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segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Chãs - Foz Côa As janeiras cantadas pela rapaziada da aldeia anos 80 - Meus parabéns a Júlio Isidro - Meu antigo colega da RDP-Rádio Comercial

 

RTP -Aniversário de Júlio Isidro, de Parabéns! -A entrevista que lhe fiz em 1987 aos 27 anos na RTP- Agora vai para 65 Hoje é o teu dia especial, figura carismática da RTP - Daqui a uns dias é o meu. Entramos noutro patamar da vida mas há que não o recear, enquanto houver vida e saúde para o celebrar - Não somos velhos, mas antigos, como me confessava Azeredo Perdigão - O 1º Presidente da Fundação Gulbenkian, a cujo historial também te dedicaste,jornalistica e literariamente, com




Chãs- Foz Côa - As janeiras cantadas pela rapaziada da aldeia nos anos 80 - Nascidos e criados com raízes nestes belos e amplos espaços do planalto granítico do Tambores, terras de pastores, onde se erguem os históricos calendários solares, sobranceiros ao maravilhoso Vale da Ribeira Centeeira, que vai desaguar ao Rio Côa, depois de tomar o nome de Ribeira dos Piscos. -



Depois da ceia, iam cantar à porta de cada lar onde eram prendados com copos de vinho ou de jeropiga - Por fim, apos a ronda, iam então camar, um pouco já zonzos das bebidas mas bem alegres da vida.

Assim também era na minha adolescência - Registo dos cantares de meados da década de 80 - Não é por interesse, ó rapaziada! – Queremos que nos estimem a nossa rizada – Eram vozes de meninos mas agora, todos eles, mesmo os que estão nas imagens, já são adultos e casadoiros -O meu abraço amigo, ao Povo do meu torrão natal, neste dia especial dos Reis uma excelente obra, a que tive o prazer de assistir, na qual registei duas destas imagens, com a tua amada esposa e queridos filhos




Meus parabéns a uma emblemática figura da televisão e da rádio portuguesa, meu antigo camarada da RDP-Rádio Comercial –

Júlio José de Pinho Isidro do Carmo, nasceu a 5 de janeiro de 1945, em S. Sebastião da Pedreira, Lisboa. Recordando uma entrevista que me concedeu, há uns anos, sobre as suas memórias da Televisão e da Rádio e imagens juntinho aos seus entes queridos, bem como de um jantar de confraternização da extinta RDP-Rádio Comercial

José Rodrigues dos Santos, a par da facilidade da escrita e de se revelar uma das mais carismáticas figuras da televisão, quer como repórter nos teatros de guerra, quer como pivô nos telejornais, é também um comunicador fluente, afável e simpático – Por isso, ouvi-lo falar do seu livro, é também um excelente estímulo e condimento para a sua leitura. Se ficciona, não parece, tal o realismo e o conhecimento como se refere aos factos sobre os quais se debruçou, detalhada e atentamente. Pelos vistos, como o mesmo à vontade de autêntico




"José Rodrigues dos Santos é hoje um dos jornalistas mais influentes para as novas gerações e no panorama informativo nacional. No entanto, além da sua mais conhecida faceta como jornalista, José Rodrigues dos Santos é também um ensaísta e romancista. Especialmente nesta última vertente, tornou-se dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maior número de edições com livros que venderam mais de cem mil exemplares cada.
Até ao final de 2012 publicou quatro ensaios e dez romances. O romance de estreia, intitulado Ilha das foi reeditado pela Gradiva, em 2007, atual editora do autor


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