzina em situações de emergência. https://www.diariodeleon.es/articulo/afondo/prohibidas-sirenas-senales-acusticas-noche-incluidas-ambulancias-policia/20060710000000848726.html

Espanha - “Sirenes e sinais acústicos proibidos à noite, incluindo ambulâncias e polícia - Exceto nos casos de perigo iminente, atropelamento ou colisão e nestes casos o sinal deve ser breve ”. O zelo por limpar a cidade de ruídos irritantes chega ao extremo de regular até a circulação de viaturas policiais, bombeiros e até ambulâncias, “que são os únicos autorizados a utilizar dispositivos acústicos e sinais luminosos especiais em emergências”. Mas mesmo eles também terão uso limitado à noite, desligando as sirenes e deixando apenas as luzes. “Os condutores desta classe de veículos não podem utilizar os dispositivos acústicos das 23h00 às 8h00, devendo substituí-los nesse período por dispositivos avisadores luminosos.https://www.diariodeleon.es/articulo/afondo/prohibidas-sirenas-senales-acusticas-noche-incluidas-ambulancias-policia/20060710000000848726.html

EUA - " Membros do conselho da cidade de Nova York desejam desligar sirenes

2019 A poluição sonora é um grande problema de saúde, diz o democrata que ajudou a redigir o projeto de lei

“A principal preocupação das pessoas é conseguir dormir”,

Na última década, a cidade já tomou medidas para reduzir a poluição sonora, incluindo a adição de sirenes do tipo “Rumbler” de baixa frequência a todos os veículos do Departamento de Polícia de Nova York. Essa sirene, que pode ser sentida como uma vibração, está sendo acionada nos veículos do Corpo de Bombeiros de Nova York e é obrigatória junto com um som típico de sirene de uivo ou “uivo” para veículos novos

Em 17 de julho de 2017 às 22:17

"Pin-pon ... pin-pon ..." Dia e noite, certas estradas parisienses registram níveis sonoros muito altos devido ao toque frequente de sirenes de veículos de emergência. Para passar pelo trânsito, ambulâncias, caminhões de bombeiros e outros carros de polícia tendem a usar sistematicamente seus famosos alarmes de "dois tons".

De acordo com o jornal Le Monde , o prefeito da polícia de Paris, Michel Delpuech, assinou uma circular em abril para relembrar as regras que regem o uso desses investidores sólidos, que são fontes de incômodo e estresse para a população. Em sua circular, o prefeito da polícia destacou que o contexto pós-ataque acentuou o caráter ansioso das sirenes. O artigo R 432-1 do Código da Estrada estipula que a utilização por veículos prioritários de avisadores especiais deve ser limitada "aos casos justificados pela urgência da sua missão e sujeitos a não pôr em perigo outros utentes. Da estrada".https://www.leparisien.fr/faits-divers/usage-abusif-des-sirenes-deux-tons-a-paris-le-prefet-fait-la-chasse-au-bruit-17-07-2017-7140285.php