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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Inaugurada a Exposição. “Por este Côa Acima”, átrio da Faculdade de Letras de Lisboa com a presença inesperada de António José Seguro, sem televisões e repórteres,

                                                        Jorge Trabulo Marques - Jornalista





Inaugurada a Exposição. “Por este Côa Acima”, átrio da Faculdade de Letras de Lisboa com a presença inesperada de António José Seguro, sem televisões e repórteres, excetuando a minha presença, que não quis deixar de manifestar a sua satisfação por este evento, tendo lembrado, quando foi candidato pelo PS da Guarda, e que, António Guterres, lhe perguntara a sua opinião sobre as gravuras, a que respondeu: São Importantes! São para salvar
A inauguração ocorreu pelas 16 h 30, dia 5 de Fevereiro no átrio da Faculdade de Letras de Lisboa, onde vai estar presente até ao dia 26, depois de ter estado no Museu Arqueológico do Carmo, de novembro de 2024 a março de 2025







Além da presença do Presidente da Fundação Côa Parque, Jo
ão Paulo Sousa, Diretor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Professor Doutor Hermenegildo Fernandes, da diretora do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa Prof.ª Doutora Mariana Diniz. que fizeram abertura da exposição, preferindo palavras muito esclarecedoras sobre a importância deste património arqueológico, classificado Património da Humanidade contou também com o arqueólogo, Thierry Aubry, Coordenador Técnico-Científico do Parque Arqueológico do Vale do Côa, que proferiu uma interessante e pormenorizada conferência sobre o referido património arqueológico, num dos auditórios desta faculdade, da qual reprodizimos, igualmente, um breve excerto no video que compusemos .

De registar, entre outras presenças, a do arqueólogo João Zilhão responsável científico pela criação do Parque Arqueológico do Côa e sua classificação como Património Mundial, cuja colaboração foi importantíssima em busca e classificação das gravuras e dos mais diversos achados paleolíticos.
Devido às condições atmosféricas, o tempo não era o mais propício e convidativo para atrair a curiosidade exterior. Mas o seu objetivo é mais de carácter didático, académico, informativo e pela sua continuada perservação, pois, tal como sublinhou o Dr joão Paulo Sousa, "as gravuras continuam a não saber nadar", pelo que não deixará de merecer as atenções de alunos e professores desta faculdade ou até mesmo de outras pessoas quando os dias melhorarem.

E, de facto, tendo meu pai nascido no Vale do Côa, na Quinta de Santa Maria, atual Ervamoira, não podia também deixar de me associar a esta importante iniciativa e de .a registar para a posteridade., que felicito vivamente, dado empenho que sempre manifestei pela sua defesa e preservação, designadamente nas páginas do jornal ÉCOA, além de milhares fotografias, tanto às gravuras e suas investigações, como nas várias freguesia e concelhos do então plano do Pró-Côa

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