Joge Trabulo Marques - Jornalista

Tive o grato prazer de ter colaborado em muitos dos seus programas da noite, nos anos 80 que tiveram assinalável popularidade, tais como Fantástico, A Noite é Nossa, e, ultimamente, «Meia Noite e uma Guitarra», um espaço preenchido com o fado mais tradicional, transmitido através da RDP Internacional, onde colaborou, longo tempo
Faleceu no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, depois de ter sofrido uma queda no passado fim de semana.
NOITE EM QUE, COM O HERDEIRO DA CASA DE BRAGANÇA, SUBIMOS UMA PAREDE PARA APAGAR UM INCÊNDIO QUE PROVAVELMENTE TERIA ACABADO DE SER ATEADO
De entre as muitas reportagens que gravei ou que fiz em direto, entre as quais uma entrevista ao escritor Manuel da Fonseca, de sua casa e pouco antes da sua morte, cujo registo também ainda conservo, aproveito para recordar uma interessante entrevista de cabine, conduzida por Ruy Castelar e com a minha colaboração, a Dom Duarte Duque de Bragança, que, depois, no final do interessante e amável diálogo, e já em horas adiantadas da noite, eu e o Mário Marques, assistente de realização, fomos levar, na viatura da RC, conduzida pelo motorista de serviço, a sua casa em Sintra. Curiosamente, pelo caminho, apercebemo-nos de um principio de incêndio, e não é que, naquele momento, D. Duarte, diz: Sr. motorista! Pare por favor a viatura, vamos apagar o incêndio - e lá fomos, trepando o muro de uma parede, e, pegando, numas giestas, prontos a dar combate ao incêndio, evitando que o mesmo alastrasse e pudesse atear-se à floresta que ficava já relativamente próxima.
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